Lugares públicos. CHUPANDO O CARA NO CARRO.

Por: luana-271 • 11/07/2026 • 199675 leituras
Capa do conto
Já falei o quanto odeio apps de pegação, muita enrolação apenas para foder.
   Não sou do tipo muito seletivo principalmente quando quero transar, então caçar na rua nunca foi um problema.
Era uma segunda feira, deveria ser algum tipo de feriado porque não havia muito movimento na rua, eu já estava andando por quase meia hora e nada, os caras que fazem caminhada raramente querem algo, até pedem número de telefone etc.. mas nunca sai disso, eu já cansado resolvi voltar, nem estava mais caçando uma pica, quase próximo de casa percebi que um carro estava parado em frente ao condomínio, jurei que ele estava esperando alguém, era um cara aparentemente novo, não fazia o estilo dos caras que geralmente me param, passei por ele ignorando, mais um pouco a frente ele passa por mim acenando com a cabeça, entendi o recado e parei.
-Está indo pra onde? Pergunta ele, nervoso.

-Estou indo pra casa. Respondi olhando pra ele. Estava vestido com uma calça jeans, camisa social. O perfume dele era extremamente enjoativo.

-Mora aonde? Perguntou ele. O cara tava tão nervoso que a voz nem saia direito.

-Mais ali pra frente. Falei secando a pica dele, estava aparentemente dura dentro da calça. Ele sorriu e abriu a porta para mim entrar, me acomodei no banco deslizando minha mão da sua perna para pica, entramos em uma rua deserta e assim que ele estacionou o carro coloquei a rola pra fora chupando seu mastro, ele ainda está a nervoso e nem sequer gemia, apesar de grande sua pica era fica, cheirava a sabonete barato, ele socou algumas vezes na minha garganta, mas sem gemer ou falar nada, nem preciso dizer que a minha bermuda já estava toda melada.
-Levanta. Disse ele. Na hora pensei que ele fosse tentar meter no meu cuzinho, dei um sorriso, mas ao invés disso ele manobrou o carro para um lugar mais escuro, voltei a chupar e agora ele parecia mais solto, gemia baixinho, acariciava minha cabeça, fui punhetando seu pau, lambendo a cabeça, no fim das contas coloquei aquele mastro na minha garganta esperando a porra.
Depois de gozar eu limpei seu pau e me ajeitei no banco. -Obrigado. Disse ele fechando a braguilha. Eu até pensei em rir, mas deixei pra lá, saímos da rua e eu desci do carro.

(NÃO ME PEÇAM FOTOS PELO AMOR DE DEUS! ESSAS TRANSAS ACONTECERAM HÁ MAIS DE CINCO ANOS.)

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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