Depois que dei para o Leandro e minha vontade de levar pica foi saciada, minha vida sexual com meu marido melhorou muito.
Os meses passaram e nós não pudemos visitar meus sogros e cunhado e meu cuzinho já estava desejando levar rola de novo. Depois de ter transado algumas vezes com Leandro, eu estava meio que sem medo de trair de novo e a culpa já não batia tão forte em mim.
Uma noite em que meu marido estava de plantão, eu fui para uma reunião de amigos nossos. Reunimo-nos quase todo fim de semana para jogar e beber. Lá para tantas, o povo foi indo embora e ficamos eu e o Luiz na casa dele. Eu estava ensinando-o a jogar um moba no celular. Luiz é um cara da mesma idade que a minha, 33 anos, branco, com cabelos cacheados, barba espessa, corpo peludo, costas largas e definidas e pernas grossas.
Estávamos sentados no sofá-cama, com ele jogando e eu bem próximo, vendo sua game play e dando dicas a ele. Ele vestia uma regata branca e um short de algodão bem fino, pois já tinha se aprontado para dormir. Nossos braços e pernas estavam encostados e eu sentir os pelos de sua perna roçando na minha sempre que ele se mexia. Tomado de tesão e morrendo de vontade de dar a bunda, eu comecei a encostar minha mão nas pernas dele, sempre que eu levantava a mão para apontar na tela do celular o local que ele deveria ir eu baixava a mão mais em cima de sua coxa.
Houve um momento que eu baixei com a palma da mão aberta, mas encostando levemente, ainda com medo da reação dele, pois Marcos também é amigo dele. Como ele não disse nada ou estava muito focado no jogo para prestar atenção, eu comecei a acariciar a parte interna da coxa dele com as pontas dos meus dedos, ainda por cima da bermuda de dormir. Enquanto ele jogava, minha mão ia mais para dentro da coxa e mais perto da virilha.
Houve um momento em que eu baixei minha mão de volta para as pernas de Luiz e minha mão encostou no membro de meu amigo, meio duro, crescendo no contorno das pernas. Eu deslizei os dedos por cima daquele volume e comecei a apalpar. Luiz respirou fundo e continuou jogando. Eu masturbava meu amigo por cima do pano fino do short até que comecei a levantá-lo.
– Tem certeza disso? – Luiz perguntou olhando para mim.
– Tenho – Disse eu nervoso, com a voz tremendo - Luiz se ajeita no sofá e seu cacete começa a sair pelo canto da bermuda, eu seguro ele, pele na pele e começo a masturbá-lo enquanto avanço para beijar meu amigo.
Nos beijamos e ali mesmo no sofá começamos a tirar nossa roupa. O pau de Luiz era comprido e grosso, suculento de pegar, com uns 20 centímetros, um pouco torto. A pele de seu pau é macia e a cabeça rosada combina com a pele super branca, mostrando veias vermelhas bombeando sangue.
Sem muita demora, caio de boa na pica de Luiz, fazendo ele suspirar. Ele segura minha cabeça e fode minha boca, me enchendo com sua pica até me engasgar. Volto a beijá-lo com vontade, roçando meu pau no dele, cruzando nossas pernas. Eu sinto as pernas peludas dele passando nas minhas, seu peito encostado no meu enquanto a gente se abraça trocando beijos quentes.
Pouco a pouco minhas pernas vão se abrindo para meu amigo e se enroscam na cintura dele. Minhas mãos descem em suas costas puxando ele mais para perto, convidando Luiz a entrar. Sem precisar das mãos, o pau de Luiz encontra meu cu e tenta uma entrada, ele cospe em seus dedos e lubrifica seu pau enquanto eu lubrifico meu cu. Coloco uma almofadinha de sofá sob meus quadris e puxo Luiz para perto de mim, voltando a beijar sua boca. Enquanto nossas linguas se enroscam, o pau de Luiz vai entrando em mim. Minhas mãos passam por suas costas definidas, sentindo os músculos daquele homem gostoso me fodendo. Luiz começa a me foder, com metidas fortes e rápidas, deitado sobre meu corpo sinto seus pelos que deixam-no com um ar rústico de mal cuidado.
Meu pau duro é estimulado entre nossas barrigas, minha boca ocupada com a boca dele e meu cuzinho cheio da pica enorme de Luiz fizeram com que eu, sem nem conseguir avisar, gozasse, voando porra para todo lado. Eu aperto Luiz ainda mais forte, deixando a marca de meus dedos nas costas brancas dele. Vendo que eu gozei, Luiz acelerou as metidas, gemendo baixinho em meu ouvido, com o queixo repousando em meu ombro.
– Vou gozar - Ele comenta.
– Goze pra mim, vai.
Luiz para de meter estocadas rápidas e passa a meter forte gemendo baixinho ainda com a cabeça encostada em meu ombro. Eu faço cafuné nos cachinhos dele enquanto ele despeja sua porra em mim.