Luta Sexual com uma Pirralha

Por: Carol 24/07/2026 543 leituras
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Me chamo Carol, sou loira tenho 32 anos, frequento academia desde meus 16 anos, tenho 1,65 de altura e 55kg, 92 cm de busto e 98 de quadril. A minha vida toda sempre me interessei por fetiches de sadomasoquismo e sempre me excitou judiar as pessoas. Mas logo nas minhas primeiras práticas como domme eu meio que perdi o interesse em dominar mulheres submissas. Eu demorei a me encontrar até que, aos meus 20 anos, fui apresentada a catfight uma prática de dominação onde literalmente se luta com outra mulher para domina-la a força. Dominar uma outra dominadora a força e humilha-la sexualmente foi uma sensação indescritível para mim.

Com o passar dos anos comecei a realizar essa luta sempre que posso, conheci muitas mulheres com mesmo interesse que eu e cada vez mais eu me tornei mais tarada em humilhar minhas parceiras. Amo sentar no rosto delas sufocando e obrigando elas me lamberem e terminando fazendo xixi no rosto delas. As praticas começaram a ficar cada vez mais intensas e as lutas começaram a ser assistidas entre amigas.

Carla uma amiga minha, era mãe solteira de uma garotinha de 9 anos, Joice, um negrinha de 1,51 de altura, fofinha e bem bundudinha e hiperativa. A Carla me confidenciou que gostaria de assistir a filha dela fazendo esse fetiche e sendo judiada e humilhada na frente dela. Isso me deixou muito excitada e após muita conversa e preparativos marcamos um local para fazer.

No dia do encontro, além de nos 3, estavam mais 4 amigas nossas para assistir. Eu e a Joice ficamos na frente da sala uma de frente para outra, eu estava com uma micro calcinha fio dental preta e a Joice de micro shorts de lycra rosa sem calcinha por baixo. Quando estavamos frente a frente, pude notar como a Joice estava nervosa, ela tremia e estava com o rosto corado. Eu fiquei excitada com a cena e meu lado sádico aflorou, provoquei ela a chamando de bebezinha fraca e que em 5 minutos ela seria minha cadelinha escrava. A Joice ficou toda encolhidinha pensei que iria fugir, mas ela olhou pra mãe dela e ficou no lugar.

Começamos a luta e eu fui pra cima dela, derrubei ela no chão e tentamos uma ficar por cima da outra nos esfregando, eu fiquei por cima dela e coloquei meus seios no rosto. A Joice se debatia e por ser pequena ela meio que escorregava e não deixa eu imobilizar ela completamente. Já haviam passado 5 minutos e eu ainda não tinha imobilizado ela e minhas amigas começaram a rir de mim por isso. Eu fiquei impaciente e nesse momento fui descuidada e a Joice acabou me pegando numa chave de coxa.

Ela prendeu meu rosto entre as pernas dela e com uma das mãos começou a esfregar minha cara contra a xaninha dela. Quanto tentei abrir as pernas dela, ela começou a puxar minha calcinha deixando ela bem enfiada em mim. Dei um gemido alto e meus olhos começaram a lacrimejar. Usava minhas mãos pra tentar desenfiar minha calcinha, enquanto ela esfregava a bucetinha no meu nariz quase me sufocando. Senti a calcinha dela ficando molhada e o liquido indo para meu rosto. A Joice, que já não estava mais nervosa, debochava de mim e perguntou se eu estava gostando do melzinho da bebezinha, minhas amigas riam de mim. Comecei a ficar desesperada e comecei a tremer, não conseguia escapar daquela posição.

A Joice no controle da situação, conseguiu mudar de posição e acabou sentada no meu rosto rebolando e me sufocando, eu desesperada comecei a chorar e implorei para ela me soltar, mas a pirralha só debochava e dizia que era só uma criancinha. Esfregando a bunda na minha cara a Joice variava e beliscar meus seios e a puxar minha calcinha eu gemia alto. Ela puxou minha calcinha ate arrebentar. Comigo já sem forças ela tirou o shorts e voltou a sentar no meu rosto e me obrigou a lamber o cuzinho e bucetinha dela, ficamos nessa posição ate ela fazer xixi no meu rosto.

Quando ela finalmente me soltou, ela colocou uma coleira no meu pescoço e me deixou de 4, montou nas minhas costas e me fez andar pela sala toda e me fez lamber a mãe dela e todas minhas amigas.

Foi a primeira vez que fui tão humilhada, jamais imaginei que uma menina de 9 anos poderia ser tão sádica, minhas amigas me apelidaram de escrava de bebezinhas.

Eu ainda estou me recuperando psicologicamente desse encontro, eu ainda não sei se peço uma revanche pra pirralha ou procuro uma ainda mais nova pra desafiar. De qualquer forma agora não tem como uma mulher como eu perder pra uma novinha de novo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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