Lycoris: Capítulo 4 - Fazer uma visita

Por: felipe-363 • 10/07/2026 • 199542 leituras
Capa do conto
Eaí, preciso falar com você.
Quando puder responder responde aí pow.
Oii é urgente, pelo menos para mim.
Vem na minha casa quando chegar.
Tá tudo bem?

Eu li as mensagens dele mas assim que vi Rafael voltando fechei o navegador rápido.

Tava lendo o que que fechou rápido em? Parece que viu um fantasma. -Rafa falou.

Nada demais... Relaxa. Mas venha cá você não vai se trocar na minha frente não né? -Falo.

Que que tem? Somos melhores amigos desde pequenos, fazemos a mesma escola, faculdade. Se fosse pra você ter vergonha seria da Ana que chegou depois não de mim. Quando ele terminou de falar tirou a toalha.
Putz em Rafael que desnecessá... Quando me virei e vi fiquei espantado.

O corpo dele ele bem definidinho e seu pau era grande e grosso parecia ter uns 17 cm mole. Sai do transe logo e fechei os olhos.

RAFAEL SOUZA SE VESTE AGORA. -Falei e ele começou a rir.

Só porque você tá pedindo né, a mamada ninguém pede. -Ele falou.

Toma vergonha na cara Rafael. -Falei.

Ele deu risada e após alguns segundos perguntei se eu poderia abrir os olhos e ele disse que sim. Quando eu abri ele já estava de cueca branca e terminando de vestir sua bermuda.

Menos mal né? -Falo

Sou tão feio assim? -Ele fala.

Não você é lindo mas é que...

Eu sou o que? -Ele me interrompe.

Aaaaaa, nada né menino, aliás bermuda bonita né? -Falo.

Eu ouvi mas vou fingir também. Linda amigah perfeita essa bermuda neh? -Ele falou imitando um gay.

Aí seu imbecil. -Falei dando risada.

Ele se vestiu e sentou ao meu lado.  Enquanto o almoço não ficava pronto ele ia me mostrando alguns jogos e alguns de seus primos que ele não via a muito tempo.
Esse aqui eu não vejo a muito tempo. -Ele falou mostrando a foto dele e do primo só de sunga na piscina.

Lindão ala, pegava. -Falei brincando.

Mas você disse que não era gay. -Ele fala.

Tô brincando né bobão, óbvio que não vou pegar seu primo. -Falo enquanto tiro um fio de cabelo do seu rosto. Ficamos alguns minutos nos olhando e somos interrompidos pela mãe de Rafael chamando a gente para almoçar.

Pensei que não iam descer nunca. -Ela fala

Seu filho demora muito tomando banho. -Falo dando risada.

Famoso pau quilométrico. -Ela fala fazendo eu dar risada.

Mãe!!!! -Rafael fala indignado.

Vem logo bobão senta aqui. -Falei chamando ele para sentar ao meu lado.

Aff, tanta mãe botando o filho pra fora por ser gay e eu só queria que o meu fosse gay.  -Fala tia Gaby fingindo cara de tristeza.

Meu Deus Gaby. -Falo dando risada.

Famosa ditadura gay nessa casa. -Fala Rafael meio indignado mas querendo rir.

Tome meu filho, prove você primeiro. -Gaby, a mãe de Rafael fala me dando um pedaço da lasanha.

Pego o prato e assopro um pouco, provo e estava muito boa. Ela cozinha muito bem.

-Olha, homem diz que mulher nasceu pra lavar prato, então eu vou dizer que você nasceu pra fazer lasanha. -Falo dando risada.  Nossa tá muito boa!!

Aí cancela quero você namorando meu filho mais não, sai daqui machista. -Ela fala fingindo estar revoltada.

Tô brincando né, tá doida, jamais falaria isso. -Falo.

Eu sei idiota tô te zuando ahahah. -Ela fala.

Gosta mais do amigo do filho do que do próprio filho. -Rafael fala.

Oh meu amor eu te amo né, é diferente. -Ela fala.

Aí não mãe nem vem. -Rafael fala se esquivando do beijo da mãe.

Apenas dou risada e continuo comendo.  Os minutos vão passando e logo já são 14:00 horas.

Olha tia Gaby tava muito bom, gostei de rever a senhora mas preciso ir resolver algo agora. -Falo.

Ah mas você já vai? Tão cedo. -Ela fala ficando chateada.

Eu venho te visitar depois né! -Falo dando um abraço nela.

Eu te levo Gui. -Fala Rafael.

Não precisa, eu vou indo logo. Tchau gente, obrigado pelo almoço. -Falo.

Tá bom meu filho, Deus te abençoe. - Ela fala.

Rafa apenas fica me olhando, enquanto vou andando pela rua.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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