Machismo aqui em casa tem castigo

Por: gabriel-298 • 23/07/2026 • 16353 leituras
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A nossa dinâmica mudou gradualmente, mas de forma definitiva. O que começou como uma divisão de tarefas domésticas transformou-se num regime de servidão absoluta. Na casa que partilhavamos perto do campus, eu já não era o namorado; era o "faz-tudo" de M., e ela garantia que eu nunca me esquecesse do meu lugar.

?O silêncio na sala era pesado, interrompido apenas pelo som rítmico da colher de pau de M. a bater contra a palma da sua mão.

Eu estava de pé, à sua frente, de cabeça baixa. Ainda usava a roupa da noite anterior — uma festa da universidade onde, entre cervejas e a pressão dos amigos, tinha tentado "reafirmar a minha masculinidade" com comentários ironicos sobre como M. tinha sorte em ter-me na sua vida

?M. olhou-me de cima a baixo, um sorriso gélido nos lábios.

?— "As mulheres hoje em dia acham que mandam", foi isso que disseste mesmo? — perguntou ela, a voz suave mas cortante. — À frente de todos?

?— M., eu... era uma piada. Os rapazes estavam a pressionar e...

?— Shhh. — Ela levantou um dedo. — Fizeste-me passar vergonha. Agora, vais aprender o que é, realmente, ser útil. Tira a roupa. Fica só de cuecas.

?Eu hesitei, mas o olhar dela não admitia réplica. Despi-me sentindo-me vulnerável sob o olhar clínico de M.

Ela caminhou até ao armário da cozinha e retirou o "fardamento" que tinha selecionado para o fim de semana de castigo.

?M. atirou-me uma bata de limpeza que ela adorava fazer-me usar. Por cima, obrigou-me a apertar um avental dela com padrão floral.

?— Tudo vestido como um bom menino. Quero que vejas a tua imagem para te lembrares de cada palavra estúpida que disseste. — Ela ajudou-me a dar o laço no avental, apertando-o com força excessiva para vincar a cintura. — Estás tão... doméstico.

?— M., isto é ridículo... se alguém aparecer... — reclamei eu, com a face a arder de vergonha enquanto me olhava ao espelho.

?— Se alguém aparecer, vais abrir a porta e servir café com um sorriso, porque és a minha pequena empregada doméstica. — M. aproximou-se e, sem aviso, deu-me um puxão de orelhas tão firme que me fez inclinar a cabeça. — E agora, trabalhar.

?M. sentou-se no sofá, cruzando as pernas elegantemente.

?— De joelhos. Virado para aquela parede ali.

?Eu obedeci, o avental espalhando-se pelo chão enquanto eu me ajoelhava, encarando a parede branca.

?— Vais ficar aí trinta minutos. Quero que penses na forma como falas de mim. Depois disso, tens um castigo de escrita.

?— Escrita? — perguntei eu, com a voz abafada.

?— Sim. Vais escrever 100 vezes: "O meu lugar é servir a M. com silêncio e obediência, pois a minha voz só serve para a elogiar". E ... — Ela levantou-se e caminhou até mim, desferindo duas chineladas sonoras nas nádegas cobertas pela bata — Se te mexeres recomeçamos a contagem.

?Durante o resto da tarde, M. não me deu descanso. Enquanto ela estudava para o exame, eu, fui obrigado a limpar os rodapés da casa com uma escova de dentes.

?— M., já acabei a sala... posso descansar os joelhos? — pedi eu, suado, e com o avental já com algumas manchas de água.

?M. fechou o livro e caminhou até mim. Avaliou o trabalho, passando o dedo pelo rodapé.

?— Está aceitável. Mas a tua atitude ainda é insolente. Vem aqui.

?Ela sentou-se numa cadeira alta na cozinha e puxou-me pela gola da bata, colocando-me atravessado nos seus joelhos. O contraste entre a seriedade dela e o meu ridículo era absoluto. O som das chineladas ecoou pela cozinha, um castigo físico que visava mais o ego do que o corpo.

?— Isto é para te lembrares de quem manda nesta casa — disse ela, entre cada golpe. — Entendido?

?— Sim, M... Sim! — exclamei eu, com o rosto escondido entre as mãos.

?— "Sim, senhora". — Corrigiu-me ela, dando-me um último puxão de orelhas antes de me colocar de pé. — Agora, vai preparar o jantar. Quero a mesa posta com requinte. E não tires o avental. Depois vais arrumar a cozinha e eu gosto de ver como ele balança quando estás a esfregar a loiça.- ordenou ela a sorrir

?Eu fui para o fogão, o som do tecido da bata a sussurrar a cada passo, um lembrete constante da minha nova e humilhante realidade sob o domínio de M.

O jantar foi servido sob uma tensão gélida. Eu, com a bata a repuxar nos ombros e o avental impecavelmente laçado nas costas, movia-me com uma agilidade nervosa.

M. observava cada gesto meu, o tilintar dos talheres, a forma como eu baixava os olhos sempre que passava por ela.

?— Senta-te. No chão, aos meus pés — ordenou ela, apontando para o tapete junto à sua cadeira. — Queres falar sobre o que aconteceu no bar? Vamos falar a sério agora.

?Eu obedeci. O avental cobria-me o colo, uma imagem que me fazia querer desaparecer.

?

?M. pousou o garfo e olhou-me fixamente.

?— Aquela cena no bar foi a última vez que tentaste comprar o respeito dos teus amigos à custa da minha autoridade. Aquele teatro de "machão" acabou. A partir de agora, o teu comportamento na rua será o reflexo exato do teu papel aqui dentro.

?— Mas M., eles não sabem que eu... que eu uso isto — sussurrei eu, puxando nervosamente o peito do avental.

?— Eles não precisam de saber os detalhes do teu fardamento, mas precisam de ver a tua submissão — retorquiu ela, dando-me um puxão de orelha brusco para me obrigar a olhar para ela. — Deves orgulhar-te de ser meu. Deves sentir prazer em saber que, enquanto eles discutem política ou futebol, tu estás a pensar em que bata vais usar para lavar o meu chão. Entendido?

?M. retirou um pequeno caderno da mala e começou a ler, com uma voz monótona que tornava tudo ainda mais humilhante:

?— Se voltares a ter uma atitude desrespeitosa em público, as consequências serão imediatas e progressivas. Toma nota, porque não vou repetir:

?Contradição ou interrupção: 20 chineladas no rabo logo ao chegar a casa, seguidas de duas horas de joelhos virado para a parede.

?Comentários "machistas" para impressionar amigos: O castigo deixa de ser privado. Na próxima vez, eu dou-te um puxão de orelhas ou uma bofetada na cara ali mesmo, à frente de todos. Vou humilhar-te no bar, na faculdade ou na rua.

?Reincidência grave: Passarás o fim de semana inteiro trancado em casa, proibido de usar qualquer roupa que não seja a tua bata de limpeza e o avental, executando todas as tarefas pesadas sob a minha supervisão direta.

?— Tu não farias isso... no meio do bar... — eu estava pálido.

?— Experimenta-me — desafiou ela, com um sorriso de escárnio. — Eu adoraria ver a cara dos teus amigos enquanto eu te corrijo como a uma criança pequena. Se queres dar uma ideia de "homem da casa" lá fora, vais ter de provar que és uma "dona de casa" exemplar aqui dentro.

?M. inclinou-se para a frente, segurando-me o queixo com força.

?— Tu és submisso. Olha para ti, com essa bata e avental ás flores. Fica-te bem. Devias aceitar isso com orgulho. A tua masculinidade de fachada é patética comparada com a utilidade que tens quando estás a limpar os meus sapatos ou a passar as minhas camisas.

?Ela deu-me uma bofetada leve mas humilhante na cara com a palma da mão.

?— Agora, levanta-te. A cozinha não se limpa sozinha. Quero ver esse avental em movimento. E lembra-te: se eu ouvir um único comentário arrogante teu na rua amanhã, o teu castigo será aplicado à vista de todos.

?Eu levantei-me com o rosto a arder de vergonha e submissão,totalmente dominado pela vontade de M.

O dia seguinte na universidade amanheceu com um céu cinzento, refletindo o meu estado de espírito. Por baixo da camisola larga e das calças de ganga, eu sentia o roçar desconfortável. M. tinha-me obrigado a vestir uma bata de limpeza sem mangas, de um tom rosa, por baixo da roupa civil, como um segredo humilhante que só nós os dois partilhavamos.

?— Se te portares bem, ninguém saberá o que tens por baixo — sussurrou ela ao meu ouvido , antes de entrarmos no átrio principal onde o nosso grupo de amigos já estava reunido. — Mas se falhares, eu faço questão de mostrar a todos o teu verdadeiro "uniforme".- disse me ela testando-me e deixando-me nervoso com o teste

?

?O nosso grupo estava sentado nas escadas, discutindo os planos para a noite. Assim que nos viram, o Diogo, um dos amigos mais ruidosos, soltou uma gargalhada.

?— Olhem quem é ele! O "Grande Chefe"! Então, hoje vamos beber umas cervejas ou a M. não te deixa?

?Eu senti o sangue subir-me ao rosto. O tecido da bata por baixo da camisola parecia queimar-me a pele. Eu olhei de soslaio para M. Ela estava com os braços cruzados, observando-me com um olhar predatório, a mão direita já posicionada perto da minha orelha.

?— Eu... eu não sou chefe de nada, Diogo — respondi, com a voz baixa e controlada. — A M. é que decide o que fazemos. Eu só... eu só ajudo onde sou preciso.

?Houve um silêncio momentâneo. Os amigos entreolharam-se, estranhando a falta da minha habitual arrogância.

?— Estás bem, pá? — insistiu o Diogo. — Ontem estavas todo cheio de peito a dizer que ela tinha sorte em te ter.

?M. deu um passo em frente, encostando-se ao meu ombro . A pressão da mão dela era um aviso claro.

?— Ele teve uma noite de reflexão, não foi, querido? — disse ela, com um sorriso doce e venenoso. — Ele percebeu que aqueles comentários foram uma falta de respeito. Ele agora sabe que o seu papel é ser útil e silencioso. Não é verdade?

?Engoli em seco. Eu via os olhos dos meus amigos fixos em mim. A humilhação de admitir a submissão em público era quase insuportável, mas o medo de que ela me levantasse a minha camisola ali mesmo e revelasse a bata rosa era muito maior.

?— É verdade — disse eu, olhando para o chão. — Eu fui um idiota ontem. A M. manda em casa e eu... eu gosto que seja assim. Peço desculpa se pareci outra coisa.

?M. soltou uma risadinha triunfante e, num gesto que chocou o grupo, deu-me um puxão de orelha firme e prolongado à frente de todos.

?— Bom menino. Assim é que eu gosto de te ouvir.

?Os amigos ficaram boquiabertos, mas ninguém se atreveu a dizer nada perante a autoridade absoluta que M. emanava. Ela tinha-me domado completamente, e o facto de o fazer em público, comigo a aceitar sem resistência, selava o meu destino.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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