Eu - Fala aí!!! Tudo bem?
Carlos - Tá sim. Estava Passando aqui em frente e vi que estava na hora de você sair. Quer uma carona?
Eu - Claro. Com certeza.
Fui trocar a roupa rapidamente enquanto ele me esperou na porta.
Saímos, fomos até o carro e ele me disse que passaria rapidamente só shopping.
Eu - Tá tranquilo.
Carlos entrou no estacionamento e foi para a mesma vaga pra onde tínhamos ido da outra vez com a Deia.
Ele parou o carro e logo perguntei se ela estava no shopping.
Carlos - Não tá não, mas eu estou cheio de vontade de te mamar outra vez.
Eu - Pô Carlos, você sabe que só aconteceu porque fiquei bêbado. Eu curto sua mulher e sua filha.
Carlos - Eu sei cara, mas foi muito bom e não precisa passar da mamada fica tranquilo.
Eu relutei, discutimos, conversamos e Carlos levou a mão até meu pau por cima da bermuda e acariciando disse.
- Pô você já me deixa tocar nele, direcionar ele pra fuder elas, lamber enquanto está fudendo a buceta e o cuzinho delas. Porque não pode me deixar mamar ele.
Nisso meu pau já está duro dentro da bermuda e realmente ele está a certo. Então concordei e facilitei pra ele abrir minha bermuda e abaixar também minha cueca.
Meu pau já saltou trincando de durões Carlos não perdeu tempo caindo de boca.
Ele chupava toda a base, lambia a cabeça, chupava as bolas enquanto batia uma bela punheta.
Ficamos nessa brincadeira durante uns 20 minutos até que falei que iria gozar.
Carlos então abocanhou toda a rola e ficava passando a língua e massageando minhas bola até que gozei tudo no fundo da garganta dele.
O safado engoliu tudo e depois limpou todo meu pau.
O guardou direitinho e saímos indo embora.
Mais tarde Deia me mandou mensagem dizendo que beijo que ela tinha ganhado estava delicioso.