Com toda naturalidade do mundo, sem nem alterar o tom da conversa, imbicou o carro na entrada de um motel. Estava tão louca de tesão por ele, que ele nem pediu minha opinião... também não protestei, e confesso que não consegui esconder um sorriso. Sentia minha calcinha encharcada. Vi que ele esboçou um sorriso tambem, mas nada disse sobre o que estávamos prestes a fazer. Afinal, estava óbvio para ambos que ele iria me comer da forma que quisesse.
Subimos as escadas para o quarto, ele atrás de mim. Logo que entramos no quarto, me levantou do chão como se fosse uma boneca, e me jogou de costas na cama. Olhei assustada, não havia me dado nem um beijo desde que entramos no motel! Ele simplesmente me segurou posicionando de quatro, e puxou com força minha calça para baixo. Ainda vestida e de sapato, ouvi abrindo o zíper da calça, e seu membro duro e quente procurando a entrada da minha bucetinha. Eu estava tão excitada e molhada, que devia estar escorrendo mel pelas pernas. Sem nenhuma cerimônia meteu com força, e começou a me comer assim, eu vestida com a calça arriada, de quatro na beira da cama, e ele com o pau para fora do zíper da calça jeans, me comendo com força, puxando meu quadril para si a cada estocada com ignorância para dentro da minha buceta. Eu gritava, chorava, gemia como uma puta... Meu sogro não tinha o habito de gemer, mas ouvia sua respiração ofegante. Senti um tapa forte em minha nádega, soltei um gemido alto, e então outro! Que delícia! Meu sogro então disse:
- Tava louco pra fuder essa buceta gostosa! E você tava louca pra me dar, não é baixinha? Você tá cheirando a sexo desde quando entrou no meu carro! Vou te fuder igual uma puta, coisa que meu filho ainda não aprendeu a fazer.
Não conseguia responder, era sacudida para frente e para trás pelo impacto do corpo dele no meu, só conseguia gemer alto. Senti outro tapa, mais forte, e ele em seguida perguntou:
- Fala, queria ou não teu sogro alargando tua buceta? Hein, sua puta?
Estava adorando ele agressivo dessa forma, falando palavrões com aquela voz sonora, grossa e autoritária! Adorava quando ele me tratava desse jeito, só experimentava essa sensação com ele! Aquele tamanho todo de homem fazia eu me sentir submissa, pequena e indefesa, sujeita a qualquer vontade dele. Em poucos minutos meu primeiro orgasmo era iminente, e gaguejando respondi como pude:
- S-sim, seu... aiiii... ahhhhhhhhh.... me come, por favor, me fode! Ahhhhhhhiiiiii!!!!!
Depoooois dessa foda maravilhosa e sem muita cerimônia, disse “baixinha, se veste pra gente ir”, e levantou-se para colocar a calça. Levantei de um pulo da cama, e tratei de limpar bem com a língua o pau daquele homem maravilhoso. Em seguida pedi para ir ao banheiro, e limpei também a porra. Minha buceta estava vermelha e inchada, e eu um estrago de mulher, mas muito satisfeita. Só sendo mulher mesmo, pra saber da sorte que é ser bem comida por um homem de verdade... incrível como isso muda nosso dia! No meu caso, dar para o pai do meu filho mesmo sendo meu sogro me deixava de bom humor por um mês!
Entramos no carro, ele estava bem à vontade, mas não falamos muito. Medeixou em frente ao meu prédio, nos despedimos com um beijo no rosto, e então ele seguiu para sua casa. Meu marido chegou tarde aquele dia, cansado e irritado com alguns assuntos do serviço, jantou e dormiu. Estava com medo de ele perceber minha buceta diferente... sentia minha vagina alargada, mas havia tempos que eu não dormia tão bem e satisfeita, como tive oportunidade de dormir naquela noite.