Passados alguns minutos, a mulher do segundo casal e entrar começa a chupar o companheiro, o que me deixou a pensar se não seria melhor mudar de lugar, já que ao meu lado tudo continuava impávido e sereno. Deu-me a sensação que nem se aperceberam do que se estava a passar do outro lado. O tempo passa e um dos homens da fila junta-se ao casal e a mulher começa a alternar a sua boca entre os dois caralhos. E eu cada vez mais excitado com a situação. Sem de decidir a algo o casal que está ao meu lado decide ir embora, não sem antes ela olhar fixamente para o meu pau a deslizar nas minhas mãos. Do outro lado tudo igual, ela ia alternando a mamada entre os dois, e parava a observar a sala… eles saiam enquanto ela observava e eu vi-me sozinho, e dei por mim a pensar que tomei a opção errada. Ela volta a atacar com sofreguidão os dois caralhos enquanto olhava à sua volta. Foi então que num impulso momentâneo, de quem sabia que se continuasse assim não choveria na minha horta, que decidi, com o pau duro de fora, e os tomates ao dependura aproximar-me deles, e ver qual a reacção. Sentei-me na cadeira ao lado do fulano que se tinha aproximado. Ela olha para o companheiro, como que a pedir autorização e abocanha o caralho do meu vizinho do lado, um bom pau, mas um pouco mais pequeno que o meu, enquanto com as mão batia uma ao companheiro, que em abono da verdade, se diga, dono de um magnifico caralho, deveria ter um 24/25cm, grande e grosso, (mas com muito pouco leite, como vim a constatar mais tarde).
Enquanto chupava o meu vizinho do lado e com uma das mãos masturbava o marido, eu observava, com o pau a latejar, enquanto as minhas mãos o afagavam. Ela olha para mim e decida dar-me uma ajuda com a mão que tem livre. Um leve sorriso toma-me conta dos lábios, a sorte começa a mudar. Ela ajoelha-se sobre a cadeira e começa a chupar o companheiro, proporcionando-me a mim e ao meu vizinho uma bela visão, a saia completamente subida, os lábios da cona escondidos na minúscula cuequinha que fio dental. Não resisti e decidi passar a mão, mas logo a mão dela me impede de continuar. Fiquei desiludido, confesso, mas respeito sempre as regras. Ela levanta-se e beija o companheiro, falam qualquer coisa imperceptível. Ela levanta-se e vai-se sentar sozinha, na outra ponta, onde outrora esteve o tal casal, no lugar dele, deixando vaga a primeira cadeira da fila. O homem que estava quatro filas à frente levanta-se e senta-se a três cadeiras dela, todos os outros estavam parados, ela estava sozinha, sentada. Mais uma vez decidi agir. Levanto-me e vou-me sentar na tal cadeira vaga. Peço autorização mas só obtenho um silêncio como resposta. Ora como quem cala consente, sentei-me, e continuo a masturbar-me enquanto a minha outra mão a tenta acariciar. Recusa novamente os meus intentos. Já que não posso tocar, decidi levantar-me e bater uma bem perto da cara dela, ela logo aproxima a sua boca e decide-me ajudar, chupa de uma forma gulosa, (nesse exacto momento, as duvidas que tinha esclareceram-se, tive a certeza que era o mesmo casal do conto “Mamada no Cinema”). Ela toda gulosa pede-me leite, pede-me com tesão, com sofreguidão, e eu como estava excitado dei-lhe leite, muito leite. Pois é algo que tenho em abundância. Vim-me e ela encosta-se na cadeira como que à espera da próxima jorrada de leite, o meu pau continuava duro a latejar, pensei dar-lhe a segunda leitada, mas decidi não o fazer, uma vez que não podia tocar. Afastei-me o homem que se tinha aproximado decide imitar-me. eu dirijo-me ao wc enquanto ela o chupa, e vejo o funcionário a masturbar-se com a situação, todo atrapalhado pergunta-me se seria muito mau juntar-se, disse-lhe que não sabia, mas para tentar, pois ela adorava leite. Ela foi chupando um a um, recebendo o leite de cada um na sua boca, cara… o funcionário tentou acaricia-la, mas ela continuou a não deixar que lhe tocassem… meio chateado saiu da sala. Todos se vieram na boca dela, e quando acabavam iam saindo, com um sorriso estampado no rosto.
Já so restava o casal na sala, eu estava fora a observar… quando eles vem, a pedido do funcionário escondo-me… o homem vai ao wc, ela fica à porta à espera… o funcionário dirige-se a ela e pergunta se não tem direito a nada, ela sem responder entra no wc e vai falar com ele. O funcionário entra a trás, e pões o seu caralho de fora. O companheiro manda-a ajoelhar-se ao que ela prontamente obedece. Ele põe-lhe o caralho enorme que tem na boca, e convida o funcionário a juntar-se a ele… ele junta-se, também tem um belo exemplar uns 21/22cm, mas quer mais que uma mamada, quer tocar, ela não deixa. Fica a observar o companheiro a vir-se na cara dela, umas pouquíssimas gotas…
No final falaram os três, (eu continuava escondido, fui assistindo a tudo, só o funcionário sabia), o funcionário convidou-os a voltar, mostrou-lhes o sofá do wc feminino. Despediram-se e eu criei amizade com o funcionário. Confidenciou-me que o primeiro casal, o homem era frequentador. Que era bi e adorava ver a mulher a chupar alguns lá dentro, mas que ela estava muito reticente ainda.
A o primeiro casal, se lerem, espero que este conto lhes sirva de impulsionador, e que ganhem coragem. Ao segundo, se lerem, quando voltarem avisem, eu terei todo o prazer de estar novamente presente e de lhe dar muito leite.
Agradeço a todos os que tornaram este conto possível, e partilho-o na esperança de mais casais o quererem fazer.
A todos até uma próxima.