__O que esta pretendendo, não sabe que nossa mãe desconfia de nós, sem que eu tenha feito nada com você?
__Como vê se tivesse feito, não se sentiria assim tão arrependido...
__Quem disse que estou arrependido, não sou é louco de tocar em você...
__Não me acha apetitosa, não gostaria de tocar em mim...chupar minha boceta virgem?
__Esta maluca, isso são coisa que você possa me dizer? Claro que não tenho vontade disso, você é minha irmã?
__E você é meu irmão e eu tenho um tesão enorme por você...sempre tive...
__Mas eu não tenho por você. Adoro-a como irmã caçula...
__Humm...é?...então como explica essa coisa dura que tenho debaixo do pé - eu disse movimentando o pé sobre o que fazia um volume considerável, sob a calça dele__O que é isso, vai me dizer que é um pedaço de madeira?
Atiçando ele daquela forma eu sabia que estava minando sua resistência e que não resistiria por muito tempo, notava-se que quando me ouvira dizer que eras cabaço, seus olhos brilharam e como ficar imune ao meu jeito maluquinho de o convidar a praticar um pecado com a sua própria irmã, que na verdade ele desejava. Convidei ele para vir entre minhas coxas e para que soubesse que não era brincadeira, me lancei sobre ele o beijando ardentemente, enquanto deixava os seios livres e levava suas mãos até eles. As mãos era mágicas e transmitiam o tesão que ele estava sentindo naquele exato momento. Podia dizer que era muito mais excitante, o que estava ocorrendo ali, do quando meu casinhos até chupavam meus seios, mas na hora de se divertiram prá valer, era entre as coxas que eu os deixa derramar suas seivas. Me chamavam de putas, pois de cara de anjo só tinha mesmo a cara, não as atitudes. Carlos abaixou mais ainda a minha blusa e sem me pedir permissão tomou meus seios na boca, os chupando gulosamente, como se fosse um bebê esfomeado e eu fosse a mãe com a alimentação. Meu irmão Carlos, com a boca nos meus seios, era tudo que eu queria, desejava mais é claro, mas como aperitivo estava demais. Meu corpo todo formigava e um calor intenso tomava conta dele, então me deixei cair de costas, sobre a mesa cheia de papeis e me abri toda, mostrando minha boceta que estava super úmida. Carlos olhou mais uma vez para a minha virilha e veio se aproximando dela com sua gostosa boca, cheirou toda ela e depois pondo a língua para fora a lambeu de baixo a cima, dedicando uma atenção especial ao meu grelo, onde titilou me deixando nas nuvens, arrancando gritinhos de pura histeria, chupou meu clitóris e depois desceu a língua até meu buraco selado. Ele chupou minha boceta como se tivesse saboreando o manjar mais gostoso do mundo e me fazendo ficar debruço, depois de beijar muito minhas nádegas, as separou e correu a língua em meu rego, passando por sobre meu cu piscante, me fazendo gemer de expectativa, da língua forçar uma penetração ali mas, apenas lambeu de leve e desceu até encontrar a boceta, que chupou me obrigando a elevar o traseiro para absorver melhor aquela delicia de carícia. Da boceta ele voltou para o cu e me deixou doida, então eu que já o desejava de a muitos anos, resolvi o deixar alerta do que desejava:
__Tira meu cabaço...
__O quê?
__Me faz mulher...me fode pra valer.
__Brincar é uma coisa, chegar a onde chegamos, mas dai partir para algo tão extremado...
__Carlos, se tem que alguém me transformar em mulher algum dia, quero que seja você, aqui agora... por favor...me coma...
Pensou um pouco e depois foi me virando até que ficamos cara a cara, me beijou demoradamente e depois me empurrou para a mesa e se ajeitando, colocou a cabeça da rola na minha boceta, alio na entrada selada da vagina e se debruçando sobre mim, começou a me chupar os seios. Senti uma quentura diferente lá na xoxota e depois uma fisgada bem aguda, onde faltou-me folego,levei a mão até a boceta para sentir se o pau tinha entrado e apenas encontrei os saco de fora, acariciei o mesmo o sentindo molhado, viscoso e quando vi os dedos, estavam vermelhos...sangue...era sangue do cabaço que se fora. Lágrimas escorreram pelo meu rosto, não de dor, mas de felicidade, acabava de ser transformada em mulher, pelo homem dos meus sonhos, meu irmão Carlos. Me fodeu como sempre sonhei, vibrante e vigoroso em suas estocadas, me fazendo gozar, naquele momento como mulher e não uma adolescente. e apressou em gozar, pois temia que nossa mãe aparecesse e olha que mal deu tempo dele retirar o pau de minha boceta para que se ouvisse o barulha da porta sendo aberta. Corri para meu quarto e tranquei a porta, tremula sentindo ainda o pau dentro de mim. Os dias se passaram e eu dava mais atenção a Sandro do que a Carlos, sobre quem, recaia toda a desconfiança, de minha mãe. Mamãe tinha um costume que era sagrado, depois do café das 3 horas, ia tirar uma soneca, geralmente na sala, era estratégia dela desde então, para evitar que eu e Carlos nos aproximasse, sem uma vigilância mais rígida e era ai que Sandro aproveitava para ir ter comigo e por um período que durava um hora, ele ficava ali me fazendo gozar, sem notar que, cabaço, eu já deixara de ser. Cansada de ficar naquela enrolação, fiz de trudo para que ele notasse a falta do meu selo, e quando isso aconteceu, ficou até certo ponto chateado querendo saber quem fora, e quando tinha acontecido. Não lhe disse quem fora o meu desvirginador nem, onde ocorrera, pois senão ela descobriria que o irmã era o dono da façanha. Quis meter, e eu deixei para ver seu desempenho e confesso que não ficou a desejar e me deu intenso prazer. Mesmo assim o que mais eu desejava era Carlos e uma tarde marquei com ele para que fosse ao meu quarto, assim que mamãe adormecesse e isso se deu, me encontrando já preparada para receber sua pica. Não teve chupadas de boceta ou rola, pois tempo era o que menos tínhamos, por isso a rola logo entrou em minha boceta eu gozei como uma vaca em pleno cio. Estava na terceira gozada, quando a porta se abriu, Carlos esquecera de a trancar a chave e vimos aparecer, Sandro, que boquiaberto ficou nos olhando e descobertos, apenas pude dizer a ele que se juntasse a nós para surpresa de Carlos. Fechou a porta a chave e se aproximou da cama onde muitas vezes estivera comigo me dando prazer. Pedi que tirasse a calça apenas e viesse participar. Meu dois irmãos se olharam e quando pedi que Carlos o deixasse ocupar minha boceta ao ficar por baixo, sentei-me sobre sua rola dura e comecei a me movimentar sobre ela, já gozando, então foi ai que eu senti uma mão alisando minha bunda e antes que eu pudesse dizer alguma coisa, essa mão deixou meu rego úmido, empinei a bunda o máximo que podia, adivinhando o que Carlos pretendia. A posse do meu cu, fora traumática, pois doera muito e conter o grito de dor fora quase que impossível, porém meu irmão acomodou sua rola no lugar que desejava e fodeu meu cu, por um bom tempo. Era uma pica no cu e outra na boceta, me fazendo gozar como se estivesse drogada, suando barbaridade, sempre atenta as duas rolas dentro de mim. Apesar do cu, ardendo, eu vibrei muito com meu dois irmãos. Apesar de todo cuidado de nossa mãe, ele me fizeram a mulher mais feliz do mundo, e desta vez não demos bandeira, quer dizer, eu, não dei para ser descoberta aquele delicioso trio sexual!