Mamando o motorista da betoneira

Por: carlos-113 • 10/07/2026 • 93297 leituras
Capa do conto
Olá pessoal, esse será meu primeiro conto aqui nesse site que sou muito fã.

Bom, moro no interior de São Paulo, numa cidade de mais de 400 mil habitantes.

Sou gay discreto, moreno, tenho 31 anos, 1.89m de altura, peso 88kg, uso cabelos curtos pretos e olhos castanhos escuros e um kct de 19cm bem grosso.

Essa semana estava em uma avenida famosa da cidade, parado no estacionamento de motos mexendo no celular de costas para a rua quando um caminhão passa e buzina.

Estava com muito tesão nesse dia e era por volta de meio dia. Fiquei um pouco encucado com a buzina, se era alguém que conhecia ou não e, pra tirar a dúvida (e pra, quem sabe... descolar um sexo safado) resolvi seguí-lo.

Rapidamente guardei o celular, vesti o capacete e liguei a moto, olhando para identificar qual caminho o caminhão faria. Ele subiu um viaduto próximo e como a avenida é na beira de uma represa não havia como eu perdê-lo de vista.

Acelerei para alcançá-lo e, antes de encostar na faixa à esquerda dele (ele estava na faixa do meio) olhei pra trás para garantir que não havia nenhum carro.

Ao alcançar o caminhão, olhei para o motorista e reparei que não o conhecia. Ele estava sorrindo e fez um sinal de cabeça me cumprimentando. Eu sorri também e fiz o mesmo sinal de cumprimentando porém de forma mais lenta e olhando fixamente pra ele.

Chegamos em uma lombada e surgiu um carro logo atrás de mim. Resolvi acelerar para ultrapassar o caminhão e parar no acostamento à direita um pouco à frente.

Fingi atender o celular e esperei o caminhão passar. Assim que ele passou soou a buzina novamente e eu, já excitado com a situação , pensei em como chamar mais atenção daquele homem.

Acelerei novamente e fui na faixa do lado, aí dessa vez nos olhamos de novo mas eu coloquei a mão esquerda sobre meu pau e releti o sinal de cumprimento com a cabeça. O que ele retribuiu e fez sinal com a cabeça para continuar o caminho, o seguindo.

Após uma rotatória, o motorista entrou em uma estrada de terra no fim da avenida. Eu não sabia onde a estrada dava mas resolvi ir atrás.

Logo no início dessa estrada ele parou e eu, com a moto ligada, parei do lado. Nesse momento ele pergunta "o que você curte?" e eu "curto tudo, tenho frescura não". Ele olha pra trás e depois pra frente e manda "Vamos ali mais na frente".

Deixei ele ir na frente, pensando que ele já conhecia a estrada e que já havia feito safadezas ali... passamos por uma casa que parecia abandonada e percebi que ele foi desacelerando. Fui novamente do lado e aí falei "lá atrás parecia melhor" e ele "acha, lá passa gente. Tá de boa hoje?". Eu falei "sim, tô de ferias e sozinho em casa." Aí ele "Até que horas?" E eu "umas 18..." porém extremamente excitado com a situação e a vontade de fazer algo em um caminhão era tão grande que continuei "mas vamos por aqui mesmo..." Entao ele falou pra eu ir na frente dando uma olhada.

Comecei a ir bem devagar na frente dele e nessa hora desanimei um pouco pensando que talvez ele não tivesse me curtido tanto assim mas rapidamente pensei que ele não conseguiria manobrar o caminhão naquela estrada para ir embora e que só estava sendo cauteloso.

Logo após uma curva avistei uma árvore enorme e fui desacelerando olhando pra tras. Até que ele para e desce, sem desligar o caminhão.

Ele vem na direção da frente do caminhão e deixem eu descrevê-lo: Ele estava com camisa social surrada, branca com listras, moreno queimado de sol, usava boné, tinha barba por fazer resultando em uma cara de trabalhador safado deliciosa e parecia ter 40 anos. Usava jeans e bota de trabalho. Não aparentava ter pelos no peito e não tinha no braço. Tinha barriga de chopp e era um pouco mais baixo que eu. Sua voz era bem grossa (bem que o site podia liberar para subirmos áudio...).

Ele abriu o cinto e tirou o cacete mole pra fora. Segurei pra sentir a textura e me ajoelhei na terra pra mamar. Dei uma olhada pra ele, ele olhava pra baixo esperando eu pôr a boca. Fui dando um cheiro e comecei a mamar. Ele soltou um gemido e eu fui me animando. O pau era grosso, de textura macia e tinha belas veias, com pele cobrindo a cabeça. Ele foi crescendo e endurecendo com minha mamada e creio medir 18cm. Era um kct delicioso de se mamar e bonito de se olhar, foto no fim do conto.

Depois de uns 2 minutos ele guardou o pau dizendo que havia um carro atrás do caminhão. Me levantei e ele falou "anota meu número aí que depois vou na sua casa". Com pressa peguei o celular e anotei o número e nos despedimos.

Montei na moto e fui para o canto da estrada para deixar ele seguir o caminho e o carro passar para eu fazer o caminho de volta e ir pra casa.

Chegando em casa ainda com tesão mando mensagem para ele e ele já manda a foto do pau e fala sobre o desejo de colocar no meu cuzinho.

Depois eu conto sobre como foi nosso final de tarde.

Espero que curtam meu primeiro conto escrito. Pretendo relatar várias aventuras, sempre reais.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

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