- Pode fazer o que quiser. – ele me disse.
Então abaixei e botei seu pau na boca. Tinha por volta de uns 17 cm e estava ficando bem duro. Abaixei um pouco mais seu short, ele estava com uma cueca boxer preta listrada e devia ter acabado de tomar banho, estava limpinho, com a piroca atolada na minha boca enquanto eu alisava seu saco.
- Fica tranquilo que da pista não dá pra escutar nada daqui. – ele dizia. E comecei a alternar, mamava seu pau, tocava um pouco. Em um momento, me levantei para esticar as pernas e ele me disse novamente “pode fazer o que quiser”. Isso foi a deixa para nos beijarmos. Trocamos um amasso bem gostoso e bem safado. Até que voltei a mamar enquanto ele gemia alto.
- Que viado gostoso! – ele soltou, elogiando minha mamada várias vezes, entre gemidos e “nossas”. Eu o beijava e mamava com mais gosto, meu cu piscava. Ele pediu que eu linguasse seu cuzinho. Linguei bem gostoso e falava em troca “- Geme, meu machão safado.” E como ele gemia...
- Vou meter no teu cu. – ele disse.
- Não vai, não. – eu respondi. Eu queria muito, mas nenhum dos dois tinha camisinha, então não ia rolar.
- Acho que vou meter no teu cu, sim. – ele insistiu.
- Sem camisinha, não. – respondi.
Ele se conformou de que não rolaria sem camisinha e me pediu pra continuar a mamar. Até que chegou à pergunta:
- Posso gozar na sua boca?
- Claro. – eu respondi prontamente. Fazia tanto tempo que eu não dava uma boa mamada... e eu queria mesmo sentir um leite esguichando na minha boca.
Não demorou muito, ele gemeu bastante e socou a rola na minha boca, gozando gostoso na minha língua e me fazendo sentir o gosto daquela porra deliciosa. Não engoli aquele leite, mas a sensação de sentir ele jorrando foi tão gostosa que eu tocava uma e acabei gozando junto. Ele se recompôs, me disse que sempre passava por ali no horário das 17h e que queria comer meu cu numa próxima vez, mas infelizmente não nos encontramos mais. Vi-o passar por mim um tempo depois no horário em que eu ia para o trabalho, ele ficou me olhando, mas não dava pra rolar nada naquele momento. Atualmente, cercaram esse pedaço das árvores em que mamei a rola dele, mas espero um dia poder repetir essa façanha com esse cara.
Se gostou, vote e comente no conto... leia meus contos antigos. Voltei e tenho novas histórias pra contar.