Eu (15 anos) e o meu pai (42 anos) sempre dormirmos pelados na cama, já que é muito bom e gostosinho de dormir. Nós dormimos na mesma cama, porque eu tenho pesadelos e tenho medo do escuro. Mas o que ele não sabe, é que eu amo sentir o pau mole dele perto da minha bundinha, a gente dorme de conchinha, logo, é fácil o pau gostoso dele tocar em mim, aquilo me faz ficar com tesão pra caralho que eu bati uma e balançava a minha bunda perto do pau dele, porra, aquele homem é um gostoso, queria sentir o leite quente dele dentro de mim.
Então, em uma noite, eu não resisti e bati uma enquanto chamava o meu pai, mas ele já estava dormindo. O bom disso é que ele tem sono pesado, posso mamar aquele pauzão e sentar com força. Então, eu me mudei de posição e fiquei encarando o pau mole do meu pai, com fimose mas eu conseguia enxergar a cabeça do amigão dele. Logo, eu comecei a bater uma punhetinha pro meu pai, o bixão já ficou duro, a piroca cheia de pentelho e ficando grossa me fazia ficar com mais tesão ainda. Não pensei duas vezes que já comecei a mamar a pica dele.
Aquela pica era imensa, comecei a babar na piroca dele, chupar as bolas dele, beijar a cabeça do pau e também uma luta de espadas. Gozei na piroca dele e no corpo dele, aquela foi uma das melhores sensações da minha vida inteira. Mas, ele acordou com os meus gemidos altos.
- Que porra é essa? - Pai
- Pai? - Eu
O meu pai olhou para a nossa piroca gozada com o meu leite e ele viu a minha baba na piroca dele
- TU ME CHUPOU? - Pai
- Sim... eu não resisti - Eu
O meu pai olhou para mim e imediatamente enfiou o pau dele no meu cuzinho. Eu senti o meu cu ardendo.
- Ai! tá doendo pai, para! - Eu
- Cala a boca seu viadinho de merda. - Pai
Ele enfiou os dedos dele na minha boca e começou a me foder enquanto eu tentava falar. Mas eu não conseguia, só conseguia chorar que nem um putinho e um viadinho.
- Isso, caladinho... Aguenta o pauzão do seu pai, foi tu que saiu daqui, tu saiu do meu letinho seu filho da puta. Agora tu vai receber o leite que você tanto queria. - Pai
Ele começou a me foder com mais força, ele enfiava mais dedos na minha garganta e eu comecei a ficar duro. Meu pai estava enfiando com muita força no meu cuzinho e eu tentei impedir que ele me machuque, mas ele me impediu e me prendeu nos braços peludos e musculosos dele.
- Para de se mover seu puto, tu não queria isso? Tu não queria o meu pau no teu cu, caralho? - Pai
Ele soltou as mãos dele da minha garganta e começou a lamber as mãos com a minha saliva. Ele começou a meter mais forte em mim que eu comecei a gozar lentamente.
- Gozou, foi? Seu putinho... doido pro meu pauzão, né? Ai caralho... vou gozar.. eu VOU GOZAR! - Pai
Ele me pegou e beijou os meus lábios, colocando a língua dele na minha boca enquanto gozava. Após dele gozar, ele pegou o pau dele e colocou na minha cara.
- Limpa essa piroca cheia de leite. - Pai
- Tá bom, papai... - Eu
Comecei a limpar o pauzão dele, duro e cheio de leite dele até ficar limpo. Enquanto eu fazia isso, ele cuspia na minha cara enquanto me chamava de "putinho safado". Após dar uma limpa no pau dele, a gente deitou de conchinha e ele me deu um beijo de língua.
- Porra.... mal imaginei que teria um depósito de porra perto de mim. Boa noite, filhão. - Pai
- Te amo, pai. - Eu
- Te amo mais, filho. - Pai
Ele deu um cuspe na minha língua e começou a me acariciar enquanto a gente começava a dormir. A gente dormiu e acordamos no próximo dia fazendo sexo e tomando banho juntos, o meu pai disse que iria ir em algum lugar e que iria voltar rapidinho. Após ele voltar para a casa, ele trouxe uns amigos dele em casa e eles foram pro quarto e começaram a rir e ficar de piroca dura.
Esse é seu depósito? Novinho pra caralho, quero estrupar esse moleque. - Fábio
Eles começaram a tirar as roupas deles enquanto eu não entendia nada, meu pai se aproximou de mim e agarrou o braço dele no meu corpo, me prendendo e rasgando a minha roupa e me fazendo ficar pelado para os amigos dele. Eles me foderam enquanto eu chorava e dizendo que isso dóia, mas não adiantava de nada. Um dos amigos do meu pai enfiou o pauzão na minha garganta.
Se tu morder vou te espancar e gozar na tua cara. - Henrique
Eles me fodia tão agressivamente que o meu cuzinho começou a sangrar, eles gemiam muito alto enquanto meu pai beijava cada parte do meu corpo e colocando a pica dele na minha barriga.
- Esse moleque é gostoso pra caralho, vou me casar com ele e engravidar. - Fábio
- Mas tu tem esposa, Fábio. - Henrique
- Foda-se caralho, esse cuzinho é melhor que a buceta dela. - Fábio
- Calmem aí, garotões, esse corpinho é nosso e a gente pode fuder ele quantas vezes a gente quiser, né? - Pai
- Ele não tem nenhum pelinho, vou gozar nessa boca. É melhor tu engolir tudo seu viado. - Henrique
Todo mundo gozou em mim, e eles começaram a falar o quão cheio de leite eu tava. Eles me beijaram e foram na sala assistir um jogo de futebol.
- Se essa porra de time não ganhar, vou descontar a minha raiva naquele novinho. - Henrique
Após o jogo de futebol, eles me fuderam novamente, e eles não metia sem dó, eles iam com força. Até que meu pai teve uma ideia.
- Que tal a gente fazer ele falar que é viadinho por nós? - Pai
- Boa ideia, vou gozar na carinha dele se ele falar isso. - Fábio
Eles pararam de me fuder e me fizeram ficar agachado com a cara perto das pirocas pentelhudas deles, eles começaram a bater uma perto da minha cara.
- Bora filhão... Fala ai... diga que você é um viadinho por nós... Se não, a gente te come te penetrando ao mesmo tempo. - Pai
Eu só conseguia chorar e eu tinha que falar aquilo, se não eu ia ficar com meu cuzinho sangrando todo dia.
- Eu sou um viadinho, eu amo o pau de vocês. - Eu
Eles começaram a bater a punheta mais rápido ainda, o cheiro de pau estava forte, eu comecei a bater uma também.
- PORRA!!!!! - Fábio
- TO GOZANDO! - Henrique
- TOMA NOSSO LEITINHO SEU PUTO! - Pai
Eles gozaram na minha cara e me jogaram para cama. Eles se deitaram perto de mim, me dando beijos e começar a dormir. Eles estavam pelados, dormindo encima, no meu lado, atrás de mim. Aquilo era um paraíso, eu sou um viado que gosta de ser fodido por homens velhos, pentelhudos e pauzudos. Comecei a bater a punhetinha e gozei em todo mundo, e eu fui dormir logo em seguida.
No dia seguinte, todo mundo foi embora, me dando um beijo de língua e dizendo que eu ia voltar. Após isso, eu e o meu pai transamos no banheiro, na sala e na cozinha. A gente transou tanto naquele dia que o nosso leite começava a sair pó, então a gente parou por um tempinho. E agora, a gente transa todos os dias, de vez em quando um dos amigos dele vem e me fode e vai pro trabalho sem estresse e todas as sextas, a noite, todo mundo vai pra casa e me comem novamente, eu sou uma segunda esposa deles, que satisfaz todo dia sem reclamar, eu sou um viadinho que está vivendo em um paraíso.