Fechei os olhos e, como num passe de mágica, o quarto se encheu. O ar pesava com o cheiro de sexo intenso. Mulheres gemendo, homens comandando, uma profusão de corpos em movimento. Não parei para contar, mas havia pelo menos sete casais naquela cama. Ele me colocou de quatro, o que me deu uma visão privilegiada daquela orgia. Peguei nos seios de uma mulher que estava ao meu lado, branquinha, seios fartos, apertando seus mamilos enquanto ela gemia na rola do parceiro dela. Olhei para ela, sorrimos, e ela perguntou se aceitávamos uma troca. Sem pensar, respondi que sim. Embora nunca tivéssemos combinado nada, a oportunidade era irresistível.
A troca aconteceu. Meu companheiro colocou a proteção e a penetrou, enquanto o parceiro dela veio para cima de mim. O homem era diferente, uma sensação nova que eu explorava com fome. Ele era mais profundo, sentia cada batida dele lá dentro, alcançando o fundo de mim. Eu gemia como uma desesperada, perdendo qualquer senso de contenção. De repente, meu companheiro cortou o clima, batendo na minha perna e exigindo que fôssemos embora. Eu, sendo educada, não parei imediatamente, seria uma falta de gentileza não deixar o homem terminar o serviço, não é? Ele gozou, e eu fiquei um tempo ali, saboreando cada segundo do que tinha acabado de acontecer.
Quando finalmente nos levantamos, meu marido estava furioso. Eu não entendia o motivo, afinal, ele tinha acabado de estar com outra mulher. O problema não foi a troca, foi me ver gemendo intensamente por outro. Ele acabou com a minha noite e fomos embora em silêncio. Nunca mais tocamos no assunto e nunca mais voltamos a uma casa de swing; ele foi egoísta demais para aceitar o meu prazer. Não sei se terei a chance de viver algo assim novamente, mas saí daquela casa com um sorriso de orelha a orelha. No meio do caminho, senti algo quente escorrendo pela minha perna. Percebi que a proteção havia falhado. Fui embora para casa vazando o leitinho de outro homem, enquanto o meu companheiro se lamentava ao meu lado.