- O que pretende?
Ainda o olhava nos olhos e podia notar quais seriam suas próximas palavras.
- Ainda pergunta, Edu? Vamos ali atrás comigo que eu vou te mostrar o que uma rola preta pode fazer nesse cu branquelo.
Temi e não sabia o que fazer, se ia com ele, ou se fugia, quando na verdade não deixaram que eu decidisse. Para o meu espanto e também minha surpresa, Márcio aparece lá.
- Tira a mão da perna do meu namorado, o imbecil.
- Namorado?
Perguntei confuso, sem notar que era Márcio. Logo o negão se levanta olhando Márcio nos olhos, encarando-o. Foi então de que eu me toquei. Me levantei também, apartando antecipadamente qualquer briga e fui pegando no braço de Márcio puxando-o para o lado. No fundo eu estava gostando daquilo, o meu ego ia lá encima, aqueles dois machos, iriam brigar por mim, mais eu não podia permitir, ou até podia, mais não queria.
- Então amor, vamos embora? Está tarde né?
Falei meio constrangido, quebrando o silêncio e suspirei conseguindo tirar Márcio de lá. Este me levou para o hotel que estava hospedado.
- O que te deu Márcio? Aliás o que faz aqui no interior? E sua mulher?
Aquelas perguntas não saiam da cabeça, eu ainda estava meio perdido. Márcio não respondeu a nenhuma mantendo a cara de marrento, o que me deixava frustrado. Apenas mandou que saísse do carro e o acompanhasse quando chegamos no hotel. Senti ser empurrado para o lado de dentro do quarto e aquele macho, vir pra cima de mim, sedento pelo meu rabo, rasgando e arrancando a minha roupa, beijando o meu corpo quase que como um desesperado.
- Dane-se a minha esposa eu vim atrás de ti.
Disse ele no meu ouvido e deitou na cama me fazendo rir. Foi quando alcei a minha boca a dele e nos beijamos. Logo ele falou.
- Eu estava com saudades dos teus beijos.
E eu respondi.
- Então me beije, vem comer a tua cadelinha vem. Me arregaça.
Falei dengoso para ele, do jeito que ele gostava, porém isso me custou certa agressividade que ele tinha por hábito fazer. Meteu o caralho no meu cu de uma só vez e sem avisar. Isso rendeu-me gritos altos, cheios de dor. Logo falei:
- Seu filho da puta.
Ele respondeu:
- Cala boca sua vadia arrombada e rebola no meu caralho.
Então eu fiz o que ele pedia e comecei a rebolar com todas as minhas forças naquela mala grossa e dura dentro de mim. Não demorou muito e eu gozei. Márcio estocou mais vezes no meu cu me arregaçando inteiro e gozou também. Depois disso, transamos outras duas vezes ainda naquela noite e na manha seguinte, ele foi embora. Mudou-se com a esposa (minha amiga) para a Inglaterra e não o vi mais.