- Adoro a sua pintelheira meu amor!
Não sei se pintelheira se pode considerar palavrão, mas se sim era a segunda vez que os meus puros ouvidos ouviam um palavrão. Só que agora ele já não parava de me sussurrar no ouvido:
- A senhora está gostando de sentir o meu caralho entre as suas pernas? Está, não está sua gulosa? Há quanto tempo é que a querida não dá uma fodinha?
E eu caladinha, recostada no peito dele, num comboio totalmente apinhado de gente que não me davam hipótese de me livrar deste homem malvado, sem sequer poder proferir qualquer gemido ou ai. Por vezes fechava os olhos e deixava-me levar pela tesão, que era mais forte que a razão, e saboreava o momento. As suas palavras, embora com palavrões a que eu não estava acostumada, soavam-me melodiosamente ao ouvido, eis senão quando ele me sussurra:
- Vou adorar lamber-lhe a coninha toda, fazê-la vir-se na minha boca, beber o seu mel, quer não quer querida?
Minha mãe, o que é que este tarado, violador de senhoras indefesas como eu, casada com o maior cabrão que eu conhecia, o meu querido marido, me estava segredando ao ouvido? Arrepiei-me toda! Será possível uma coisa dessas? A cona não é só para enfiar o caralho? A minha cona há largos minutos que estava desejando ser fodida e este doido falava-me em me lamber. Que ordinarice é esta? Mas não tive mais tempo para pensar nisso porque o dedo médio da mão direita dele voltou a tocar-me o grelo e as minhas pernas começaram novamente a tremer. Nem sei como não me despenhei dos saltos altos das minhas lindas sandálias. Sei, sei porque ele me segurava com a mão esquerda, enquanto me bolinava suavemente o meu "caralhinho" da minha cona pintelhuda.
À minha frente, de vez em quando, o mais recente adepto do clube dos cornudos, dizia-me qualquer coisa, às quais eu respondia com um sim, não, talvez, tens razao...Eu estava-me literalmente fodendo-me para o que o meu estimado esposo, o maior cornudo à face da terra me dizia, outros valores se levantavam, principalmente o enorme caralho que a sua querida esposa, sua mulher há 41 anos, prendia entre as pernas e o roçava na sua muito pura vagina. Riam-se suas putas, mas era assim que o meu querido e adorado marido se referia à minha esfomeada cona, cona que ele em 41 anos e mais três de namoro, nunca lhe conseguiu arrancar um orgasmo, e agora, um adorável desconhecido, em menos de meia hora já a tinha feito vir-se duas vezes e estava prestes a fazê-la vir-se pela terceira vez.
E estava eu embrenhada nestes rápidos pensamentos, quando de repente, ele tira o dedo do meu grelinho, tira a mão debaixo da minha saia e começa a apalpar-me o meu valente par de mamas, o meu orgulho, a parte do corpo que eu mais adorava até há meia hora atrás, antes de descobrir que a minha cona tinha ao cimo da testa um órgão a que o malvado atrás de mim me segredou ser o meu grelinho e que era o que me estava a levar à loucura neste momento. Logo de seguida, comigo incapaz de qualquer reacção, desapertou-me dois botões e, descaradamente, meteu a mão por baixo do meu lindo soutiem branco rendado, puxou-o para cima e desnudou-me as minhas queridas mamocas, o meu orgulho enquanto fêmea inocente. Ora me apalpava uma, ora apalpava a outra, com o indicador e o polegar apertava-me ora um bico ora o outro, e minhas queridas e estimadas putas casadas, tão putas como eu me estava tornando neste momento, os bicos das mamas já se encontravam espetados, mas com as carícias dos dedos dele, cresceram-me enormemente, de tal modo que até me doíam. Com isto tudo, aliado a tanta tesão, mais me encostava ao meu amado amante e violador, o meu corpo já estava numa posição diagonal e se não fosse ele amparar-me, concerteza que me estatelava no chão.
Eu sei é que era incapaz de me livrar deste homem abusador, dono de um descomunal caralho que estava depositado debaixo da minha pura coninha, dando-lhe abusadoras cabeçadas, que me deixavam toda melada.
Minhas senhoras, eu, Maria Clara, casada há 41 anos com o barrigudo e careca que se intitula meu marido, o meu querido e estimado marido, a quem fiz o favor de o tornar o homem ainda mais lindo ao acrescentar-lhe um soberbo par de cornos, estava novamente a sentir a escorrer da minha cona um liquido a que o meu querido abusador de senhoras indefesas como eu, chamava de mel e que me segredava ao ouvido que queria beber.