Chamei ele de corno na cara, mandei ele logo a merda e como ele reage? Com risadas, diz que quer ver eu rebolando no pau de outro enquanto chupo o pauzão dele...que ódio!
Mas o Alfredo tem suas qualidades, sustenta a casa e me cobre de presentes. Temos um bom apartamento próprio, um bom carro e podemos viajar bastante. Ele não é mulherengo pelo que eu saiba, está sempre com amigos e prefere levar eles no nosso apartamento, não é de ficar pela rua, a noite está sempre em casa querendo me comer a toda hora, mal tenho tempo de fazer as tarefas domésticas que sempre sobram ao fim do dia. Seu amigo inseparável, aquele que segundo ele é vidrado em mim é o Tonhão, um negrão enorme, muito educado e simpático. Os dois estão sempre no nosso apartamento nos fins de semana, bebendo cerveja, vendo jogos na TV e jogando conversa fora. Pelo que já escutei o Tonhão é solteiro, tem uns quarenta anos e é um típico comedor, diz que já pegou todas, que pega quem quer e por aí vai...
Depois do que o Fred me falou passei a observar a peça melhor, me surpreendi imaginando o Tonhão me comendo, elaborei distraída a fantasia de que ele me pega por trás e mete forte, me chama de puta e eu gozo gritando como uma vadia, logo me assusto com minha fantasia, com meus pensamentos e credito tudo a safadeza e a conversa do Fred. Imagina eu dando para aquele negrão gostoso...jamais!
Em um fim de semana,meses atrás, eu estava vendo tentando ler um livro enquanto os dois estavam bebendo e vendo TV. O Fred e o Tonhão estavam cheios de cerveja e conversavam em voz baixa, eu não escutava mas também não tinha o mínimo interesse em escutar, com certeza o Tonhão devia estar contando para o Fred como comeu a última incauta que cruzou seu caminho.
De repente meu maridão se levanta e diz que vai buscar mais cerveja no mercado perto do nosso condomínio, sem me dar atenção grita já da porta:
-Eu já volto amor...cuide do Tonhão para mim ele bebeu tanto que não pode me acompanhar...
Que safado sem vergonha! Por acaso eu sou a palhaça da esquina, a otária do bairro? O idiota estava me atirando no colo do amigo, ou melhor dizendo, me atirando no pau do negrão!
Logo o Tonhão que na veradde não tinha bebido muito coisa nenhuma foi se chegando com conversa mole de paquerador barato:
-Nossa Marta, você está bonita e com todo respeito que corpão! O Fred está com tudo tendo você...
Dois palhaços mesmo! Combinaram o teatrinho para eu cair na armadilha, o Fred não teria perdão comigo, vou chutar o saco dele assim que ele voltar! Mas por hora resolvi dar corda, ver até onde os dois safados pensavam chegar, foi meu erro...
-Você acha é Tonhão? O que tem meu corpão para você gostar?
Ele até gaguejou um pouco, esperava mais resistência mas se recuperou no ato:
-Sua bunda é gostosa Marta, muito gostosa...e seus peitos não ficam atrás...e foi logo se encostando em mim no sofá onde eu estava. De cara meteu a mãozona na minha coxa como quem não quer nada e foi subindo a mão, eu estava de saia e ele foi levando a mão com a segurança de um sem vergonha safado. Sem resistência da minha parte ele já meteu a mão por dentro da minha blusa e ficou apalpando meus peitos por cima do sutiã. Quando senti sua mão tentando afastar a calcinha e já roçando minha xoxota achei que bastava, mas quando fui cortar a investida ele me agarrou e me deu um beijo de língua que me pegou desprevenida, enquanto tentava me recuperar seu dedo já estava dentro da minha bucetinha e de alguma maneira meu sutiã estava solto e a mão dele estava apertando meu mamilo esquerdo....O cara se mostrou habilidoso e eu sem saber como ou porque estava gostando, depois foi o que tinha que ser!
Logo eu estava retribuindo os beijos dele enquanto meu grelinho era massageado por dedos grandes mas delicados, o filho da puta sabia levar uma mulher pelo caminho da perdição, comecei a acreditar que ele comia mesmo quem queria como contava para o Fred, meu maridão praticamente um corno agora. Foi quando resolvi que a linha fatal já tinha sido ultrapassada,não tinha porque eu perder a oportunidade e se meu marido queria ser corno assim seria! Me entreguei totalmente e joguei longe minhas roupas enquanto aquele macho gostoso fazia o mesmo.
O pau enorme, com a cabeça roxa bem escura e apontando para o teto me hipnotizou, não me envergonho em dizer, eu não via mais nada e agarrei aquele cacete viril pulsando e cheio de veias grossas. Por força do hábito abocanhei o monstro e chupei gostoso, caprichei lambendo toda a extensão que não era pouca, usei muita saliva e mostrei do que sou capaz. O tempo parou para mim e eu não percebia mais nada a minha volta, concentrada naquele membro excepcional eu estava muito ocupada massageando os ovos avantajados e punhetando o mastro negro. Quando a lubrificação natural começou a escorrer eu provei do licor cristalino, uma delícia, abundante e com gosto ligeiramente diferente da baba do Fred...Lembrando disso me assustei e falei para o Tonhão:
-Vai seu desgraçado! Me fode rápido que o Fred deve estar voltando...
Ele riu, levantou-se com calma e me puxou pelo braço. Me levou até a mesa da sala de jantar e me curvou sobre ela sem delicadeza alguma. Apalpou forte minha bunda e sem aviso me deu um tapa tão forte que fui jogada para frente e depois meteu direto por trás na minha xoxota que felizmente estava bem lubrificada, encharcada e até escorrendo demonstrando minha safadeza. Ele foi meio bruto mas homem é assim, mesmo os educados e simpáticos quando ficam de pau duro viram uns ogros...
Senti minha xotinha se alargando para acomodar aquele cacete anormal e o Tonhão não foi nada cuidadoso, a marreta entrou e bateu forte lá no fundo. Com meia dúzia de bombadas violentas eu gozei como uma vadia, gemendo e gritando, mas ele não parou, continuou me arregaçando sem dó e eu estava sentindo um desconforto porque aquele negócio parecia ter ficado maior ainda, possivelmente porque ele já estava quase gozando. Fechei os olhos, cerrei os dentes e aguentei até me sentir os primeiros jatos do gozo dele, o líquido morno invadiu minhas entranhas mas ele sacou logo o pau que chegou a fazer um som de sucção ao sair. Sem cuidado algum me agarrou pelo braço e me empurrou para o chão me deixando de joelhos, depois, é claro, meteu o cacetão todo babado e ainda esporrando o restinho na minha boca.
Foi quando o Fred entrou na sala, abriu a porta de supetão e fechou-a rapidamente. Com a melhor cara de safado que ele tem abriu um largo sorriso e disparou:
-Vocês acreditam que eu não encontrei cerveja em lugar algum? Mas pelo que vejo estão muito ocupados...está tudo bem minha querida?
Eu com o pau enorme na boca não pude responder nada, Tonhão gargalhando:
-Não precisa cerveja Fred e as coisas estão muito bem com a Marta...
Dizendo isso me colocou de novo curvada sobre a mesa, abriu bem minhas pernas com o pé e muito cínico:
-Veja Fred, eu não encostei no cuzinho dela como como prometi, não quero estragar ela para você...agora acho que é tua vez!
Meu marido afastou o negrão da frente e se aproximou de mim tirando o cacete para fora. Lubrificou os dedos na minha buceta que escorria porra do Tonhão até minhas coxas e começou a alargar meu rabinho, primeiro um dedo depois dois, foi fácil...eu já tenho o costume. Quando ele meteu ainda cuidou um pouco, devagar até passar a cabeça depois meteu tudo até eu sentir suas bolas tocando minha xoxota. Quando começou a bombar achou legal me trolar um pouco:
-E então Marta? Me conta aí...gostou do pau do nosso amigo? Vai querer mais?
Meu marido é um porco safado, eu já estava acostumada, mas agora ele é mesmo um corno e eu uma vadia, e querem saber?
Sou feliz, agora dou direto para os amigos do Fred que são muitos e nosso apartamento é uma putaria só nos fins de semana, eu uma fêmea satisfeita livre de falsos pudores sou usada por vários machos e aproveito o melhor que posso...Não me julguem nem tenham inveja de mim.