Algum tempo atrás a sorte me sorriu e vi minha condição financeira mudar radicalmente. Se a minha vida mudou para melhor, a mesma coisa eu não podia dizer em relação à Mary, pois a dela piorava dia a dia. As próprias filhas já cobravam da mãe uma posição mais firme, pois estava ficando insustentável a convivência com o pai, mas o assunto sempre findava quando elas se perguntavam como iriam se manter. Um dia, conversando com a Mary que estava profundamente triste, propus sairmos para tomar um café. Encontramo-nos num shopping e sentados à mesa de uma cafeteria ela explicou o motivo:
- Ah César, não tem mais jeito, meu marido tem aprontado uma atrás da outra, estou de saco cheio, minhas filhas estão da mesma forma e não sei mais o que fazer, se ao menos eu não tivesse parado de trabalhar, hoje eu teria uma fonte de renda, seria mais fácil tomar uma decisão.
Ela falava e dava para sentir o cansaço e desânimo na sua voz, foi então que eu lhe fiz a seguinte pergunta:
- E se você tivesse um lugar para onde ir e alguma forma de sustento, o que realmente faria?
Sem pensar muito ela respondeu:
- Sem dúvida alguma já não estaria mais junto dele.
Refleti um pouco e falei:
- Vou te fazer uma proposta, mas por favor não me interprete mal, só quero seu bem e das suas filhas, pois sei o quanto elas sofrem também.
Ela olhou-me séria e falou:
- Oh meu querido, você sabe muito bem que jamais lhe interpretaria mal, diga.
- Você sabe que hoje desfruto de uma situação financeira muito confortável e posso me dar a luxos que nunca sonhei.
- Sim, mas o que isso tem a ver comigo?
- Calma minha linda, chego lá. Quero te ajudar a sair dessa situação chata que você vive e por consequência suas filhas também, por isso gostaria muito que você aceitasse que eu alugasse um apartamento para vocês e contribuísse até o momento que pudessem ter o vosso sustento próprio.
Ela olhou espantada para mim e falou:
- César não pense que eu reclamo da minha vida para você com algum tipo de interesse, você é meu amigo e sempre me deu essa liberdade. Liberdade aliás que me faz muito bem, não quero misturar as coisas.
- E quem disse que estou misturando, acredite ficarei imensamente feliz se você aceitar.
Ela ficou calada por uns instantes e depois falou:
- Imaginemos que eu aceitasse, como iria dizer isso para as minhas filhas? Elas não são bobas, jamais acreditariam que você é apenas um bom samaritano e no mínimo iriam querer saber de onde nos conhecemos.
Aí foi minha vez de pensar um pouco e depois falei:
- Na minha opinião você tem que abrir o jogo com elas, como se estivesse começando uma nova vida, sem segredos, coisas mal explicadas e tudo mais. Elas são adultas, sabem que você e o pai são liberais, talvez apenas fiquem um pouco incrédulas por você ter assumido a coragem de dar seus pulos fora, mas com certeza motivos não vão lhe faltar para explicar por quê.
- Ah falando aqui parece fácil, duro será falar isso olhando para elas.
- Bom, fiz minha proposta, agora está com você a decisão.
Ela deu um sorriso e falou com sua franqueza peculiar:
- Você é um grande filho da puta isso sim, olha em que situação me meteu!
Sorri do jeito dela, paguei a conta e fomos embora.
Depois desse dia continuamos a nos falar pelo WhatsApp, Skype e às vezes pelo fone mesmo. Ela amadurecia a ideia de falar com as filhas, mas ainda sem coragem. O marido, no entanto, continuava aprontando das suas, até que numa dessas vezes ele ficou dois dias sem aparecer e até a polícia acabou sendo envolvida. Essa foi a gota d"água que faltava, então, num sábado em que ela estava sozinha com as filhas ela criou coragem e falou:
- Meninas preciso ter uma conversa com vocês, mas confesso que estou com medo e não sei muito bem como vão receber o que tenho a falar.
- Nossa mãe - falou a mais velha Suzy - que coisa tão séria você tem para falar?
- É Suzy, você tem razão, é muito séria mesmo, mas antes de começar, eu peço que ouçam com atenção tudo que vou falar, só peço que não me julguem, apenas entendam e só depois digam vossas opiniões, ok?
- Tudo bem mãe, pode começar - falou a Karen.
- Antes de tudo eu quero dizer que serei sincera e honesta como talvez nunca tenha sido com vocês até hoje, pois tenho meus segredos de mulher casada.
- Ora mãe - disse a Suzy - você como casada e nós duas como solteiras.
As duas filhas riram e até a Mary esboçou um sorriso dizendo:
- Você tem razão, confesso que muitas vezes, em silêncio, cobrei de mim mesma ser uma mãe mais aberta e confidente de vocês, mas como diz o ditado, antes tarde do que nunca, e esse tarde começa hoje.
As três foram para a sala, acomodaram-se e a Mary começou a falar:
- Não preciso dizer a vocês a vida que levo com o vosso pai, pois vocês também sofrem as consequências das maluquices que ele faz.
As duas concordaram e enfatizaram que era por isso mesmo que cobravam dela uma posição.
- Muito bem, esse último episódio da novela dele, que vocês muito bem acompanharam, fez meu copinho transbordar e decidi contar uma proposta que tive.
- Uma proposta, de quem? Perguntou a Suzy.
- Calma filha, falei para me ouvirem antes, mas para que vocês entendam o contexto todo, antes de falar sobre a proposta, preciso contar algumas coisas para vocês.
As duas filhas olharam para a mãe com interesse maior ainda.
- Quero começar falando de um assunto que mexeu muito com minha cabeça, é sobre as fotos que você e seu namorado viram no meu computador - falou olhando para a filha mais velha.
- Ah mãe isso é passado, para que voltar nesse assunto?
- Porque é fundamental para tudo que vou contar e falar para vocês.
- Tudo bem então, o que você quer saber?
- Quero saber a qual conclusão vocês chegaram sobre o que eu e o vosso pai fazemos?
- Bom - disse a Suzy - não somos bobas né mãe, ficou evidente que vocês fazem troca de casais ou até mesmo ménage.
- Puxa estão escoladas no assunto heim.
- Acorda dona Mary, estamos no século XXI, internet e acima de tudo suas filhas não são mais duas criancinhas.
- E essa conclusão não chocou vocês?
- Não - falou a Karen - se os dois se sentem bem fazendo não temos nada com isso.
- Mas é importante para eu saber, me consideram vulgar, vagabunda ou até mesmo uma puta por isso?
- Cacete mãe - falou a Suzy no seu jeito franco de falar - para com isso, não se diz que a mulher perfeita é dama na sociedade e puta na cama, então você é a mulher perfeita.
As três riram dessa observação e a Mary continuou:
- Já é um bom começo se pensam assim, pois ainda tenho muitas revelações.
- Então manda ver dona Mary, porque até aqui foi tudo muito fácil - disse a Karen.
- É verdade, eu e o vosso pai somos liberais e já saímos com outros casais.
- E faz tempo isso? - perguntou toda curiosa a Suzy.
- Nossa que interessada, gostou do assunto?
- Não vou negar que esse tema navega na minha cabeça e sempre que penso nele fico excitada.
A Karen olha para a irmã e fala:
- Nossa maninha isso você não tinha me dito ainda.
- Pois é, a mãe não falou que seria um papo franco e aberto, da minha parte vou jogar totalmente aberta.
- E você Karen - pergunto a Mary - o tema também te excita?
- Não vou dizer que sim nem que não, você sabe né, minha vida sexual começou faz pouco tempo, mas já andei lendo algo a respeito e vendo alguns vídeos, não vou negar que a ideia é um tanto excitante.
- Bom saber que minhas filhas têm mente aberta, mas voltando ao que você perguntou Suzy, com casais não faz tanto tempo assim, mas existe outra situação que envolve mais diretamente o vosso pai.
- Vai dizer que ele é viado! - falou a Suzy num tom de brincadeira.
- Qual a sua definição de viado?
Agora a fisionomia dela ficou séria:
- Bem, para mim é homem que gosta de homem.
- E se o homem gostar de mulher, mas também gostar de dar para outro homem?
- Bom aí é o que chamamos de bissexual.
- Ainda assim acha que ele seja viado?
- Complicado isso né mãe, mas acho que toda forma de prazer é válida, quem sou eu para julgar.
- E você Karen, qual sua opinião?
- Exatamente como da minha irmã.
- Muito bem, pouco tempo depois que me casei com o vosso pai, ele confessou que sentia prazer em dar o rabo para outro macho e estava sentindo falta disso. Confesso que de início fiquei receosa, assim como vocês, mas depois fui me acostumando com isso e até sentindo tesão. Compramos vários consolos e eu mesma me tornei sua comedora, mas como ele diz, nada como uma rola de verdade.
A Mary falou assim de forma aberta esperando alguma reação negativa das filhas, mas para sua admiração elas não esboçaram qualquer gesto. A Suzy perguntou:
- Você já o viu dando para outro?
- Mais ou menos, quando vocês eram bem pequenas combinamos com um amigo dele que veio aqui em casa enquanto vocês dormiam, mas naquela época ele era ainda mais egoísta do que é hoje e quando o outro cara começou a passar as mãos nos meus seios ele mandou o cara embora, foi muito grosso com o rapaz.
- Que merda heim mãe - falou a Karen - no bem bom melou tudo.
- Pois é filha, a coisa tinha começado a ficar boa mesmo.
- Não deu tempo nem de dar uma pegadinha no pau do amigo dele - perguntou a Suzy.
- Não filha e fiquei frustrada com isso, pois o cara tinha rola linda de morrer, fiquei babando de vontade.
- Ele chegou a comer o pai - perguntou a Karen.
- Comeu sim filha, meteu tudo no rabo do seu pai e quando ele estava fazendo isso também passou a mão nos meus seios, foi aí que a coisa fedeu, seu pai pirou e mandou o cara embora.
- Que filho da puta heim dona Mary - disse a Suzy.
- Pois é filha isso ele sabe ser direitinho.
A Suzy perguntou:
- E depois dessa noite, ele chegou a sair sozinho?
- Sim, várias foram as vezes que ele saiu sozinho e sempre comigo incentivando, pois no fundo aquilo me dava muito tesão. Ficar em casa sabendo que ele estava dando o cuzinho me excitava demais e não via hora que ele chegasse para descarregar esse tesão.
- Humm - resmungou a Suzy - legal essa cumplicidade de vocês dois, espero casar com um homem liberal também.
A Mary olhou para a filha e perguntou:
- Você toparia participar de situações como essa?
Ela ficou calada por um tempo, mas respondeu:
- Sabe mãe, nesse sentido acho que sou muito parecida com você, adoro ler coisas picantes, ver vídeos de sacanagem e tudo isso me deixa muito tesuda também. Se encontrar um homem liberal eu topo sim.
- O Caio - namorado da Suzy - não é liberal?
- Comigo é sim, não temos tabus ou restrições, além do que ele também adora um fio terra.
- E você nunca tentou nada além do fio terra?
- Já falei que gostaria de meter um consolo no rabo dele, mas acho que o lado machista ainda fala mais alto, mas aos poucos estou convencendo-o.
A Mary olhou para a outra filha e perguntou:
- E você Karen, também toparia?
- Não sei te responder agora mãe, a Suzy já trepa com o Caio faz tempo, tem uma vida sexual ativa e eu você sabe, faz pouco tempo. Embora o assunto me excite preciso de mais experiência para me decidir.
- Está certa filha, tudo ao seu tempo.
De repente ficou certo silêncio na sala até que a Suzy falou:
- Preciso fazer xixi e tomar água.
As três fizeram a mesma coisa e pouco depois estavam de volta à sala, quando mais uma vez a Suzy tomou a iniciativa:
- Mas era isso que você tinha tanto receio de falar com a gente? Falou qualquer coisa de proposta, que proposta é essa?
- Confesso que tinha receio de falar sobre isso sim, mas agora vejo que estava errada, mas meu maior receio é sobre outra coisa que vou contar.
- Vai mãe desembucha logo, assim você mata a gente de curiosidade - falou a Karen.
- Muito bem, seja o que Deus quiser, vou contar tudo sem esconder nada de vocês.
Parte 2
A Mary decidiu que não esconderia nada das filhas, por isso continuou:
- Como contei, o pai de vocês foi sempre muito egoísta, enquanto eu o incentivava a sair, ele me bloqueava nos meus desejos de estar junto.
- Estar junto só para vê-lo dando ou dar junto com ele - perguntou a Karen.
- As duas coisas filha, sempre fui muito fogosa e adoro uma boa rola, queria dar para outro na frente do seu pai e ver a reação dele, mas não tinha jeito, ele não aceitava.
- Porra mãe - falou a Suzy - que sacanagem a do pai heim, se fosse eu o teria mandado à merda.
- Pois é, por mais que eu insistisse nunca me levava, então comecei a entrar nas salas de bate papo e conversar com outras pessoas, homens e mulheres.
- O pai sabia disso? Perguntou a Karen.
- Sabia que eu entrava, pois ele também entrava, só não contava o que conversava com as pessoas.
- E o que você conversava? Perguntou a Suzy.
- Sobre tudo, mas não vou ser hipócrita e dizer que sexo não era o objetivo, pois é o objetivo da grande maioria das pessoas que lá estavam.
- Falava de sexo com as outras mulheres também? - perguntou a Karen.
- Sim falava, queria saber se elas tinham o mesmo problema, se os maridos também eram egoístas. Muitas diziam que sim, mas tinha aquelas que diziam não eram e dessas eu morria de inveja.
- Nunca levou cantada de alguma mulher? Perguntou a Suzy.
- Claro que levei. Foi depois que comecei a entrar nas salas de bate papo que concluí o quanto de pessoas bissexuais existem, principalmente entre as mulheres.
- E o que você falava quando era cantada?
- Naquela época eu nunca tinha parado para pensar a respeito, então com jeitinho eu encerrava o papo.
- E depois, pensou no assunto?
A filha foi direta e objetiva.
- Sim, depois disso comecei a ler sobre o assunto, ver vídeos de ménage onde tinha duas mulheres com um homem e elas se pegavam. Confesso que da mesma forma que sinto tesão em ver dois machos se pegando, ver duas mulheres também despertou a minha libido.
- E depois disso, aceitou a cantada de alguma mulher lá nas salas?
- Nunca saí com mulher com quem tenha teclado, se é o que você quer saber.
- Nunca com quem tenha teclado e com os casais com quem saíram, rolou algo com as mulheres?
A Mary respirou fundo tentando rapidamente pensar no que ia responder, mas concluiu que a verdade tina que ser dita.
- Sim, já transei com outras mulheres.
Mais uma vez ficou um breve silêncio na sala, as duas irmãs se olharam com cumplicidade e foi a Suzy quem falou:
- Não fica preocupada com o que vamos pensar, já que você foi sincera também seremos, como prometido no começo do nosso papo, nós também já tivemos experiências com outras garotas.
A Mary foi tomada de surpresa. Olhou para as filhas e falou:
- Caramba meninas, olhem quanto segredo existiu entre nós, espero que este seja o dia da virada de página neste sentido, segredos nunca mais o que acham?
As três se abraçaram com juras que nada mais seria escondido uma das outras. Depois do abraço coletivo a Karen insistiu:
- Mas e a tal proposta, ainda não falou nada dela.
- Vou falar. Como ia dizendo, conheci muitas pessoas nas salas de bate papo e claro que a maioria eram homens. Com aqueles mais interessantes eu trocava MSN, lembram dele, então ali tinha o recurso de ver foto e até usar a webcam.
- E você viu muita coisa interessante - perguntou a Karen.
- O que você chama de interessante filha?
- Viu muito homem pelado, de pau duro?
- Não vou dizer muito, mas vi sim e alguns muito interessantes.
- E você mãe - perguntou a Suzy - também ficou pelada para eles?
- Para alguns sim e nessas oportunidades confesso que sempre gozei com muita intensidade.
A Suzy de novo foi ao ponto:
- E só ficou no virtual ou foi conhecer algum de verdade?
A Mary engoliu seco, mas de novo foi sincera:
- Fui sim.
- E ficou só no cafezinho ou rolou algo mais?
- Não ficou só no cafezinho filha, fui para o motel e trepei como há muito não o fazia.
- Caralho dona Mary, meteu chifre na cabeça do meu pai - falou a Suzy.
- Isso é uma repreensão filha?
- Claro que não né, na verdade foi ele quem pediu isso, não foi?
- Foi sim, pois se desde o início ele tivesse me incluído nas putarias dele, eu não precisava buscar sozinha.
- Fez muito bem dona Mary, eu teria feito a mesma coisa.
- Porra Suzy - disse a Karen - o Caio que não mije fora do penico, senão está fodido.
- Está mesmo, eu faço exatamente o que a mamãe fez, ele que não seja besta.
- Saiu só com um? Perguntou a Karen.
- Não, teve outros e é sobre um em especial que quero falar com vocês.
- Somos todas ouvidos - falou a Suzy.
- O nome dele é César e já nos conhecemos há mais de dez anos.
- Puta que pariu dona Mary, a senhora é foda mesmo heim. - falou a Suzy.
Elas sempre foram de ter liberdade no linguajar, por isso nunca reprimiam o que sentiam vontade de dizer, mas a Mary já estava mais tranquila agora, pois notou que as filhas eram muito mais liberais do que ela imaginava.
- E o que tem de especial esse tal César, uma rola mais gostosa que os outros?
- Não é isso filha, desde o início nossa empatia foi total e acabamos criando muito mais que atração física sexual, nos tornamos amigos de verdade. Amigos de trocar confidências de nossas famílias, ele também é casado. Ele sabe de vocês e de tudo que o vosso pai apronta, tanto que depois daquela vez que até a polícia foi envolvida, ele me convidou para um café, pois percebeu o quanto eu estava arrasada.
- Um café no motel né safadinha - falou a Karen.
- Não filha, fomos numa cafeteria mesmo, lá no shopping. Expliquei tudo a ele, inclusive que vocês vivem me cobrando uma decisão, mas que não é fácil tomar em virtude da dependência financeira que temos dele e foi então que ele me fez a proposta.
- Hum e qual é?
- Até onde eu sabia, ele nunca foi um homem rico, mas disse que algum tempo atrás a sorte lhe sorriu e ficou muitíssimo bem financeiramente. Vendo minha tristeza e imaginando a de vocês, disse que nos ajudaria até que nos estabilizássemos.
- Ajudaria como? - Perguntou a Suzy.
- Ele disse que alugaria um apartamento e nos ajudaria financeiramente.
- Filho da puta, ele está querendo um lugar para te comer com privilégio. - disse a Suzy.
- Também acho mãe, toma cuidado com esse picareta, quer por um laço no teu pescoço e te tratar como propriedade exclusiva dele, sai de uma merda e entra em outra - falou a Karen.
- Nada disso meninas, muito pelo contrário essa coisa de exclusividade, ele foi meu grande incentivador para conhecer outros homens, fica tesudo quando falo de outros para ele e seu maior desejo é me ver com outros. Se vocês o conhecessem fariam outro juízo dele.
- Sei não mãe, acho arriscado, além do que vai dizer para o pai?
- Dizer que quero a separação, que não aguento mais, que vou viver minha vida junto das minhas filhas.
- Ora dona Mary ele não é idiota, no mínimo vai perguntar como vamos nos virar.
- Não se esqueçam que tenho metade na corretora, vendemos, dividimos e cada um segue seu caminho.
- Sim, mas e depois, vai querer saber como estamos pagando o apartamento, a faculdade, comendo.
- Não precisamos dar satisfações a ele, serão nossas vidas longe das palhaçadas que ele vive fazendo.
- Que merda heim dona Mary - disse a Suzy - uma droga viver junto com um homem dependente e de repente ter que decidir com uma proposta que não deixa de ser tentadora, o que vai fazer?
- Nada sem o consentimento de vocês.
- Vixi ferrou maninha - disse a Karen - jogou o abacaxi em nossas mãos.
- Não é verdade Karen, é uma decisão que afeta vocês duas também, por isso tem que ser uma decisão conjunta e não unilateral minha.
A sala ficou num silêncio total por alguns minutos, cada qual delas com seus pensamentos, até que a Suzy falou:
- Acho que não podemos tomar uma decisão agora, sem saber mais detalhes e até mesmo quem sabe conhecermos esse tal César, o que você acha Karen?
- Acho que você está certa, mãe conta um pouco mais desse seu amigo e quem sabe depois aceitamos conhecê-lo.
- Muito bem meninas, o que querem saber?
- Tudo dona Mary, vai falando e para aliviar um pouco a tensão me diga, ele fode gostoso? - perguntou rindo a Suzy.
A irmã falou:
- Cacete Suzy, você só pensa em foder heim, vai ter fogo assim lá num puteiro.
- Porra Karen até que não é má ideia, já pensou dar para vários machos e ganhar muito leitinho, seria o máximo.
- Vou te responder Suzy - disse a Mary - ele mete gostoso sim, além do que chupa uma buceta como poucos, da última vez que ele veio aqui em casa eu gozei gostoso na boca dele.
- Puta que pariu mãe ele já veio aqui em casa?
- Veio algumas vezes e já me comeu lá minha cama, aqui na sala e na sua cama também.
- Porra até na minha cama, legal heim.
- Achou ruim filha?
- Não é isso, mas é que agora sei que outro macho, além do Caio, fodeu alguém na minha cama.
- Então quando você estiver fodendo com ele de novo lembre que sua mãezinha já deu para outro ali, talvez seu tesão aumente mais ainda.
- Quanto a isso não tenho dúvida, pois só de você falar minha buceta já está melada, imagina quando a rola do Caio estiver dentro dela ou do meu cuzinho.
- Dá sempre seu cuzinho para ele?
- Várias vezes, sinto muito tesão no rabo também.
- E você Karen, já deu o rabinho alguma vez?
- Ainda não mãe, ele apenas enfiou o dedo.
- E você gostou maninha?
- No começo achei estranho e doeu um pouco, mas depois foi gostoso.
- Bom mesmo quando ele meter a vara dentro dele e socar gostoso, só não se esqueça de usar um lubrificante.
- E você mãe, gosta de dar a bunda?
- A ideia me excita, gosto de um dedinho, mas quando é para socar a vara sinto dor, o único que comeu meu cu de verdade foi o César, com ele senti prazer, deve ser o jeito.
- Hum pelo jeito esse César sabe das coisas heim dona Mary, o que mais ele faz de gostoso?
- Já falei que ele chupa gostoso.
- Ah disso eu gosto mãe - disse a Karen - por mim ficaria uma tarde inteira com um macho só chupando minha bucetinha.
- Quem não gosta de uma boa linguinha né maninha.
- É verdade - disse a Mary - agora tem outra coisa né meninas, nada como outra mulher para dar um trato na buceta, sabemos cada cantinho que é bom ser chupado, por isso nós mulheres, geralmente, sabemos chupar outra buceta melhor que os homens.
- Tem razão mãe - disse a Suzy - eu tinha uma amiga que era especialista nisso, pena que ela mudou para o interior.
- Eu a conhecia? Perguntou a mãe.
- Claro, a Dani.
- A Dani filha da Paula e do João?
- Essa mesma mãe, inclusive já me chupou várias vezes aqui na minha cama - falou rindo.
- Nossa cá entre nós ela tem uma carinha de sonsa.
- Mas uma língua de fera, sugava meu grelinho como ninguém fez até hoje.
- E você chupava a buceta dela também?
- Claro, fizemos deliciosos 69.
- Ela é mais nova que você não?
- Sim, dois anos mais nova, mas acredite muito mais experiente nisso de chupar buceta.
- Ela começou cedo então.
- Começou e se eu te contar como foi você vai cair do sofá.
- Agora fiquei curiosa filha, conta.
- Com a mãe dela.
A Mary se esforçou para não mostrar sua alegria por saber que suas fantasias não eram apenas suas e foi logo perguntando:
- Com a mãe dela a Paula, não acredito, como foi isso me conta, você sabia disso Karen?
- Sabia a Suzy já tinha me contado.
A Suzy fala:
- Como você sabe a Dani é filha única e sempre foi apegada demais com a mãe e desde muito cedo elas confidenciavam tudo uma para a outra e numa dessas confidências a Paula falou para a filha que era bissexual e gostava tanto de homem quanto de mulher.
- Nossa deve ter sido um choque pra Dani.
- Que nada, a Dani desde muito novinha sempre foi sapeca, acredita que ela perdeu a virgindade com 13 anos com um cara que tinha 25.
- Caramba estou pasma.
- Não fica, pois foi ela quem forçou o cara a comê-la. Era um vizinho e ela tinha muito tesão nele, tanto fez que ele acabou cedendo.
- E a Paula ficou sabendo logo?
- Claro, aliás, ela já tinha dito para a mãe que ia dar para ele e quando deu contou.
- E a relação dela com a mãe, como começou?
- Ela me falou que sempre tomava banho com a mãe e uma esfregava as costas da outra. Um dia ela estava lavando a mãe e começou a ficar excitada, então começou a passar a esponja pelo corpo todo da mãe que não recusou e pouco depois as duas estavam se beijando. Terminaram o banho e ainda molhadas foram para o quarto da mãe e transaram a tarde toda.
- Nossa e até hoje elas continuam transando?
- Sim, normalmente.
- A Paula nunca tentou nada com você?
Quando a Mary fez essa pergunta a sua filha de uma risadinha safada que não deu para esconder mais nada:
- Mãe, te falei que não existe segredo algum entre elas, quando comecei a transar com a Dani é claro que a Paula ficou sabendo, aí você sabe como é, a cantada era inevitável.
- E... - perguntou a Mary para a filha.
- Topei claro e nós três já ficamos juntas algumas vezes.
- Caralho, mas que filhinha safada eu tenho heim, e eu aqui pensando que tinha duas santinhas em casa.
Aí foi a Karen quem falou algo:
- E nós pensando que nossa mãe também fosse, só que hoje descobrimos que é tão putinha quanto nós.
- Bem, como se diz, tal mãe tal filha, puxaram a mim mesmo, fico feliz.
- E você Karen, disse que também já teve experiência assim, com quem foi eu conheço?
- Não mãe ela é uma amiga da faculdade, nunca veio aqui em casa.
- E onde vocês fizeram ou fazem?
- Na casa dela, os pais saem sempre e aí aproveitamos.
- E você gosta de estar com outra mulher?
- Gosto sim, é mais delicado, mais suave, beijos mais ternos é outro tipo de tesão.
Aquela estava sendo verdadeiramente uma tarde de revelações. A Mary jamais poderia imaginar tudo isso, mas por outro lado sentiu-se imensamente tranquila e feliz por não ter sido julgada pelas filhas, muito pelo contrário, descobriu que elas eram tão apreciadoras de prazer quanto ela e pelo jeito tão safadas também.
Parte 3
As revelações eram tantas que o assunto da proposta ia sendo postergado, mas a Suzy retomou:
- Que outras putarias você já fez com o César?
- Na verdade não foram tantas assim, sempre fizemos muito virtual, mas no real certa vez fui com ele no apartamento de um casal amigo dele.
- Hum e o que rolou?
- Como eu disse a vocês ele sempre me incentivou a sair com outros, com outra mulher, ele diz que quer ser meu corno, ele tem enorme prazer nisso.
- Sério mãe, ele não te quer só para ele? - Perguntou a Karen.
- Não filha, ele me quer é claro, mas o prazer dele é que eu também tenha quem eu quiser, seja outro macho, outra mulher ou casal, apenas quer que eu compartilhe isso com ele, que eu conte os detalhes depois. Nesse dia mesmo que fomos ao apartamento do casal, ele adorou me ver mamando na rola do amigo e chupando a buceta dela.
- Então ele é bem liberal mesmo?
- Totalmente, mais até do o vosso pai que é cheio de frescuras.
- Ele também gosta de dar o cu? - Perguntou a Suzy.
- Gosta sim, mas o tesão dele é dar para a mulher, com homem ele só teve experiência com esse amigo, e praticamente comeu só ele comeu o amigo, porque esse sim adora dar a bunda.
- Então o que o amigo fez com ele?
- Basicamente ele mamou o amigo, tentou dar, mas doeu e pararam.
- E quando você mete nele, também reclama que dói?
- Não porque o tesão dele está na mulher e não em outro macho, além do que, depois de tantos anos comendo o vosso pai, posso dizer que me tornei uma especialista em comer cu de macho.
- Então você precisa me dar umas aulas mãe - falou a Suzy.
- Quando você quiser filha, será um prazer dará aulas teóricas e práticas se quiser.
- Só precisamos arrumar alguém para ser cobaia - disse a Karen.
- Vou pensar nisso - disse a Suzy.
- Bom meninas, para minha alegria hoje foi um dia de muitas e boas revelações, mas não decidimos sobre a proposta do César.
- Da minha parte - disse a Suzy - eu gostaria de conversar com ele antes de dar minha opinião, e você Karen, o que acha?
- Penso da mesma forma, marca um encontro com ele e conversamos nós quatro, depois damos o nosso parecer para você.
- Acho justo, vou falar com ele e marcar um dia.
- Nossa - disse a Suzy - essa nossa conversa mexeu demais comigo, meu tesão está nas alturas e o Caio está viajando, que merda, hoje eu daria para ele feito uma puta, mais do que já sou é claro.
- Não sou tanto como você - disse a Karen - mas também mexeu comigo, acho que hoje até conseguiria dar o cuzinho.
- Então são três, pois estou a toda melada também, se o César estivesse aqui agora seria capaz de foder com ele para vocês verem, gostariam?
- Bela velhaca você heim mãe - disse a Suzy - meter na nossa frente só para aumentar ainda mais nosso tesão, safada.
- Calma meninas, não sou egoísta, se quisessem eu o emprestaria para vocês também, tenho certeza que iriam amar.
- Bom assim seria diferente né maninha.
- Com certeza.
As três riram descontraidamente como há muito tempo não faziam. Aquela tinha sido uma tarde perfeita para aproximação entre mãe e filhas. Uma coisa, no entanto, tinha marcado muito aquela tarde, o fato de saber que a Paula e a filha transavam. Ela se consumia com suas fantasias sobre o mesmo tema. Às vezes ficava com a consciência pesada, mas o tesão do assunto era tanto que por várias vezes já tinha gozado se imaginando numa transa com as filhas. As revelações daquela tarde só alimentaram ainda mais essa sua fantasia, tanto que ao terminarem o papo ela propôs:
- Meninas definitivamente essa tarde mudou o rumo de nossas vidas e daqui para frente não teremos mais segredos entre nós, combinado?
- Combinado mãe - disseram as duas filhas.
- Mas essas revelações me deixaram melada, estou precisando de um banho - disse a Mary.
- Eu também - disseram as filhas quase juntas.
- Eu vou cair numa ducha - disse a Mary.
- Que tal nós três tomarmos juntas, assim podemos continuar nosso papo - disse a Suzy.
- Por mim tudo bem - disse a Karen.
- Por mim também - disse a Mary - vamos ao meu banheiro então.
Entre elas não havia pudores de ficarem nuas uma na frente da outra, afinal andar com pouca roupa em casa, ou até mesmo sem nada era comum entre elas quando estavam sozinhas. Foram para a suíte da Mary, tiraram as roupas que foram jogadas sobre a cama e entraram no Box. Embora não sendo pequeno, mesmo assim era inevitável que os corpos se tocassem. Aquela situação foi alimentando ainda mais a fantasia da Mary e seu tesão era quase insuportável e quase explodiu quando a Suzy pediu:
- Mãe esfrega minhas costas.
Ela então inicia a deliciosa ação de lavar as costas da filha. Começa passando a esponja na parte de cima, perto do pescoço e foi descendo até chegar perto da bunda. Ficou tentada a descer mais, mas se retraiu. Seus movimentos eram circulares, contínuos e por toda a extensão das costas da filha. Descia lavando pelo lado e quando subia de novo chegava a tocar parte do seio da filha e nesse instante seu corpo tremia todo. Estava inebriada nessa ação que mal ouviu a filha dizer:
- Ai que coisa boa mãe, ficaria a tarde toda aqui com você me lavando.
A Karen que só olhava falou:
- Sacanagem, também quero, por favor, dona Mary lava sua outra filhinha também - e entrou no lugar da irmã.
A Mary começou então a lavar as costas da outra filha e repetiu todos os movimentos na Karen. Depois de algum tempo a Suzy falou:
- Agora é sua vez, eu e a Karen vamos esfregar suas costas.
As duas filhas começaram a lavar a mãe e foram mais ousadas, pois não ficaram só nas costas, mas passaram a esponja e as mãos por todo o corpo da mãe que de olhos fechados chegou até emitir uns pequenos gemidos de prazer. Depois de algum tempo elas se enxaguaram, se secaram mutuamente, mas tudo em silêncio, pois era evidente que o clima era de excitação entre as três, mas nenhuma quis tomar a iniciativa. Pouco depois que se trocaram o pai chegou e o assunto parou.
Depois desse dia o marido da Mary deu uma melhorada e elas não falaram mais em ir conhecer o César, mas passado um mês ele teve outra recaída e as filhas ficaram putas, principalmente a Suzy, pois o pai fez uso na frente do namorado dela. Depois disso chegou para a mãe e falou:
- Porra mãe o pai dessa vez passou dos limites, já falei com a Karen e quando você quiser pode marcar aquela conversa com o César vamos conhecê-lo.
- Tudo bem filha, vou falar com ele e vamos ver quando pode ser.
A Mary falou comigo e eu disse que poderia ser o dia que elas marcassem. Depois disso, num fim de semana o marido da Mary falou que ia visitar o pai no litoral. As três falaram que tinham compromisso e não iam. Ele iria sozinho, então marcamos para o sábado no shopping, iríamos almoçar e nos conhecer. Cheguei ao restaurante um pouco antes do horário e fiz a reserva para quatro. Escolhi uma mesa mais reservada, pois assim poderíamos conversar à vontade. Sentei e pedi um aperitivo enquanto aguardava. Pouco depois vejo a Mary chegando com as duas filhas, aliás, duas belas mulheres. Levantei-me e a Mary cumprimentou-me com dois beijinhos e ao apresentar as filhas essas também me beijaram, senti assim que não havia animosidade por parte delas. A Mary sentou ao meu lado e as duas filhas na nossa frente. Perguntei o que elas queriam beber. As três pediram Martini e logo depois o garçom servia, perguntando se já queríamos fazer o pedido. Falei que daí a pouco. Ergui meu copo e falei:
- Quero fazer um brinde a esse momento e espero que dele um novo caminho seja aberto para a felicidade de todos.
Brindamos e a Suzy falou:
- Espero que seu desejo seja realizado.
Ali naquele momento deu para perceber o que a Mary sempre me dizia, a Suzy era mais atirada e extrovertida que a Karen. Olhando fixamente para ela falei:
- Será que esse é um desejo apenas meu?
- Com certeza não César.
- Fala só por você ou por elas também?
- Falo por mim, elas que se manifestem.
Nisso tanto a Mary quanto a Karen disseram que também gostariam de um novo horizonte para suas vidas.
- Muito bem - disse eu - a vossa mãe me disse que querem falar comigo, estou aqui.
- Sabe o que é - disse a Mary - falei para elas sobre sua proposta e ambas quiseram te conhecer um pouco melhor antes de tomarem qualquer decisão.
- Acho justo, pois é uma decisão delicada e vocês devem estar convictas ao tomá-la. O que querem saber?
- Quanto tempo você conhece minha mãe? - Começou a Suzy.
- Algo em torno de uns dez anos, um pouquinho mais.
- Está certo, ela também falou isso.
Senti naquele instante que elas estariam verificando se eu iria dar as mesmas respostas que a mãe.
- Você é casado César? - Perguntou a Karen.
- Sim.
- Não acha que isso tudo possa criar problemas para você?
- Sabe Karen, o que vou dizer agora pode não ter a devida compreensão para você e sua irmã, mas para a grande maioria de casamentos longos, o tesão mútuo acaba ficando apenas uma grande amizade e foi isso que aconteceu comigo. Hoje somos dois amigos sem que um fique interferindo na vida do outro.
- O que minha mãe representa para você? - Perguntou a Suzy.
- Desde quando nos conhecemos a empatia foi imediata. Acabamos nos tornando cúmplices em muitas coisas, nossa sintonia é perfeita e mesmo depois de tantos anos ela mexe com minha libido toda vez que nos falamos, além do que nos tornamos confidentes a ponto de não esconder nada um do outro, tanto que conheço todos os vossos problemas familiares.
- Ela te conta tudo mesmo?
- Bem, tudo é muito amplo, talvez fosse melhor você perguntar isso a ela.
- Conta mãe?
- Conto, não tenho segredos com ele.
- E você, conta tudo para ela?
- Conto, também não tenho segredos com ela.
- Bom meninas acho melhor a gente fazer o pedido e podemos continuar conversando enquanto almoçamos - eu falei.
Elas concordaram, chamei o garçom e fizemos os pedidos. Enquanto aguardávamos a Karen perguntou:
- Me fala uma coisa César, quer colocar minha mãe num apartamento para ter exclusividade sobre ela?
- De forma alguma, muito pelo contrário, sua mãe ainda é jovem, bonita e livre dos problemas que vocês vivem ela tem toda a chance de conhecer alguém que a mereça de verdade e, me desculpe a sinceridade, não o vosso pai que não a merece.
- Como sabe que ele não a merece?
- Vou voltar essa pergunta a vocês duas, acham que ele a merece?
Houve um breve silêncio quebrado pela Suzy:
- Você tem razão, ele não a merece mesmo.
Olhei para a Karen que fez um gesto com a cabeça concordando com a irmã.
- Está vendo só, vocês concordam comigo.
- Por quais motivos você acha que ele não a merece? - Perguntou a Suzy.
- Ah são tantos motivos, mas o mais grave é o fato da dependência dele e apesar de todos os esforços da vossa mãe, ele não mostra desejo em mudar essa situação, muito pelo contrário.
- Tá certo - disse ela - mas existem outros motivos?
Claro que tinha, mas como eu ia dizer que ele era egoísta quanto a ela participar das putarias. Vendo minha indecisão em responder e sabendo exatamente no que eu pensava, a Mary falou:
- Pode falar César já contei tudo para elas.
- Contou tudo o que?
- Tudo ora, elas sabem que eu e o pai somos liberais, que já transamos com casais, que eu e ele somos bissexuais, enfim nada de segredo entre nós três fique à vontade para falar tudo que quiser e como quiser, sem frescuras, elas são liberais também.
- Sendo assim então vou dizer para vocês outro motivo pelo qual ele não a merece, ele tem uma esposa maravilhosa, cúmplice, incentivadora dos desejos dele e ao invés de tirar proveito disso ele destrói essa cumplicidade.
- Destrói como?
Nesse instante o garçom chega com nossos pratos. Ele serve e se retira. Começamos a comer e continuamos a conversar. Olhei para a Mary e falei:
- Já que você disse que posso falar abertamente sem receios então vou dizer. Meninas a mãe de vocês tem um tesão delicioso e deveria ser incentivada cada vez mais a fazer uso dele, por exemplo, o vosso pai não é homem para dar prazer a ela sozinho e ele fica com frescuras, deveria incentivá-la a usufruir desse prazer que ela tem.
- Porra César parece que você está com medo de falar, seja direto usufruir como? - Perguntou a Suzy.
Com essa liberdade que ela me deu falei:
- Muito bem, sua mãe não é mulher de apenas um homem e ele deveria incentivá-la a dar para outros, assim como ela faz com ele, para sair com outros machos para dar a bunda.
- Porra - falou a Karen - agora gostei da sua objetividade.
- E você César, se estivesse no lugar do meu pai, gostaria de dividir sua mulher?
- Suzy, eu e minha esposa já praticamos swing há muitos anos e tinha muito tesão em vê-la dando para outro, assim como a incentivava para sair sozinha, o que ela fez algumas vezes. Quanto a sua mãe, pergunte a ela, sempre cobro isso dela.
- Ela já falou isso para nós, que você tem muito tesão em ser o corno dela.
- Isso mesmo quero ser corno dela todas as vezes que ela sentir vontade. Quero ser corno de machos e mulheres. Fico maluco com a ideia de um dia ela chegar e me contar que transou sozinha com outra mulher.
Nosso papo transcorria aberto e tranquilo enquanto almoçávamos. Ao terminarmos o almoço perguntei se elas queriam sobremesa e as duas filhas da Mary disseram que sim, mas escolheriam ao voltarem do banheiro. Pediram licença e saíram. Ao ficar sozinho com a Mary perguntei:
- O que você acha, passei no teste?
Parte 4
Assim que perguntei para a Mary se achava que eu tinha me saído bem, ela escorregou sua mão para meu cacete, ficou alisando e falou:
- Tenho certeza que sim meu querido, com certeza elas foram conversar um pouco sozinhas para voltarem com uma resposta.
Passado um tempo elas retornam, sentam-se novamente à mesa e escolhem as sobremesas. Feito os pedidos a Suzy olha para a mãe que ainda alisava meu cacete, agora para fora da calça e pergunta:
- O que a Dona Mary está fazendo com essa mãozinha aí embaixo da mesa?
- Uma chance de você acertar.
- Será que está fazendo o que eu imagino que está?
- Arrisca em dizer - fala a Karen para a irmã.
A Suzy dá um sorriso safado como o da mãe e fala:
- Com certeza está alisando o pau do César, acertei?
- Por dentro ou por fora da calça?
- Hum... Como estamos num restaurante acho que é por cima da calça.
- Errou bobinha, tirei o pau dele para fora da calça.
- Caramba mãe não acredito que loucura, não pode ser.
A Suzy estava sentada à minha frente então a mãe falou:
- Está na frente dele, tira seu sapato e estica o pé até aqui e sentirá.
Ela então faz uns movimentos, desliza a bunda para frente da cadeira um pouco e logo sinto seu pé entre minhas pernas. Avança mais um pouco e então seu pé toca na minha rola dura e melada. Sua mãe segura minha vara e esfrega no pé da filha falando:
- Ainda duvida da sua mãezinha?
- De jeito nenhum, acho que ainda tenho muito a aprender com você mãe.
Ela falava, mas não tirou seu pé da minha rola, pelo contrário, ficou esfregando nela e no meu saco também. Nesse instante a Karen fala:
- Puta sacanagem vocês três heim, me deixaram de lado.
- Calma filha, sua vez também chegará.
Nisso o garçom se aproxima com as sobremesas. A Suzy se recompõe na cadeira e eu guardo meu cacete para dentro da calça. Elas terminam de comer. Tomamos um licor e enquanto o garçom providenciava a conta a Karen falou:
- Bom César, nossa mãe falou para nós da sua proposta que, de início achamos muito estranha, principalmente porque estamos envolvidas também, mas hoje, depois de te conhecer um pouquinho, eu e minha irmã julgamos que você é uma pessoa do bem, portanto não colocaremos objeção caso nossa mãe queira aceitar sua oferta.
Olhei para as três e falei:
- Então meninas, conversem mais um pouco entre vocês e depois me avisem a decisão.
Paguei a conta, tomamos nossos licores e saímos do restaurante. Fomos dar uma volta pelo shopping e paramos numa sorveteria. Cada um de nós escolheu o que queria e nos sentamos para curtir aquele momento. Ali jogando conversa fora, agora num clima mais descontraído, a Suzy falou:
- César, quando sentamos as três lá em casa, para minha mãe falar sobre a sua proposta, na verdade rolou muita confidência e até mesmo detalhes, que acabou nos deixando excitadas e foi aí que minha mãe falou que estava tão tesuda que seria capaz de transar com você ali na nossa frente mesmo. Falamos que seria muita sacanagem dela fazer isso e nós ali apenas olhando, mas ela nos surpreendeu e falou que deixaria você transar com a gente também, me conta, você transaria comigo e minha irmã?
Eita garota mais porreta essa Suzy, não mesmo de meias palavras, vai direta no que quer saber, por isso mesmo também fui objetivo:
- Olha Suzy, transar não é ação de um desejo unilateral, para que a transa seja boa é fundamental que haja atração e desejo mútuo, assim como existe entre mim e sua mãe, sempre que trepamos é gostoso. Agora, você e sua irmã são duas belas mulheres, desejáveis e se houvesse desejo de vocês também eu transaria sim.
As três ouviram com atenção e aí foi a Karen quem falou:
- Então vamos dar tempo ao tempo, ele dirá o que pode vir acontecer.
- Mas eu garanto a vocês uma coisa - disse a Mary - experimentem que vão gozar muito gostoso.
- Porra mãe assim você está nos deixando curiosas demais - disse a Suzy, que perguntou:
- E aí César, no sexo vale tudo ou você tem restrições?
- Vale tudo Suzy, claro que esse vale tudo tem que ser para todos os envolvidos.
- Concordo eu também penso assim e você Karen, o que acha?
- Assino embaixo, não sei se você sabe César, eu não tenho lá muita experiência sexual, mas com muita vontade de aprender tudo que tenho direito.
Dei uma risadinha safada e falei:
- Sendo assim eu teria um imenso prazer em te ajudar nessa deliciosa missão.
- Seria muito bom ter um mestre com experiência.
Terminamos de tomar nossos sorvetes e elas disseram que estava na hora de irem. Ofereci carona e elas aceitaram. A Mary sentou na frente comigo, no banco traseiro a Karen atrás da mãe e a Suzy atrás de mim. Durante o trajeto a Mary foi alisando minha rola e a Suzy ficou passando sua mão no meu pescoço e cabelo. Aquela situação de mãe e filha me acariciando era demais e eu estava a ponto de quase gozar. Nisso a Mary tira minha rola para fora e cai de boca fazendo uma chupeta deliciosa. Ao verem aquilo as filhas se chegaram para mais próximo do banco para verem o que a mãe fazia. As duas ficaram incentivando a mãe:
- Isso mãe chupa gostoso o caralho do seu macho, faz ele gozar na sua boca... Isso toma o leitinho dele.
Aquilo foi demais e não consegui segurar, logo enchia a boca da Mary com minha porra quentinha. Ela engole tudo, guarda minha rola dentro da calça e volta a sentar corretamente no banco dizendo para as filhas:
- Sempre gostei de tomar o leitinho dele direto da fonte.
- Porra dona Mary, eu e a Karen estamos molhadas de tesão aqui atrás, bem puta você heim.
- Sou a puta que o César adora, para ele mulher que não for puta não serve.
- Pode deixar mãe, ele terá mais duas putas para foder em breve.
Chegando próximo da casa delas parei o carro e falei:
- Me avisem da vossa decisão, se for positiva começo a procurar um apartamento.
Elas disseram que em breve dariam uma resposta. A Mary saiu do carro não sem antes me beijar na boca. Suas filhas ao se despedirem também me beijaram na boca. A Karen, mais recatada, deu um selinho, mas a Suzy enfiou sua língua na minha boca.
Depois desse primeiro encontro com a Mary e suas filhas, passaram-se alguns dias e a Mary ligou:
- Oi César, tudo bem?
- Tudo e com você minha linda?
- Tudo também, estou te ligando para dizer que vamos aceitar sua oferta e agora, o que fazemos?
- Bom da minha parte vou procurar alguns apartamentos para vocês verem e decidirem, da sua parte eu que pergunto o que decidiu?
- Conversei muito com minhas filhas, meu marido aprontou outra vez e decidi que não dá mais, vou pedir a separação.
- E como você acha que ele vai reagir?
- Na verdade não estou preocupada com o que ele vai achar, decidi que quero ter paz e tranquilidade.
- Vai precisar de um advogado, tem?
- Não, vou ter que contratar, sabe de algum para me indicar?
- Claro, o Celso é advogado e muito bom nesse caso, vou falar com ele, fica tranquila.
- Que bom eu agradeço.
- Mantenha-me informado e assim que eu tiver os apartamentos saímos os quatro para decidir.
- Combinado meu lindo, tchau.
- Tchau.
Assim que desliguei o celular liguei para o Celso.
- Fala Celso, tudo bem com você?
- Tudo tranquilo César, o que anda fazendo de bom?
- Uma coisinha ou outra e você com a Josi, aprontando muito?
- Nem te conto, sábado fomos num motel com outro casal, eles são do interior, doidos de tudo, a mulher tem um fogo na buceta que só vendo e o cara topa tudo, inclusive comedor de cu como poucos, socou a rola em todos nós, quase nem conseguia sentar depois, mas foi bom demais. E a Mary como está? A Josi está com saudade dela, pois adorou o jeito como ela chupa buceta,
- É sobre ela o motivo da minha ligação, ela vai precisar dos seus serviços profissionais.
- Como assim?
- Ela vai se separar do marido e precisa de um advogado.
- Sem problema, leva ela no meu escritório e conversamos.
- Combinado, antes de ir te ligo.
- Combinado e tenha um bom dia.
- Você também e um beijo para a Josi.
- Será dado, mas tenho certeza que ela gostaria disso pessoalmente.
Depois que desliguei entrei nos sites das imobiliárias buscando algumas opções de apartamentos. Selecionei três que facilitasse o acesso ao trabalho e escola das meninas. Fiz contato com as imobiliárias e marquei para o dia seguinte com duas delas pela manhã e uma terceira à tarde. As visitas da manhã foram normais e os apartamentos eram exatamente como nos anúncios. Quando cheguei à imobiliária da tarde a recepcionista falou que a corretora Helena iria me atender. Sentei-me na poltrona e comecei a folhear uma revista, velha é claro, assim como a grande maioria de revistas das recepções. Estava absorto olhando os anúncios quando por uma porta lateral surge uma mulher madura, próximo dos cinquenta ou pouco mais, mas muito gostosa e insinuante. Cumprimentou-me formalmente e pediu que a acompanhasse até sua sala. Nesse curto trajeto observei que ela usava saia e uma blusa discretamente abotoada até próximo ao pescoço, cobrindo os seios que mostravam ser um pouco mais que médios. A saia, pouco acima dos joelhos, mostrava um belo par de pernas. Completava o traje sandálias salto alto, deixando à mostra os pés muito bem cuidados. Para finalizar era possível sentir seu perfume discreto, mas marcante. Enfim, uma mulher que sabia se cuidar. Ao chegar à sala solicitou algumas informações, fez as anotações necessárias e em seguida falou que poderíamos ir. No estacionamento ela estava indo em direção ao seu carro, quando sugeri irmos com o meu. Ela esboçou algo do tipo não ser justo dar trabalho a um futuro cliente, mas como eu insisti, dizendo que não seria incômodo nenhum, ela concordou. Abri a porta para que ela entrasse e ao sentar sua saia subiu um pouco, permitindo que eu visse melhor aquelas belas pernas. Fechei a porta, dei a volta, entrei no carro e saímos. A caminho do endereço que ela indicou, conversávamos animadamente. Ela agora não se mostrava tão formal. No escritório me chamou sempre de senhor e no carro abandonou essa formalidade. Toda oportunidade que eu tinha olhava para aquele belo par de pernas. Numa das vezes ela me flagrou olhando, mas não fez qualquer menção de desaprovação. O tempo todo ela foi falando que o apartamento era um achado, que estava ótimo, enfim, coisas de uma exímia vendedora. Chegamos ao local. Ela se identificou ao porteiro que logo nos permitiu a entrada. O apartamento era no sétimo andar, número 73. Ela abriu a porta e entramos. Logo de início constatei que ela tinha razão, o apartamento estava mesmo muitíssimo bem conservado. Não era velho, tinha cinco anos de construção e apenas o proprietário tinha morado. Mudou-se recentemente, pois foi transferido para outro estado e assim resolveu colocar para alugar. Eram dois quartos mais uma suíte, sala com varanda gourmet, cozinha americana e anexa à lavanderia tinha uma dispensa. O apartamento estava totalmente mobiliado, inclusive com móveis da sala, só não tinha utensílios e eletrodomésticos. Comentei que a pintura estava excelente e ela me disse que o proprietário mandou pintar logo depois que saiu. Falei que já tinha ido ver outros dois imóveis, mas que nenhum deles estava tão bom quanto este, mas a palavra final não seria minha. Ela então perguntou:
- Então será a esposa quem vai decidir?
- Na verdade não estou alugando para mim.
- Desculpa a ousadia, responda se quiser, quem vai alugar então?
- É uma longa história, levaria algum tempo para explicar.
- Mais uma vez não quero ser ousada, mas não marquei mais nada para esta tarde, temos muito tempo se quiser conversar.
Olhei no relógio, eram quatorze horas e eu também não tinha mais nenhum compromisso para aquele dia, então falei:
- Tudo bem, vou te contar quem vai decidir.
- Então me dá licença, vou até o banheiro e já volto - ela falou.
Alguns minutos mais tarde ela retorna e não pude deixar de notar que agora sua blusa estava com dois botões abertos, mostrando assim um generoso decote e um colo muito sensual. Fomos para a sala e nos sentamos. Eu no sofá e ela numa poltrona à minha frente. Assim que ela sentou cruzou as pernas descontraidamente, tanto que deixou à mostra sua bela coxa. Aquilo foi perturbador, mas não pude deixar de olhar, foi automático. Ao olhar para ela notei um leve sorriso em seus lábios, denunciando saber o efeito que causou sua cruzada de pernas. Refeito do impacto falei:
- Muito bem Helena, antes de começar me permita uma curiosidade. Embora não veja aliança em seu dedo, se bem que isso nem sempre quer dizer alguma coisa, você é casada ou já foi?
- Sou casada há trinta anos César e você?
- Alguns anos a mais que você, assim sendo talvez você tenha uma melhor compreensão da nossa conversa.
- Claro, conversas entre casados sempre tem mais entendimento, afinal casamentos longos não são tão diferentes, não é mesmo?
- Com certeza e se me permite concluir, a quase totalidade acaba em amizade e nada mais.
- Concordo, por isso mesmo tenho minha atividade profissional. Ocupa meu tempo, tenho minha independência financeira, conheço muitas pessoas e algumas delas muito interessantes.
Ela falou "algumas delas muito interessantes" de tal forma, que fiquei tentado a perguntar interessantes como, mas julguei que seria muito atrevido da minha parte naquele instante, por isso calei-me.
- Então Helena, nesse pouco tempo que te conheço, meu sexto sentido me diz que você é uma mulher confiável, por isso vou te pedir total sigilo sobre o aluguel desse apartamento.
Ela deu um sorriso safado e falou:
- Seu malandrinho, está alugando para sua amante né?
- Não bem assim, é algo muito mais abrangente.
- Fica tranquilo, você não é o primeiro que atendo nesse sentido e nem será o último, com certeza, pois tem muita mulher que pede para levar chifre, assim como muito marido também, sei muito bem disso.
- E você condena quem mete chifre?
- Que nada, sei muito bem como é difícil acabar com um casamento longo, portanto sejamos felizes fora não acha?
- Concordo plenamente com você Helena, mas neste caso existem outros agravantes, mas não vou entrar nos detalhes. Estou alugando este apartamento para uma amiga e suas duas filhas, ela está se separando do marido.
- Amiga é - sorriu ela - tenho certeza que é muito mais que amiga né César, fica tranquilo, sou muito discreta, nada do que conversarmos aqui sairá dessa sala.
- Ótimo. Você tem razão, ela é mais que apenas uma amiga. A gente se conhece a mais de dez anos e nesse tempo todo mantivemos um excelente relacionamento.
- Hum se ela souber que estamos sozinhos aqui vai pintar ciúmes.
- Que nada nosso relacionamento é totalmente liberal.
- Totalmente liberal, como assim?
- Pensamos e agimos da mesma forma: um não é dono do outro e temos a liberdade de conhecer outras pessoas, somos muito cúmplices nesse ponto.
- Espera aí, deixa ver se entendi, tanto ela quanto você podem sair com outras pessoas?
- Isso mesmo.
- Me fala uma coisa César, você como homem, não se sente traído com isso?
- Muito pelo contrário Helena, eu a incentivo muito a fazer isso.
- Sério! Que delícia ouvir isso de um homem, ela é uma privilegiada em ter você com ela.
- Na verdade tanto ela quanto eu né, pois ela também é liberal.
Nesse instante eu pedi licença e fui até o banheiro.
Parte 5
Quando voltei a Helena, que estava sentada na poltrona, agora estava no sofá e não pude deixar de notar que ela abriu mais um botão, fazendo seu decote ficar mais ousado ainda. Eu sentei novamente no mesmo lugar que estava ficando agora pertinho dela. Seu perfume ficou mais perceptível e não pude deixar de comentar:
- Helena seu perfume é inebriante, parabéns pelo bom gosto.
- Você gostou é, que bom, fico feliz.
- Gostei sim, seu marido tem muita sorte, afinal abraçar uma mulher assim cheirosa é tudo de bom.
- Quem me dera César, ele nem liga para mim.
- Então ele deve ser cego, você é uma mulher bonita, sensual e muito interessante, eu no lugar dele iria querer te abraçar muito - falei sorrindo.
- Ele nem liga, é um machista egoísta, pensa só nele, cansei. Foi por isso que admirei quando você falou que incentiva sua namorada a sair com outros.
- Não só incentivo como é muito excitante saber e vê-la com outro.
- Vocês fazem swing?
- Já fizemos sim.
- Que delícia, algumas amigas minhas também fazem e certa vez tentei tocar no assunto com meu marido, ele falou que isso era coisa de puta e gente safada.
- Você gostaria de fazer?
- Não sou hipócrita César e confesso que penso muito no assunto, sempre que posso leio a respeito, para mim é muito excitante, uma pena que meu marido é um machista burro, pois se não fosse eu toparia sim.
- Então você precisa ter alguém com quem possa fazer.
- Acho que já deu para você perceber que não sou santa, tenho minhas aventuras e curto demais, mas ainda não achei um César para mim - falou e deu uma risadinha safada.
- Mulher santa é como chupar bala sem tirar o papel, não gosto algum - falei rindo.
Ela também riu e perguntou:
- Me fala uma coisa César, pelo jeito a Mary, é assim o nome dela né, é bem safadinha?
- Se não fosse com certeza não estaríamos juntos Helena, ela é a típica dama da sociedade que é uma puta na cama.
- Também sou dessa filosofia, sexo bom é o sexo safado né.
- Falando nisso, você tem alguma restrição no sexo Helena?
- Não, para mim vale tudo que der prazer aos dois.
- Só aos dois? - perguntei rindo.
- Bom, até hoje só estive a dois, mas talvez eu esteja começando a conhecer pessoas que poderão me ajudar a ter novas experiências.
- Se depender de nós com certeza você terá novas experiências.
Ao falar isso eu coloquei minha mão no seu joelho e comecei a acariciar. Ela não fez nenhum movimento de rejeição. Fui mais ousado e comecei a subir minha mão e o tempo todo olhando para seus olhos que também me olhavam fixamente. Com o avançar da minha mão em direção às suas coxas ela abre um pouco as pernas, sinal de permissão ao meu avanço. Agora acaricio suas coxas e o calor começa a ficar mais intenso. Ela se apoia no encosto do sofá, fecha os olhos e abre mais as pernas. Chego à sua calcinha. Com a ponta dos dedos posso sentir que já está úmida e muito quente. Com o leve toque do meu dedo ela solta um gemido de prazer e abre totalmente as pernas. Subo sua saia mais que posso, expondo suas belas coxas. Ainda sobre o tecido da calcinhas eu esfrego sua bucetinha, sentindo sua racha. Enfio meus dedos pelo lado da calcinha e sinto o quanto sua buceta está melada. Vou em direção ao seu grelinho e percebo que não é bem um grelinho, pois é bem desenvolvido e saltava para fora da buceta. Puxo mais ainda a calcinha e agora trabalho melhor naquela buceta receptiva, enfiando os dedos e esfregando o grelo daquela deliciosa mulher. Ela agora gemia mais alto, demonstrando todo o prazer que sentia. Noto que seu corpo começa a tremer e percebo que seu gozo era iminente. Nisso falei:
- Isso putinha safada, goza no dedo do seu novo macho... Assim tesuda... Dá seu prazer para mim... Mela meus dedos com seu gozo cadelinha.
Aquelas palavras foram fatais e assim que as pronunciei ela gemeu forte e falou:
- Gozeeeeiiiii... Puta que pariu que tesão gostoso.
Ela relaxou seu corpo. Tirei meus dedos da sua buceta totalmente melados e os levei para sua boca. Ela então começou a lambê-los sofregamente, o que deixou claro que sentia muito prazer no seu próprio melzinho. Deixou meus dedos limpinhos e falou:
- Ai César que loucura a nossa, mal nos conhecemos e acontece isso, o que vai pensar de mim?
- Não vou pensar nada Helena, já tenho certeza que você é uma mulher deliciosa, cheia de tesão e que deve ser satisfeita nos seus desejos mais secretos.
- Humm você é um amor de pessoa, senti isso desde o começo.
Ao dizer isso segurou meu rosto com as duas mãos, beijou minha boca e falou:
- Fica de pé na minha frente.
Obedeci a ordem daquela mulher sedenta de novas experiências e fiquei de pé à sua frente. Ela senta na borda do sofá, solta o cinto da minha calça, faz com que ela caia aos meus pés. Minha vara está dura dentro da cueca. Ela começa a passar sua mão num carinho delicado. O mel brota pelo tecido. Ela passa o dedo e em seguida o leva à boca. Ela faz isso olhando para meus olhos e sua cara expressava todo o prazer que sentia naquele ato. Ela então tira minha cueca e meu caralho explode para fora, duro e melado. Ela o segura com as mãos e começa uma punheta deliciosa, para logo em seguida meter a boca e começar a mamar a cabeça. Ela chupa e lambe meu caralho. Enfia a cabeça na boca e começa a engolir minha rola. Pouco depois ela está totalmente engolida. Sua ação vai ficando mais intensa e dessa forma meu gozo não demora. Ela sente meu corpo vibrar de forma diferente, tira minha rola da boca e fala:
- Quero sua porra macho tesudo, fode minha boca e goza nela.
Voltou a chupar e enfiar completamente minha vara na sua boca. Assim não consegui me conter e quando ia gozar segurei sua cabeça e atolei o quanto pude minha rola naquela boca, dizendo:
- Caralho... Vou gozar putinha... Assim... Toma minha porra safada... Não é o que você quer.
Gozei forte naquela boca receptiva e ela engoliu tudo, sem deixar escapar uma gota sequer. Quando ela tirou meu pau da sua boca, puxei-a para mim e nos beijamos longamente, dando para sentir o gosto da minha porra na sua boca gulosa. Após esse rápido gozo mútuo recompus minhas roupas e falei:
- Helena independente do que aconteceu aqui, este foi o apartamento que mais gostei, mas como te disse a decisão final não será minha e nem vou influenciar na escolha delas, mas acredite que foi um prazer enorme te conhecer e tenho certeza que vamos nos ver outras vezes, inclusive com a Mary junto.
- Que bom César, espero mesmo que possamos realizar muitas outras fantasias que tenho. Agora vamos que ainda tenho que passar no escritório.
Saímos do apartamento e a levei de volta para a imobiliária.
No dia seguinte falei com a Mary que tinha escolhido três opções para elas verem e aguardava seu retorno para marcar com as imobiliárias. Não comentei nada com ela sobre a Helena, pois não queria influenciar na escolha. Mais tarde, naquele mesmo dia, ela me liga dizendo que poderíamos ir no sábado. Da mesma forma, marquei duas pela manhã e com a Helena de tarde. No sábado pela manhã lá estava eu para pegá-las e fazer as visitas. Ao entrarem no carro tanto a Suzy quanto a Karen me deram um selinho e quando a Mary sentou no banco também me deixou, de forma mais intensa. Liguei o carro e saímos. No caminho perguntei:
- E aí Mary, já falou com seu marido?
- Já.
- E qual foi a reação?
- Esperneou, berrou, xingou, mas não adianta falei que estava decidido e não iria voltar atrás. As meninas também ajudaram e disseram que estavam de saco cheio das coisas que ele vinha aprontando, a ponto de ficarem com vergonha do pai. Falei que ia procurar um advogado e poderia ser único se ele quisesse, caso contrário ele que arrumasse um também.
- Falou que aceitaria o que eu indicasse.
- Já falei com o Celso e ele disse que pode ligar a hora que quiser e se você preferir vou com você.
- Ah eu prefiro.
A Suzy no banco de trás, para descontrair fala:
- Não foi esse amigo do César que já te comeu mãe?
- Foi sim Suzy.
- Legal, vão lá e aproveitam para fazer um ménage com ele - disse rindo.
- Caralho Suzy - disse a Mary - sua irmã tem razão he
Sua imaginação também tem espaço aqui.
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