A coisa toda começou semanas atrás, quando eu tava rolando o feed e vi aquele gif: uma mina dentro do banheiro de igreja, sem calcinha, metendo um desentupidor grosso na xoxota dela até o cabo sumir. A cara dela era de quem tava gozando no céu e no inferno ao mesmo tempo. Aquilo grudou na minha cabeça. Eu ficava molhada só de lembrar. Aí minha mãe implorou pra eu ir à missa de Páscoa, disse que ia ser rapidinha, que a família toda tava esperando. Pra agradar ela e pra ter uma desculpa de ficar perto de tanta gente rezando enquanto eu pensava em putaria, eu topei. Escolhi o vestidinho floral curtinho, daqueles que mal cobre a bunda, branco com florzinhas rosas, decote que mostra o vale dos meus peitinhos firmes. Sem sutiã, claro, porque eu queria sentir o tecido roçando nos bicos duros. Calcinha? A menor que eu tinha, um fio-dental branco que mal cobria a fenda da minha buceta lisinha, depiladinha de ontem. Salto branco alto, daqueles que fazem a bunda empinar. Quando eu me olhei no espelho antes de sair, já senti a xana latejando. - Porra, Rayanne, você é uma vadia mesmo, hein? – eu sussurrei pro reflexo, mordendo o lábio.
Chegamos na igreja lotada, cheiro de incenso, velas acesas, gente de família toda arrumada. Eu me comportei direitinho, ajoelhei quando mandou, cantei os hinos com a voz doce, tomei o vinho e o pão na comunhão fingindo que tava com o coração limpo. Mas por dentro? Minha cabeça só repetia aquele gif. O órgão tocando alto, o padre falando da ressurreição, e eu imaginando o cabo de madeira entrando fundo na minha xana virgem apertada. Meu grelinho tava inchado pra caralho, roçando no fio da calcinha a cada movimento. Eu sentia o melzinho escorrendo, molhando a virilha. Olhei pros lados: casais de mão dada, velhinhas de terço, crianças quietinhas. Ninguém imaginava que a garota de vestido florido tava com a buceta encharcada pensando em se foder com um desentupidor no banheiro da igreja.
Quando todo mundo se levantou pra cantar o próximo hino, eu aproveitei. Sussurrei pra minha mãe que precisava fazer xixi urgente. Ela só acenou, distraída. Eu saí andando rápido pelo corredor lateral, salto clicando no piso frio, o vestido subindo um pouco nas coxas. O órgão retumbava, o coro cantava alto “Aleluia”, e eu sentia o coração batendo na garganta. Entrei no banheiro dos fundos, fechei a porta com o trinco e encostei na parede, respirando pesado. - Caralho, tô tão molhada que minha calcinha tá grudada na buceta – eu murmurei baixinho. Comecei a olhar em volta desesperada. Armário de limpeza, e lá estava ele: o desentupidor, cabo de madeira liso, polido, um pouco grosso, ponta arredondada. Parecia novinho. Meu estômago deu um nó de tesão e nojo ao mesmo tempo.
Peguei ele com a mão tremendo. - Isso é nojento, Rayanne, tem germe pra caralho... mas olha esse cabo... perfeito pra rasgar minha xana e meu cu – eu pensei, mordendo o lábio até doer. Peguei papel toalha, sabão líquido do dispensador, água da pia e comecei a limpar como se minha vida dependesse disso. Esfreguei, enxaguei, passei sabão de novo, sequei. Depois cuspi bem no cabo, lambuzando ele com minha saliva quente. - Vai, sua puta, molha esse pau de madeira pra ele entrar lisinho na sua bucetinha pecadora – eu falei baixinho pra mim mesma. Puxei o vestido pra cima, desci a calcinha até os joelhos. Minha xoxota tava inchada, os lábios vermelhos e brilhando, o grelinho duro pra caralho, um fio grosso de mel escorrendo pela coxa. Eu me curvei, pernas abertas, segurei o desentupidor contra a parede e alinhei a ponta na entrada da minha xana virgem.
Empurrei pra trás devagar. - Aaaaiii... porra... tá entrando... – gemi baixinho quando a ponta grossa forçou meus lábios e abriu caminho. Senti a madeira lisa deslizando, esticando minha buceta apertada. - Oh meu deus do céu... que delícia... tá fundo já... – eu choraminguei, revirando os olhos. Empurrei mais, até sentir a ponta batendo no colo do útero. Dor misturada com prazer bruto, aquele desconforto gostoso que faz a gente querer mais. Comecei a quicar devagar, quadris rebolando, o cabo entrando e saindo com um barulhinho molhado, schlick schlick schlick. Meus peitinhos balançavam dentro do vestido, bicos duros roçando o tecido fino. - Mais fundo, caralho... me fode com esse desentupidor... – eu sussurrei, aumentando o ritmo. Minha buceta babava, suco escorrendo pelo cabo, pingando no chão do banheiro. O órgão lá fora tocava alto, o coro cantava “Glória a Deus nas alturas”, e eu tava ali, quicando feito uma cadela no cio.
Parei de repente, puxei o desentupidor pra fora com um ploc molhado. Meu suco escorria grosso pelas coxas. - Agora o cu... eu quero sentir meu cuzinho sendo arrombado bem aqui – eu disse, voz rouca. Dobrei os joelhos, alinhei o cabo encharcado de buceta na minha rosinha apertada. Cuspi de novo, lambuzei bem o anel. Empurrei pra trás. A ponta forçou, resistiu, depois pop – entrou. - Aaaaahhh caralhooo! Tá abrindo meu cu! – eu gemi alto, quase alto demais. Senti a madeira grossa esticando meu intestino, preenchendo tudo. Dor queimando misturada com prazer insano. Revirei os olhos, baba escorrendo do canto da boca. Comecei a quicar com força, jogando a bunda pra trás, o cabo entrando até o meio, saindo quase todo, entrando de novo. - Que delícia... me fode o cu... arromba meu rabinho... – eu choramingava, voz entrecortada.
Minha xoxota tava com ciúmes, latejando, suco jorrando. Soltei uma mão e comecei a esfregar o grelinho com força, círculos rápidos, dedos melados. Coxas tremendo, joelhos fraquejando. O barulho da igreja entrava pela porta: hinos, aplausos, padre falando. E eu ali, - Aaaaiii porraaa... tô gozando... tô gozando pelo cu com um desentupidor! – gritei baixinho, corpo convulsionando. O orgasmo veio forte, minha buceta esguichando pra caralho, jatos quentes batendo no chão, formando uma poça. Meu cu apertava o cabo com tanta força que eu pensei que ia quebrar. - Ohhh deeeus... tá saindo tanto... minha buceta tá esguichando tudo... – eu gemia, baba literal escorrendo pelo queixo, olhos revirados.
Não parei. Continuei quicando, mais rápido, mais fundo. O cabo entrava e saía do meu cu com barulho obsceno, molhado de buceta e saliva. Esfregava o grelinho sem parar. Outro orgasmo veio rápido, mais forte. - Caralhooo... de novo... tô gozando de novo no banheiro da igreja! – eu gritei entre dentes, corpo inteiro tremendo, pernas molhadas de esguicho. A poça no chão cresceu, meu vestido florido sujo de gotas. Meu cu piscava, agarrando o cabo, sugando ele pra dentro. Eu sentia cada veia da madeira, cada centímetro esticando meu rabinho.
Depois do terceiro orgasmo eu tava um trapo, pernas bambas, respiração ofegante. Puxei o desentupidor devagar. Ele saiu do meu cu com um ploc alto, seguido de um pum molhado de ar e suco. - Porra... que bagunça... – eu ri baixinho, humilhada e excitada. Limpei o cabo o melhor que pude com papel toalha, depois limpei minhas coxas, minha buceta inchada, meu cu aberto que ainda pulsava. O chão? Tentei secar a poça com mais papel, mas ficou marcado. Puxei a calcinha pra cima, o fio entrando na fenda molhada. Ajeitei o vestido, olhei no espelho: bochechas vermelhas, cabelo bagunçado, olhos brilhando de puta saciada. Voltei pro banco mancando um pouco, sentindo os dois buracos latejando, vazando devagar. Sentei no banco de madeira, o suco quente molhando a madeira. O resto da missa foi um tormento gostoso: cada vez que eu me mexia, sentia o cu aberto, a buceta inchada roçando a calcinha. Meu grelinho ainda sensível. Eu cruzava as pernas e apertava, moendo devagar, discreta, enquanto o padre falava da vida eterna.
Quando a missa acabou, eu levantei com as pernas fracas. Minha mãe perguntou se eu tava bem, eu só sorri – Tô ótima, mãe, só um pouco cansada da missa. – Por dentro eu pensava: - Cansada? Tô com o cu arrombado por um desentupidor e a buceta ainda pingando, sua santa. – Voltamos pra casa, eu quietinha no carro, sentindo o latejar, o vazamento molhando o banco. Em casa, no quarto, eu me olhei no espelho de novo e sorri. - Foi a melhor Páscoa da minha vida, caralho. E eu sei que vou repetir.
Mas não acabou aí. À noite, sozinha na cama, eu revivi tudo. Deitei de barriga pra baixo, levantei a bunda, enfiei dois dedos no cu ainda sensível e outro no grelinho. - Lembra daquele cabo fundo no meu rabinho enquanto o coro cantava? – eu gemia sozinha. - Aaaahhh... tô metendo de novo... me fode, desentupidor... arromba minha buceta e meu cu na casa do senhor! – Outro orgasmo veio, mais calmo mas ainda forte, esguichando no lençol. Eu adormeci com os dedos melados, sorrindo, sabendo que toda vez que eu for à igreja agora, vou lembrar do gosto de pecar daquele jeito.
A história toda me deixou marcada. Cada detalhe: o cheiro de incenso misturado com meu cheiro de buceta no ar do banheiro, o barulho do cabo entrando e saindo molhado, o jeito que meu corpo tremia quando o esguicho saía forte, a humilhação de limpar o chão com papel barato enquanto meu cu piscava vazio. Eu me senti a maior vadia do mundo e, porra, eu adorei. Se minha família soubesse o que eu fiz enquanto eles louvavam, iam ter um ataque. Mas eu? Eu só quero mais. Quero voltar na próxima missa, talvez com um brinquedinho menor pra deixar dentro o tempo todo. Quem sabe um dia eu me atreva a gemer mais alto, deixar alguém ouvir. Por enquanto, fico com essa memória queimando na buceta e no cu toda vez que fecho os olhos.