ME ENTREGANDO AO MEU EX

Por: delta-ekato-1 12/07/2026 11694 leituras
Capa do conto
ME ENTREGANDO AO MEU EX

"Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento..."

O ceular vibrava em cima da minha mesa. Na tela apareceu "Professora Júlia" e eu me preocupei.
— Alô? Algum problema com o Gustavo? — perguntei apressado, antes que ela falasse qualquer coisa.
— Calma, Márcio, o Gustavo está com um pouquinho de febre, você pode vir buscar ele? — informou ela.
— Tô indo aí agora.
— Não precisa ficar tão preocupado, acho que não é nada demais. Ele já estava tossindo esses últimos dias... — eu quase não conseguia mais entender o que ela dizia, peguei minhas chaves e calcei o sapato. Saí do meu apartamente andando rápido e lembrei então de ligar para o Yan. Busquei o número dele na agenda, ainda fingindo pra mim mesmo que não mais lembrava, mas a urgência do momento me fez desistir.
— Márcio? Que surpresa você me ligar, você está bem? — perguntou ele, depois de muito tempo, o que me irritou. Eu já estava saindo com o carro quando ele finalmente atendeu.
— Yan, o Gustavo está com febre, a professora dele me ligou e eu estou indo pra lá agora — respondi, ignorando seu jeito cafajeste e conquistador com que sempre falava comigo.
— Mas ele está bem? O que ele tem? — perguntou aparentando preocupação.
— Não sei, ela acha que não é nada demais, mas vou levar ele ao médico pra ver.
— Você acha que eu preciso ir com vocês?
— Claro que sim, nem acredito que está perguntando uma coisa dessas. Ele está doente por culpa sua! É sempre assim quando ele vai pra sua casa, sempre volta com alguma coisa — eu disse irritado.
— Tudo é minha culpa, não é, Márcio? Caralho! Me diz pra onde você vai levar ele que eu chego lá.
Cerca de meia hora depois estávamos eu, Yan e Gustavo, que dormia com a cabeça no meu colo e as pernas no colo de Yan, ouvindo o médico nos acalmar: era uma simples gripe. Ele passou um remédio para baixar a febre e recomendou a ingestão de líquidos.
— É só ter o cuidado necessário que em alguns dias ele já estará completamente bem — disse o médico, um senhorzinho de cabelos completamente brancos e bigode farto, após nos dar dicas de como prevenir o contágio.
Saímos do consultório, Yan carregando nosso filho apoiado em seu ombro, conversando educada e civilizadamente, como não fazíamos há tempos. Yan se mostrava menos irresponsável e mais centrado, o que me agradava. Tinha realmente se preocupado com nosso filho e foi o primeiro a perguntar ao médico as melhores maneiras de cuidar dele.
— Talvez eu não tenha tido cuidado suficiente e por isso o nosso filho está gripado agora, me desculpa, Márcio — disse ele aparentando sinceridade e eu me senti mal por tê-lo julgado mais cedo.
— Essas coisas acontecem, Yan, não foi culpa sua. Eu estava nervoso quando te acusei, sou eu quem te deve desculpas.
— Posso passar a noite com vocês? — pediu ele e quando me viu esboçar uma careta de descontentamento, acrescentou: — Pra ajudar a cuidar do Gustavo, eu não vou conseguir dormir sem saber como meu filho está…
— Não sei se é necessário, Yan… — eu estava relutante. A nossa separação tinha sido um período difícil e eu estava começando a me recuperar completamente. Não me faria nada bem ter o Yan passando a noite no meu apartamento.
— Por favor, Márcio…
— Tudo bem, você pode ir — permiti, me arrependendo no segundo seguinte. Coloquei na cabeça que fazia aquilo pelo meu filho. Yan colocou o Gustavo na cadeirinha, no banco traseiro do meu carro e se virou para mim.
— Vou passar em casa, pegar uma muda de roupa e vou pra lá, até já — e por impulso ele beijou a minha testa e saiu de lá apressado.
Dirigi o caminho inteiro me perguntando se aquela teria sido uma péssima ideia ou apenas uma ideia ruim. Eu já tinha sofrido demais por causa do Yan e não queria que tudo começasse de novo. Afastei esse pensamento da minha cabeça, eu não tinha por que pensar assim. O Yan estava indo para minha casa única e exclusivamente para cuidar do nosso filho com gripe, nada mais.
— Pai, eu tô com fome — disse o Gustavo assim que chegamos em casa.
Gustavo estava comendo, quando Yan chegou. O menino deu um pulo do sofá quando viu o outro pai entrar e correu para abraçá-lo.
— Você vai dormir aqui, papai? — perguntou ele, vendo o pai carregar uma pequna mochila.
— Vou sim, filhão — respondeu ele e o menino comemorou.
Depois de comer nós demos o remédio de Gustavo, o ajudamos a escovar os dentes e o colocamos para dormir. Tudo isso juntos, como uma família novamente. Cada um contou uma história para o menino na cama, que ainda nos encheu de perguntas e nos fez cantar suas canções favoritas antes de adormecer.
— Ele já não está mais com febre, graças a Deus — eu comentei assim que entrei na sala, onde Yan estava apenas de calção de pijama, sem camisa, com duas taças de vinho na mão. Eu acabara de tomar banho e tinha passado no quarto de Gustavo para verificar a febre. Yan me entregou uma taça de vinho e eu me sentei no sofá, na outra ponta, o mais distante que pude.
— Você está cheiroso — disse ele, sendo galanteador como eu temia.
— Yan…
— Não, não, eu só estou comentando a verdade. Você está sempre cheiroso, mas quando sai do banho, como agora, sua pele fica ainda mais… — ele tomou um gole e observou o efeito que suas palavras causavam em mim.
— Como estão seus pais? — mudei o assunto, para não ficar constrangido.
— Estão bem, eu acho. Desde que eu e você nos separamos eu não tenho conversado muito com eles.
— Por que não?
— Eu não quero. Minha mãe, assim como você, me culpa por tudo o que aconteceu e meu pai, o seu fã número um, me dá bronca o tempo inteiro por eu ter pisado na bola com você. É como se eu tivesse doze anos novamente.
— E você em algum momento deixou de ter?
— Vai começar? — ele se irritou um pouco e se levantou, indo até a varanda.
— Desculpa, isso já ficou pra trás. Está com fome? — perguntei, me direcionando para a cozinha.
— Estou sim, vai fazer aquele macarrão que eu amo?
— Tá bem, eu faço.
Yan se sentou na bancada da minha cozinha americana e ficamos conversando enquanto eu cozinhava. De tempos em tempos ele checava o Gustavo. Na última vez em que ele voltou do quarto eu já estava quase terminando o molho do macarrão e ele veio direto até mim pedindo pra provar. Ele se posicionou atrás de mim, encostando seu torso nas minhas costas e pressionando o pau na minha bunda. Eu perdi o fôlego, ainda mais por sentir sua respiração no meu pescoço e sua voz no meu ouvido:
— Faz tanto tempo que eu não como, posso provar?
Meu corpo inteiro já tremia. Havia muito tempo que não sentia o contato do Yan e naquele momento meu corpo recordou todos os momentos incríveis que passamos juntos e apagou da minha mente o sofrimento que ele me fizera passar. Yan aproveitou minha hesitação para tomar o meu pescoço em seus lábios, segurando firmemente minha cintura. Eu soltei a colher na pia e pronto, estava entregue. Não tinha mais volta.
Yan me virou, colou o corpo no meu e me beijou com voracidade. Eu segurei suas costas com força, retribuindo o seu beijo ferozmente. A língua de Yan me explorava, como ele sabia que eu gostava e ele segurava minha bunda com suas mãos grandes.
— Ai, Yan — eu gemi quando ele levantou a minha camiseta e começou a chupar meus mamilos com força.
— Como eu senti tua falta — disse ele, beijando cada parte do meu corpo que podia. Yan se levantou e me tirou do chão e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura. Eu o beijei, enquanto era levado para o meu quarto.
Yan me jogou na cama, sorriu de maneira sensual para mim, me puxando para a beirada da cama. Arrancou o meu calção junto com a minha cueca, revelando o meu cacete duro como pedra. Sentir sua boca no meu pau novamente foi a melhor das sensações. Ele me chupava com pujança, me engolindo inteiro, passando a língua da base até a glande e então por todo o caminho inverso até encontrar minhas bolas e brincar com elas.
— Vem, Yan, quero te chupar também — eu pedi. Yan sorriu safadamente e me disse:
— Eu sei que você tá louco pra matar a saudade do meu cacete, né? — ele subiu na cama e se deitou ao meu lado, com as pernas bem abertas, e iniciamos um 69 maravilhoso.
O pau de Yan era lindo e parecia ter sido feito especialmente para que eu o chupasse, pois foi o primeiro (e único) que eu consegui engolir por completo. Ele adorava quando eu fazia isso, costumava segurar e pressionar a minha cabeça contra o seu ventre por alguns segundos, só pra me ver recuperar o fôlego e olhar para ele sorrindo.
— Eu sei que você também gosta — disse ele após fazer exatamente isso e olhar pra mim com um sorriso de canto de boca. Seus dedos começaram a passear pela área próxima ao meu cu, enquanto ele continuava com o boquete e eu o imitei, sendo ainda mais ousado e enfiando a ponta do meu dedo médio em seu cu, o fazendo gemer com a boca no pau.
Yan se abriu ainda mais pra mim e eu para ele, que também já me dedava profundamente, abrindo caminho para o que viria a seguir. O tesão estava enorme, eu não transava desde que havia me separado do Yan, há 4 meses.
— Me fode, vai Yan — implorei e ele me atendeu prontamente.
— Fica de quatro pra mim aqui na beirinha da cama, vai — pediu ele.
— Tem camisinha no criado mudo — alertei.
— Pra quê camisinha, meu amor, a gente já passou dessa fase, não?
— Não, Yan, pega a camisinha…
— Que foi, Márcio, tá achando o quê? Que eu saí transando com todo mundo quando não estava contigo? — questionou ele demonstrando irritação.
— Não quebra o clima, por favor. Veste a porra da camisinha e pronto.
Yan colocou a camisinha a contragosto. Isso ficou claro na falta de delicadeza com a qual ele meteu o pau em mim, de uma vez e com força. Eu não reclamei, pra não estragar o momento e aos poucos ele foi se acalmando e começou a meter cada vez mais gostoso. Seus dedos estavam cravados na minha cintura e ele bombava ritmadamente. Eu aproveitava as suas pausas para rebolar naquele pau e fazer eu o movimento de vai e vem. Yan ficava louco quando eu fazia isso e dava tapas de incentivo na minha bunda.
— Eu quero te sentir dentro de mim também — pediu ele, depois de longos minutos me comendo. Eu também encapei meu pau e o deitei de bruços na cama, com um travesseiro embaixo do quadril para ficar com a bunda mais empinada e meti com a mesma fúria com que ele enfiou o pau em mim.
— Devagar, caralho! — reclamou ele, mas eu o ignorei. Beijei seu pescoço e continuei metendo.
— Que cu gostoso da porra, Yan. Caralho!
Yan gemia baixinho e virava a cabeça para que eu o beijasse. Eu o fazia sempre que metia com mais força e vontade, para abafar seu gemido, uma vez que nosso filho dormia no quarto ao lado.
— Vou gozar! — anunciei, já retirando o pau do cu de Yan. Eu não precisei dizer mais nada, nos conhecíamos muito bem, então Yan já virou-se a tempo de levar minha leitada em seu rosto. Eu segurei o seu pau na frente do meu rosto e com poucos movimentos de punheta senti os jatos de sua porra tocando a minha face.
Yan me beijou e disse pra mim, antes de irmos tomar banho juntos:
— Porra, Márcio, eu vou te perder nunca mais.

Eu acordei por volta das 6h da manhã quando ouvi a voz do meu filho chamar:
— Pai? Posso deitar com você? — ele fazia isso todas as mnhãs e eu sempre tinha a mesma resposta:
— Vem, meu bebê!
Gustavo abriu a porta do quarto, com os olhos meio fechados, arrastando seu cobertor favorito e subiu na cama. Ele se surpreendeu quando viu Yan deitado ali e sorriu, contente. Deitou-se entre nós dois, de bruços, com um braço em volta do meu pescoço e o outro em volta do pescoço de Yan, e voltamos os três a dormir, aproveitando de maneira preguiçosa aquele começo de sábado.

***

Obrigado por ter lido este conto. Esse foi um conto mais curto, que escrevi numa “sentada” só. Não coloquei as descrições do Yan e Márcio para que enquanto você estivesse lendo pudesse imaginá-los da maneira que quisesse. Mais uma vez: obrigado pela leitura. Votos e comentários servem de incentivo para continuar a imaginar e escrever estas histórias. Espero voltar em breve com outros contos. Um abraço.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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