Um dia desses eu estava com um fogo mais alto, decidi dar uma voltinha com sainha soltinha sem calcinha, e uma blusinha de alcinha.
Estava linda e formosa, já tinha passado em frente a uma construção e recebi vários assobios, o que me deixou mais fogosa ainda, decidi ir pra casa tentar abaixar um pouco esse fogo.
No caminho, passei em frente da mercearia e lembrei que o dono de lá é um homem maduro, e quase sempre estava sozinho nesse horário.
Ele apareceu e com um sorriso bem safado ele me pergunta se queria ajudar ele a limpar a cozinha, disse que me pagaria por meio dia de serviço, eu não estava respondendo por mim, aceitei.
Fomos pra dentro e pra minha surpresa estava tudo limpo e no lugar, me virei pra dizer a ele que não precisava da minha ajuda, ele já estava, grudado em meu pescoço, enlaçou os braços na minha cintura e apertou contra seu corpo, senti seu membro ereto.
Ele passou a mão por baixo da saia e sentiu minha bucetinha molhada, e sussurrou em meu ouvido: _ Tá doidinha pra receber rola! Sua vadiazinha!
Eu amoleci e arrebitei a bunda no seu pinto duro!
Ele me deixou nua!
Me colocou em cima da mesa com as pernas abertas e lambeu minha buceta, e socou dois dedos pra dentro, eu arquei, senti arder um pouco, mas sentia minha buceta piscar.
Meus seios estavam rígidos, implorando por toque!
Ele se levantou e tirou o pinto pra fora, assustei com a grossura da rola, muito maior que a do meu namoradinho, mas estava com muita vontade de ser preenchida!
Esfregou aquela cabeçona, e foi me invadindo devagar, aquilo era um misto de dor e prazer, senti cada centímetro rasgar minha buceta, ele parou um pouco pra eu me acostumar com o volume, e observar minha cara de prazer, amassou meus seios, apertou com força, e começou a mexer o quadril, sem tirar, mexendo, mexendo, aumentando o movimento, apertando meus seios, foi ficando mais vigoroso, eu estava em estado de êxtase, quando me dei conta ele estava dando estocadas entrando e saindo, comecei a ter espasmos, e perder o compasso dele, gozei se sentir a buceta encharcar mais!
Ele sorriu maliciosamente e disse: Gozou na minha pica sua putinha! Agora é a minha vez!
Me virou de costas pra ele, apoiei meu dorso na mesa, empinei minha bunda pra ele.
Ele segurou forte meu quadril, e meteu aquele caralhão grosso em mim!
Segurou firme, senti empurrar meu útero, deu estocadinhas curtas, e foi aumentando as estocadas, tirando todo pra fora e socando novamente, senti estremecer e gemer mais rouco, encheu minha bucetinha de porra, escorreu em minhas pernas, uma porra grossa e viscosa tinha até um pouco de sangue.
Depois desse dia, pelo menos uma vez na semana eu vou ajudar na ``cozinha``.