Vou contar de uma viagem de trabalho que fiz a Porto Alegre, cerca de uns 4 meses atrás.
Como de praxe, sempre que vou viajar, e não tenho a fiscalização da minha mulher, gosto de aproveitar para dar uma curtida no meu outro lado, e pego algumas de minhas roupinhas, que guardo escondido num fundo falso abaixo da caixa d`água, pois fica no forro e sei que minha mulher nunca irá lá.
Peguei duas micro saias, meias, blusinhas, soutien e calcinha, sandálias, minha peruca morena e maquiagem, enfiei na minha mala e fui.
Pensava em pegar uma travesti e levar para um quarto, pedir para ajudar a me montar, e lá transaríamos como já havia feito outras vezes.
Mas nesta viajem foi diferente, peguei sim uma travesti e levei a um motel para me montar, mas quando acabou de me maquiar, ela comentou que eu passaria por travesti facilmente, pois estava uma verdadeira menina, e perguntou se não queria dar uma saída com ela, aí ela negociava com seus clientes duas pelo preço de uma, claro que eu não iria cobrar.
Deixei ela me convencer e fomos, deixei o carro num estacionamento próximo onde havia pego ela, e saimos, o tesão era enorme, pois nunca havia saído montado na rua.
Passamos por um grupo de rapazes defronte a um posto, vieram mexer conosco, deixei que passassem a mão na minha bunda e estava adorando levar cantadas na rua, mas ela me alertou que não podíamos ficar alí, porque tinha dono aquele lugar.
Chegamos a uma ruazinha menos movimentada próximo a uma avenida, e o movimento de carros procurando travestis era intenso, haviam outras travestis e ela me apresentou esclarecendo que não estava lá para fazer concorrência, explicou a brincadeira e elas me deixaram ficar aquela noite.
Por volta de 11 da noite, passou um carro com um rapaz elegante, de terno, que veio falar comigo, chamei a travesti que me montou, e deixei que a Bruna conversasse com ele.
Vi que ela comentou que o programa era R$ 100,00, mas que se ele quisesse, levaria duas por R$ 150,00, ele falou que não tinha o dinheiro, passaria no banco e voltaria logo.
Em seguida, veio outro carro agora com dois meninos, cerca de 20 ou 22 anos, ela fez a mesma proposta, concordaram no ato, ela me chamou novamente para entrar no carro deles, e fui.
Um dos rapazes que era carona levantou, me pegou pela mão e entramos na porta de trás, e a Bruna entrou no banco no carona.
Fomos a um motel ali perto, e lá fomos todos num único quarto, e menino que foi comigo era moreno, cerca de 1,80 e uns 85 kg, bem atlético, se chamava Roni, o outro era loiro, cerca de 1,85 e também bastante atlético, se chama Paulo e entrou junto com a Bruna.
O tesão era imenso, pois nunca havia saído com outros homens assim, tinha apenas transado com travestis, e numa sauna tinha ficado com alguns homens, mas era diferente.
Se deitaram na cama e tiraram a roupa, eu e Bruna, fizemos um showzinho de streap tease, onde nos beijamos e nos alisamos, mas ainda ficamos com meias, salto, e roupas intimas, quando fomos para a cama caímos de boca em seus paus, cada uma pegou um e começamos uma disputa para ver quem mamava mais, o tesão me corroía, cheguei próximo da Bruna, puxando o Roni para mais próximo do Paulo, eu e Bruna trocamos alguns beijos, e começamos a trocar as chupadas nos paus dos nossos meninos, hora eu chupava o pau do Roni, hora do Paulo e ela também, assim cada vez mais o tesão tomou conta.
Nos deitamos no meio deles, e começamos a trocar beijos com eles, e nós, hora beijava um, hora o outro, as mão deles passavam pelo meu corpo, eu alisava Bruna, e nessa hora, já estava explodindo.
Roni me puxou pra cima dele, e comecei a passar meu cuzinho, ainda com calcinha e meia, sobre seu pau que latejava de tão duro, a Bruna ficou de quatro enquanto o Paulo lambia sua bunda.
Não resisti o tesão, e cerca de meia noite, rasguei a meia calca que estava usando, e sem tirar a calcinha, somente coloando-a de lado, ajeitei a cabeça do pau do Roni na entrada no meu cu, que piscava de tesão.
Desci suave sobre seu cacete, sentindo cada centimetro, e comecei em seguida a cavalgar, descia com seu pau enterrado e o beijava, depois voltava a ficar sentado e cavalgava. Ficamos ali por mais alguns minutos, quando estavam prestes a gozar, trocamos de posição e voltamos a chupar os seus paus, a Bruna comentou que não engolia e não queria levar porra na cara, quando estavam quase lá, ela saiu, e os dois ficaram somente comigo.
Emfim, tive que dar conta dos dois, e chupei com vontade enquanto se masturbavam, daqui a pouco os jatos de porra quente em meu rosto, Roni tinha acabado de gozar, cai de boca, limpando cada gota, enquanto isso foi a vez do Paulo, esporrou em meu olho, antes do próximo jato, já estava chupando seu pau, para não perder leite.
Limpei o pau dos dois com a boca e em seguida meu rosto com os dedos, chupava meus dedos para lamber o leite que escorria, que delícia. Cairam de cansados.
Fui para o banheiro e Bruna estava acabando seu banho, me lavei rapidamente, nos arrumamos e voltamos para o ponto, os meninos agradeceram e foram embora nos deixando alí, mas a noite não havia acabado, porém isto continuo outro dia.
Este é meu primeiro conto, e espero que gostem.