" Como você é deliciosa minha flor. Adoro vê-la de pernas abertas, com essas pétalas brilhantes e esse botãozinho tão mimoso. É cheirosa sua" xuxuquinha". "
" Ela é todinha sua meu amor. Cheira ela e me lambe toda, quero gemer de tesão na tua boca"
" Não quer que eu meta a rola nela?, quero ficar bem coladinho e dentro de você, para que me mastigue, como só você sabe fazer "
" Quer dizer que esta tentando com outra?"
" Não amor, ninguém pode ser como você. Teu corpo, teus seios, essa boceta e, a tua bundinha, meu tesouro lindo, essas coxas...não, ninguém poder ser iguala a você amor"
" Júlia pode e é..."
" Mas ela não conta, é nossa filha "
" Bobo, eu sei, mas é tão linda quanto eu. Agora me chupa gostoso...uuuui...nossa, que chupada...Aaah, essa língua em meu tostãozinho, me deixa louca...vem amor, vem meter a pica em mim, vem...meu tesão, enfia ela em minha boceta e me faz gozar... dá ele aqui...gostoso...vai amor enfia...uuuuiiii...delicia de pica...agora fica quietinho e só me beija, me....hummm...amor...."
Eu ouvia tudo e metia os dedos dentro da minha xoxota e me acariciava, me imaginando em seu lugar, levando a pica de meu pai e acabava gozando. Sabia que não estava certo aqueles pensamentos, até mesmo ficar escutando eles meterem , mas era gostoso e me excitava muito. Adorava ver a cara dos dois no dia seguinte, observando aquele carinho extremado. Queria ser feliz daquela forma. A noite eu com um dos meus namorado, colocava para fora o que estava represado e o fazia suar em bicas para me satisfazer e até que um dava conta do recado, mas numa determinada questão eu não abria mão para satisfazer nenhum deles por mais que fossem bons...não dava ao cu, nem morta:
__ Mas amor, que mal há em brincarmos um pouco em sua bela bundinha? Vamos, só um pouquinho...
__ Bela bundinha, não é?, pois quero que ela continue bela e virgem. Até um dedo, uma língua tudo bem mas, rola, aqui em meu cu, nem pensar. Se puder passar sem isso, vamos continuar a nos encontra, mas se não é isso que você quer, vamos nos despedir aqui e, a amizade segue...
__Não vamos chegar a esse extremo, gosto de você. Quem sabe um dia você mude de ideia...
__Negativo, por isso veja bem o que você quer.
Era sempre assim e eu não me animava a liberar o brioco a ninguém, apesar de gostar de um ou
outro carinho anal. O tempo passou e eu me deliciando com tudo que ocorria ao meu redor, me sentia mais e mais apaixonada pelos meus pais diante de tanto amor e felicidade.
Um noite os dois começaram a se curtir na sala, quase que na minha frente e não podendo se conter foram para o quarto e eu da sala podia ouvir os gemidos de minha mãe, que não se prendia a extrapolar os afluxos eróticos, mesmo sabendo que eu poderia ouvir. Era uma sinfonia que me acalentava o espirito. Procurei me concentrar no filme que passava e assim fiquei, até que o s gritos de papai, começaram a me desviar a atenção, e quando a porta do quarto se abriu e ele apareceu todo apavorado com o corpo de mamãe nos braços, eu dei um pulo da poltrona e corri de encontro a ele, que chorava feito criança. Ao olhar para o rosto de minha mãe, compreendi que algo de muito funesto tinha acontecido. Finquei o pé no acelerador e dirigi como uma doida pela madrugada adentro rumo a um hospital. Ela fora levada para a sala de emergência e depois para a UTI, mas...horas depois a noticia maldita chegou...ela se fora.
Depois de um velório que parecia eterno, minha querida mãe, baixou á sepultura e tudo se acabara. Papai, estava inconsolável, procurando uma explicação, que não conseguia aceitar e se não fosse pela minha existência, teria tirado sua vida.
Esquecida de tudo, passei a me dedicar inteiramente a tirar meu pai daquele ostracismo. Fazia dó, vê-lo se acabando, definhando pouco a pouco, as vezes parava diante de mim e sorria e vindo me abraçar, chamava-me pelo nome de minha mãe. Comecei a ver que assim ele ficava feliz e então passei a corroborar com sua fantasia. O auge de tudo, foi o dia que ele me pediu que eu vestisse as peças intimas, que foram de mamãe. Assim que o fiz e me apresentei a ele, seus olhos se avivaram e ele se aproximando de mim , me tomou em seus braços e buscou minha boca, enquanto suas mãos tocavam em cada parte do corpo que ele julgava se da esposa falecida. Beijou-me o pescoço e veio descendo, até colar os lábios sobre o bojo dos seios, com beijos leves, que se aproximavam dos bicos, quando as alças da peça foram descidas e meu busto se projetou livre. Ainda pegada de surpresa, olhava a boca de meu pai se deliciando com os meus mamilos, me deixando paralisada em uma sensação de...satisfação. Não o interrompi, quando, depois de se despir, me carregando, depositou-me sobre o leito e foi separando as pernas e pouco depois, afastava a calcinha, para começar a lamber minha vulva, como devia fazer com mamãe. Deixe que um arrepio de quase morte tomasse conta de mim. A atmosfera do quarto parecia tomado de uma fragrância que me embriagada e me fazia pensar até, que minha mãe, estava ali nos olhando. Quando a língua tocou em meu clitóris eu não pude deixar de gemer e lhe pedir que penetrasse a minha vagina com ela. Depois, sentia a chupada, que a deixava louca, sugando a minha essência e descarregando volts de tesão, que começavam dentro da boceta atingia o clitóris, ficava formigando os bicos dos seios e trazia para a minha mente o desespero de o querer dentro de mim. Tirou a minha calcinha e ai se debruçou sobre meu corpo e mamou em cada seio toda carga de prazer que ali estava alojada. Com uma mão na pica, a passava de baixo para cima e vice versa em toda a extensão de minha boceta, molhando, lubrificando a chapeleta, para em seguida encaixa-la na entrada da vagina e ir mansamente se aprofundando, dentro dela, me levando a loucura e um orgasmos profundo. Abracei-me a ele e levantando as pernas, as coloquei em seus quadris, acolhendo-o de maneira mais firma, junto ao meu corpo. Nos olhamos e por instantes, até achei, que ele tinha percebido o que estava acontecendo, mas...
__Linda, como você é gostosa amor, es a flor mais bela do meu jardim. Te amo e sempre te amarei como a tua...
__Xuxuquinha?- lembrei-me de como minha mãe chamava sua boceta.
__Sim meu amor...
__Então me fode sem reserva, atocha essa coisa gostosa dentro de mim e me faz mais feliz ainda...chupa meus seios e fode minha xuxuquinha....ai, ai, meu amor, que pica deliciosa...fode..fode com toda a vontade que deve ter...teu pau é delicioso...isso...hummm, que delicia, vou gozar...fode fode muito, me deixa mole.
A boca de meu pai, trabalhava em minha boca e meus seios alternadamente, enquanto a pica, ia e vinha dentro de minha boceta. Trocamos de posição, onde eu podia cavalga-lo como uma amazonas e o absorver por inteiro dentro de minha intimidade. Olhava por aquele homem que me fizera dentro de minha mãe, com a mesma pica que estava atolada em mim, e o admirava. Queria ser dele em sua totalidade e por isso depois de algum tempo, sai de sua pica e me posicionei de quatro levando a mão as nádegas que separei e lhe pedi:
__Amor, come o meu cu bem gostoso?
Meu pai, se postou atrás de mim e depois de me beijar o cu, o salivou para em seguida fazer o mesmo com a cabeça da pica e, a ajustar sobre minha pregas. Estava entorpecida de prazer que a dor foi sendo superada a medida que o cu era invadido. Estava inaugurando o meu cu, com o pau de meu pai, que parecia viver uma outra realidade que não era aquela. Via em mim a a falecida esposa, mas em meu corpo desfrutava de todo o tesão que sempre sentira por ela. Não me importava de ser naquele momento a amante de meu pai que me considerava a sua mulher amada. Entregava a ele, para inaugurar, um cu negado á outras picas. Meu pai metia com sagacidade, como devia foder o rabo de minha mãe. Ficamos naquela agradável atitude pois uns 10 minutos até que ele despejou sua carga de seiva, no meu reto e lentamente foi se retirando, até amolecido, ficou estendido sobre a cama ao meu lado, passando a mão em meu corpo, e eu retribuindo com beijos em seu peito, acarinhando seus ovos e a pica que ainda estava molhada, deixando ainda escorrer um filete de porra. Ali estava meu pai, que tinha acabado de meu possuir, sem tomar ainda ciência de que tinha fodido a própria filha. É, realmente eu e mamãe fomos muito parecidas e parecia que tudo tinha acontecido para reparar um mal que viria a acontecer na vida do casal. Daquela noite em diante eu teria que assumir o lugar vago. Não sabia qual seria o dia que meu pai sairia daquela ilusão, mas até lá eu iria aproveitar para ser feliz, sendo, filha, esposa e amante de meu pai. Tudo por duas boas causa, a minha e a dele!