Estava lendo um artigo quando levantei a cabeça e olhei para o local reservado aos alunos e lá estava ela, me olhando fixamente. Era uma loira aí pelos 45 anos, os cabelos presos em um rabo-de-cavalo, olhos castanhos, lábios finos e rosto magro. Nem bonita nem feia. Vestia uma saia na altura dos joelhos e uma blusa de mangas curtas abotoada de forma conservadora, ou seja, nada dos seios de tamanho médio poderia ser visto. Olhei para trás e voltei a encará-la, apontando o dedo para o meu próprio peito, para confirmar se era para mim mesmo que ela estava olhando. Ela confirmou com um movimento de cabeça. Me levantei e disse para as meninas da secretaria que iria dar uma volta para esticar um pouco as pernas, já que o movimento de alunos estava tranquilo. Ao passar por ela, fiz um movimento sutil com a cabeça, pedindo que ela me seguisse. Depois de uns cinco minutos ela saiu da secretaria e começamos a conversar. Ela disse que era aluna do curso de História e estava me olhando daquele jeito por que eu era um negro muito lindo. Disse que era casada e que nunca tinha feito aquilo, mas que não tinha podido resistir. Agradeci o elogio e pedi para conversarmos com mais calma, em um lugar mais tranquilo. Sugeri o meu apartamento mas ela disse que, naquela hora não poderia ir. Perguntei se ela poderia ir à noite e ela disse que sim, pois o seu marido estaria viajando a trabalho. Dei meu endereço e combinamos um horário. Fiquei olhando enquanto ela se afastava e percebi que tinha uma bunda razoável e que a noite seria, pelo menos, interessante.
Quando ela chegou estava totalmente transformada. Tinha cortado o cabelo na altura da nuca, usava uma calça jeans muito justa e de cintura baixa, deixando à mostra a borda da calcinha preta e um desenho da bunda muito apetitoso. A blusa era justa, com um decote redondo que deixava à mostra boa parte dos seios brancos, um pedaço da barriga e a borda do sutiã preto. Eu estava de bermuda e uma camiseta velha, com a gola já bem deformada. Quando ela entrou fechei a porta e disse: “nossa Melanie, você tá um tesão” e ela respondeu: “espera até ver a minha calcinha de putinha”. Nos beijamos longamente enquanto eu apertava com vontade a sua bunda e ela esfregava a buceta no meu pau por cima da calça. Fomos para o quarto e eu rapidamente baixei a bermuda e a cueca até os tornozelos, fazendo o meu pau duro saltar e ficar balançando. Ela olhou para o meu pau e fez uma cara que era uma mistura de prazer e susto. Se ajoelhou e caiu de boca e começou a mamar no meu caralho. Que boca quente aquela mulher tinha! Engolia o meu cacete com tanta vontade que parecia que há anos não fazia um boquete. Tive que interromper a mamada senão iria gozar imediatamente. Terminei de tirar a bermuda e a cueca enquanto ela tirava a minha camiseta. Tirei a blusa dela e a beijei, aproveitando para tirar também o sutiã. Sentei na beira da cama e comecei lentamente a lamber, beijar e chupar os seus seios. Ela gemia, apertava minha cabeça contra os seus peitos enquanto eu desabotoava suas calças e baixava até o meio das coxas. Ela tinha razão: a calcinha preta “de putinha” minúscula estava totalmente enfiada no rabo. Acariciei a buceta por cima da calcinha totalmente molhada, coloquei um pouquinho pro lado e enfiei um dedo, fazendo com que ela gemesse mais ainda enquanto arranhava minhas costas. Ela então fez com que eu deitasse na cama, tirou a calcinha e partiu pra cima do meu pau, reiniciando o boquete. Ela mamava com muita vontade, dando mordidinhas na cabeça que me faziam tremer de tesão. A chupada era acompanhada de uma punheta deliciosa, ora lenta, ora tão acelerada que parecia que iria arrancar a minha pica. Foi então que eu disse: “ah putinha...você vai me fazer gozar...” e ela dizia: “pode gozar...goza na minha cara...”Gozei abundantemente na cara da vagabunda enquanto ela dizia: “isso...assim...goza na minha cara...é bom pra pele...”
Enquanto descansávamos ficamos conversando e ela me disse que tinha dois filhos: um menino de doze anos e uma moça de 21. Ela então me mostrou as fotos da família. Ela, o marido (Moacir, que tinha uma cara de ser muito conservador) a filha e o filho. A filha dentro de um biquíni minúsculo me deixou doido: alta, loira seios grandes, um rabo fenomenal, enfim, uma mulher que nenhum homem consegue comer sozinho. Então eu disse: “putz Melanie, a tua filha é muito gostosa. Quem sabe você me apresenta pra ela e a gente faz um ménage?” Ela não gostou do assunto: “tá maluco? acha que eu sou puta? Acha que a minha filha é puta? De jeito nenhum”. Mas, só de imaginar um ménage com mãe e filha, meu pau começou a ficar duro novamente. Me coloquei entre suas pernas e comecei a chupar a bucetinha. Enquanto lambia e chupava a sua virilha, Melanie gemia e pedia minha língua em sua buceta. Eu saboreava o mel que escorria daquela xota maravilhosa enquanto enfiava dois dedos nela. Beijei e mordisquei o grelinho. Ela gritava e pedia: “me dá teu pau...me dá essa pica preta maravilhosa...me fode... porque o Moacir não me fode assim?” Então deitei ao lado dela, de barriga para cima e ela imediatamente sentou no meu pau que deslizou para dentro de sua buceta. Ela me comia com muita força, movimentado os quadris para frente e para trás, sentindo o meu pau inteirinho dentro dela. Ela estava faminta, louca, desesperada por pica e eu dizia: “quero você...quero você e a sua filha...as duas fodendo o meu pau...” Ela dizia: “não...esse pau é só meu...só meu...” Ela apoiou as mãos no meu peito e pediu: “me bate...me bate...” Eu dei um tapa em seu rosto e meus dedos ficaram marcados em sua pele branca. Ela gemeu, apertou meu pau com a buceta e pediu mais: “isso...assim...eu sou tua puta...me bate meu cafetão...me usa...me arregaça...” Eu bati e o movimento dos quadris se acelerou a um ritmo alucinante e, de repente, ela parou, contraiu a buceta, quase esmagando o meu pau, tremeu, jogou a beça para trás e desabou sobre o meu peito. Senti que o meu pau começava a ser banhado por um líquido viscoso, parecendo chocolate quente. Ela continuou movimentando os quadris lentamente e dizendo: “que macho gostoso você é...eu tô derretendo que nem manteiga...” Então eu gozei feito um jumento e nossas porras se misturaram, escorrendo pelo meu saco e encharcando o lençol. depois de algum tempo, meu pau foi amolecendo e deslizando para fora dela e eu pedi para tirar algumas fotos. Ela perguntou: “não vai aparecer a minha cara”? Eu disse: “claro que não, pode deixar”. Ela concordou. Peguei o celular e pedi para que ela afastasse as pernas e mostrasse a buceta esporrada. Ela atendeu. Depois fotografei seus seios e pedi que ela ficasse de quatro, mostrando o cuzinho e a buceta. Tirei várias fotos e ela disse: “quando estiver com saudades, bate uma punheta pensando no meu rabo”.
Na segunda e última parte deste conto, relato a "festa" que eu e meu irmão fizemos com a Melanie.