Memórias de um corno.

Por: omicron-evdominda-1 10/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
--Da última vez que saíram ela me mandou uma mensagem dizendo que estava voltando e que tinha uma surpresa, era pra eu ficar no escritório que fica na frente da casa esperando ela, que ia entrar e me dar uma coisa. Obedeço e fico no escuro aguardando ela chegar e quando entra, tem um sorriso nos lábios e uma cara de puta que está saciada de tanto foder, era assim que ela sempre chegava de uma foda com Ricardo. ela me beija e posso sentir o cheiro de pau em seu rosto, pois sempre voltava sem tomar banho ou se lavar pra que eu me lembrasse o quanto sou corno quando sentisse aquele cheiro nela, ela desabotoa a saia, se senta em minha cadeira e me manda ficar de joelhos, o que faço prontamente, ela me diz que o presente está entre as pernas dela, afasta a calcinha e me manda chupar sua boceta, passo a língua e sinto o cheiro forte de sexo recém feito, ela fica me olhando e rindo, vou sentindo algo mais molhado vindo de sua xaninha e percebo que é em grande quantidade, ela sorri e segura minha cabeça dizendo "está cheia de leite pra você meu corninho" minha boca vai se enchendo e vou engolindo aos poucos, era muita porra que saía de lá, um tesão fora do comum tomou conda de mim e passei a sugar pra ver se saia mais porra, engoli cada gota ainda lambi a calcinha que ela usava tamanha a volúpia daquele momento, ela sorrindo me beijou e me chamou de guloso pois não compartilhei com ela, disse que nas próximas poderia pensar no assunto, rs....
--Era uma quarta feira, início de noite e já tinha quase duas semanas que eles não se viam. Minha putinha já tinha combinado tudo e só me avisou quando ele chegou que era pra eu ficar quietinho que ela ia para nosso quarto com ele e que não era pra eu interromper a menos que fosse chamado.
Na sala sentado ouvindo os gemidos dela e de Ricardo que estavam na nossa cama transando a quase uma hora, sou interrompido em minha punheta pelo chamado da voz grossa dele dizendo meu nome. "Vem aqui pra vc ver uma coisa" chego na porta do quarto e vejo ela de 4, com as mãos apoiadas na cabeceira e ele atrás dela com o pau na mão me pergunta "É isso que você queria ver?" e coloca lentamente o mastro no cuzinho dela empurrando sem parar com firmeza até as bolas ficarem encostadas na bocetinha dela, ela não me olha e eu fico na porta enquanto ele vai e volta no anelzinho dela umas 4 vezes, ela treme e diz baixinho "To gozando" e começa a tremer colocando o rosto no travesseiro onde durmo todos os dias, ele segura na cintura dela e mexe sem tirar o pau de dentro, deixando ela curtir o orgasmo mordendo a pica dele com o esfíncter enquanto goza abafada pelo travesseiro. Lentamente se recupera e me pede pra voltar pra sala e esperar, porque quer curtir um pouco mais com seu macho.
--Se curtem por mais cerca de meia hora e só então tomam um banho e vêm pra sala nus pra conversar comigo, ela se senta no colo dele e fico no outro sofá enquanto falamos sobre tudo isso, ele me pergunta se não sinto ciúmes e explico que como estou junto eu curto ao meu modo tudo que acontece, mesmo não tendo participado. Ainda posso curtir ela depois de usada, com marcas da foda e saborear meu momento corno com ela me contando o que sente com ele. Depois de algum tempo é hora de ir, ela o acompanha até a porta e se beijam como namoradinhos, depois que ele se vai é minha vez de curtir a minha deusa e saborear o mel do prazer que sentiu nos momentos com seu amante, ouvindo tal como música seus relatos me contando o que não vi, depois dormir ao seu lado e sentir a respiração calma de um corpo que foi deliciosamente usado e teve todos os espasmos musculares que o sexo proporciona.
(Fotos retiradas da internet)

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade