Meninas no banheiro

Por: julia-192 • 14/07/2026 • 31901 leituras
Capa do conto
Sempre me considerei hetero, mas devo admitir que fico exitada quando vejo filmes pornô só com garotas. Então decidi que teria uma transa com uma garota e comecei a procurar. Não poderia ser ninguém conhecido pois sou casada e meu marido nem desconfia dessa minha tara, então parti para as salas de bate-papo e constatei que, é muito mais difícil arrumar uma transa com uma mulher do que com um homem. Após conhecer várias garotas, consegui marcar um encontro com uma: Leila. Morena, cabelos curtos castanhos, olhos cor de mel, alta, com uma bunda de respeito e uma pegada de enlouquecer. Marcamos um primeiro encontro num bar do Recreio. Escolhemos uma mesa mais reservada e papo vai papo vem, assim que teve uma oportunidade Leila enfiou a mão por baixo ma minha saia, puxou minha calcinha e sem nenhuma cerimonia, enfiou dois dedos na minha buceta. Eu fui a Lua e voltei, não esperava que ela fosse tão rápida e imediatamente fiquei com a buceta completamente molhada. Como é normal garotas conversarem sempre bem próximas, ficamos bem coladas e Leila me fez gozar ali mesmo, sem falar que eu não resisti e trocamos alguns beijos e que boca deliciosa ela tinha, depois desse encontro ficamos algum tempo nos falando por telefone até marcarmos um outro encontro, dessa vez foi num bar da Taquara e novamente nos valemos do fato das garotas andarem mais próximas que os meninos. Depois de alguns chopps e o bar ficar bem mais vazio, fomos ao banheiro juntas. Ai a coisa pegou fogo, começamos a nos beijar e logo eu estava com as calças desabotoadas e os dedos de Leila massageando meu grelo, dessa vez eu retribuiria a altura, desabotoei sua blusa e me deparei com peitos lindos pequenos mas muito macios e logo cai de boca neles, que delícia, eu nunca tinha chupado peitos femininos. Tínhamos pressa então logo desabotoei sua calça e despi uma das pernas colocando em cima da pia, afastei a calcinha e chupei uma buceta lisinha, macia, quente e molhada de tanto tesão, um mel. Ela quase não conseguia conter os gemidos, ela agarrou meus cabelos e me puxava pra dentro dela. Fudi aquela bucetinha com a língua, depois invertemos, ela chupava minha buceta mordiscando meu grelo e chupava meu peito e depois voltando pra buceta, me fazendo gozar mais de uma vez. Depois por fim ela me debrussou de quatro por cima de uma bancada e deu varias linguadas que iam da buceta até meu cuzinho q ficou piscando, quando ela percebeu minha queda por anal, enfiou o dedo no meu cu sem parar de chupar minha buceta, o q me fez gozar mais uma vez. Logo nos recompomos e saimos do banheiro que por sorte não tinha ninguém do lado de fora. Não considerei esse episódio como uma transa, já que eu esperava que nos próximos encontros fossem numa cama, mas não teve próxima, pois perdi meu celular na época e o único contato que tinha com Leila era através do telefone.

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