Quando cheguei em casa, flagrei o meu filho de 7 anos mamando o meu amigo, eles não pararam quando me viram, o meu amigo me encarou e só empurrou mais fundo.
Meu amigo me relatou em detalhes como tudo aconteceu:
Convidei um colega do trabalho para assistir ao futebol em casa. Depois de algumas vezes assistindo juntos, ele começou a aparecer todo domingo com uma caixinha de cerveja na mão. Temos uma boa amizade, sempre conversamos sobre futebol e torcemos pelo mesmo time. Neste domingo, havia um jogo importante do nosso time, então preparei alguns petiscos, cerveja gelada e esperei por ele.
Quando deu o horário do jogo, meu amigo se chama Rafael, ele chegou tranquilo e sorridente, animado para a partida, vestindo a camisa do time e trazendo uma caixa de cerveja. Ele é moreno, de pele clara, alto, tem cerca de 26 anos e é solteiro. As meninas da empresa ficam admiradas por ele – e eu também, é importante ressaltar – mas ele nunca demonstrou interesse por ninguém.
Quando ele entrou, o meu filho Guilherme como sempre estava deitado no sofá de dois lugares, ele tem 7 anos, a pele bem clara e sedosa, cabelo preto e grosso penteado de lado, confesso que o meu filho é bem mimado, sou pai solo e a mãe nunca procurou por ele, então eu faço tudo por ele desde que nasceu, todos os seus gostos, mesmo sabendo que não deveria, mas tento suprir o carinho que ele deveria receber de uma figura materna também, então ele ainda mama mingau na mamadeira, não consegui tirar esse hábito dele. Rafael se aproximou e apertou a mão do meu filho, que adorava a companhia dele.
Sentamos no sofá maior quando o jogo começou, as brejas geladas na mão, comentando cada lance.
Então eu reparei que o Rafael estava ficando desatento ao jogo aquele dia, não tava reclamando tanto dos lances perdidos com tanta frequência e olhei na direção que ele tava olhando, era para o sofá ao lado, para o meu filho.
Guilherme estava distraído, desistindo de assistir ao jogo, estava jogando no tablet um joguinho, ele estava só de cueca e ficava abrindo e fechando as pernas sem perceber que estava sendo observado com um olhar faminto, aquele fato enviou uma onda de tesão direto para o meu pau e eu não entendia o porquê.
Avisei que ia na cozinha pegar mais uma breja, o Rafael falou um "beleza" ainda distraído e eu fui, dei uma espiada na sala e vi meu amigo olhando cada movimento do meu filho com cara de tarado fantasiando com o meu garotinho, e ficou mexendo no pau, ali eu tive certeza que ele estava com tesão.
Eu nunca imaginei que a minha reação fosse sentir tesão observando aquele cenário, meu pau ficou duro vendo ele tarar o meu filho, já me deu uma adrenalina gostosa e deixei eles mais tempo sozinhos, ansioso para saber se ele ia tomar alguma atitude ou se ia ficar observando.
Quando voltei perguntei se o Gui iria querer mais mingau, ele quis, pedi para o Rafael colocar na mamadeira, meu amigo concordou e saiu arrumando o pau na bermuda, fiquei de longe observando quando ele teve uma ideia, se punhetou com vontade e gozou na mamadeira do meu filho, colocou o mingau, sacudiu e voltou pra sala.
Perguntei se ele queria dar na boquinha do Guilherme, nessas palavras, ele me olhou assustado, mas concordou, ainda meio temeroso, mas com o tesão o movendo, ele sentou no sofá menor com o meu filho e lhe deu o mingau na boca, eu levantei, Rafael ficou quieto me olhando, eu só deitei a cabeça do meu filho na coxa dele, perto do pau, e ele novamente ofertou a mamadeira, que o meu filho tomou tudo sem reclamar do sabor.
Ninguém ali estava mais ligando para o jogo e eu já tava ansioso para o próximo domingo.
O dia acabou sem mais interações entre os dois, os dias foram se passando e o meu tesão foi crescendo, queria realmente ver até onde tudo chegaria, será que o meu amigo teria coragem de comer o meu filho? Será que ele faria isso na minha presença? Eu esperava que sim, ansioso para ver um macho, aquele macho gostoso comendo o meu inocente menino.
Bolei um plano.
Coloquei câmeras espalhadas por toda a casa, principalmente no quarto do Guilherme, em posições estratégicas e numa sexta na noite eu coloquei o plano em prática.
Liguei para o Rafael e disse que ia precisar viajar por três dias, porque tinha um parente doente em outra cidade e que não poderia levar o Guilherme, perguntei se ele poderia ficar lá em casa com o meu filho durante esse tempo, preocupado e solícito ele aceitou.
O dia da "viagem" chegou. As câmeras estavam ligadas ao meu notebook, eu fiquei em um hotel próximo, só assistindo e acompanhando tudo.
Quando liguei tudo acompanhei desde o início a interação dos dois, assim que eu saí, Rafa pegou meu filho no colo e já deu um beijo em sua boca, passeando a língua demoradamente, o meu filho sem reação, mas não recusando, inocente sem entender direito.
Rafael tirou as roupas do meu menino olhando com cara de safado, sacou o pau pra fora e ficou mexendo no pau duro, ele pegou o celular rapidamente, mirou no corpinho nu do Guilherme e tirava fotos nas partes íntimas dele, pegou ele no colo e levou para o quarto, onde eu tinha uma visão ainda melhor, deutou ele na cama, abria as pernas dele e tirava mais fotos, o meu pau estourando de tanto tesão.
Acredito que receoso, ele não penetrava no Gui, passou o pau melado na portinha do cu do meu filho, só pincelando, o tesão era tanto que ele gozou ali mesmo, na entradinha.
E no primeiro dia, foi só isso que aconteceu, mas nos outros dois dias...