Meu Colega. Meu Homem. Minha tentação.

Por: bruno-109 • 24/07/2026 • 299 leituras
Capa do conto

Eu sou casado. Não me sinto gay. Não curto homens. Mas a verdade é que tem coisas que não tem como explicar. E tudo começou na infância.

Eu tinha dez anos, se me lembro. E como todo garoto nessa idade, meu piru vivia ficando duro e dando uma sensação gostosa quando encostava nele. Foi nessa época que eu e meu colega Márcio começamos a conversar sobre isso. Ele vivia em minha casa. As vezes a gente ficava sozinhos no quarto jogando Atari. Minha mãe mesmo precisa pra fechar a porta por causa do barulho dos jogos. Ele também sentia essa coceirinha legal quando alisava seu pau. E foi em um dia que não tinha mais ninguém em casa, que ele queria ver quem tinha o pau maior. Ele botou o dele pra fora e já começou a esfregar os dedos nele. Eu estava com vergonha. Mas ele insistiu e eu vendo ele animado, me animei também. Botei o meu pra fora. O tamanho não era diferente. Mas o dele era todo reto, enquanto o meu era um pouco torto. Ele se gabou dizendo que o dele era maior. Mas não era. A gente usou uma régua pra medir. 13cm os dois. Ele tinha um jogo que dizia que era proibido, se chamava xman. Então pedi pra trazer e ele foi buscar. Era um jogo esquisito. Mas quando passava na fase, ficava um cara com um caralho enorme e um saco enorme comendo a mulher. A gente tinha que mexer rápido o controle pra ele gozar. A gente não fazia ideia do que era gozar. Só achava que devia ser vontade de gritar, porque eu ouvia minha irmã gritando no quarto dela as vezes, quando o namorado dela vinha aqui e minha mãe não estava.
O jogo fazia a gente ficar de pau bem duro. Foi quando ele perguntou o que acontecia se continuasse esfregando o pau mesmo quando começava a dar cócega. Eu nunca tinha sentido cócega. Mas não quis passar a impressão disso. Então eu disse, sem fazer ideia do que realmente acontecia, que dava vontade de gritar. Então ele disse que ia fazer até sentir vontade de gritar e ia parar. Eu queria ver o que acontecia também. E assim ficamos os dois esfregando o pau. Totalmente descoordenados. Mas o Márcio começou a ficar arrepiado e disse que estava sentindo um negócio muito bom. Eu parei e fiquei observando. Então disse pra parar senão ia gritar. Mas ele começou a se tremer das pernas. E me olhou. Deu um riso estranho e parou, quase sem ar. A gente riu abraça pra caramba. Então ele pediu pra eu fazer e ver como era engraçado a sensação. E eu fiz. Só que não sentia nada além de uma coceirinha em volta da cabecinha, que estava com um monte de carocinhos bem pequenininhos. Então ele voltou a fazer. Eu fiquei olhando. De repente começou a sair um pouquinho de óleo. Ele parou e espremeu. Então saiu mais um pouco. Eu perguntei se era xixi. E ele disse que não. E percebemos que era oleoso. O pau dele estava vermelho, que chegava a brilhar. Então ele voltou a fazer. E eu também, querendo ver se saía óleo também. E um tempinho depois, ele começou a fazer uma cara muito estranha. Estava tremendo e arrepiado. A cara estava vermelha. Eu disse que era melhor parar. Mas ele continuou. E foi então que saiu um caldinho esbranquiçado bem ralinho. Ele estava tentando não gritar. Eu achei aquilo incrível. E ele estava tipo rindo, mas com cara de choro. Então ele parou. O coração dele tava tão rápido, que balançava a camisa. Sujou a mão e o chão. A gente ficou um tempo sem ação. Depois começamos a ter crise de riso. Eu disse pra ele limpar aquilo. E ele foi pegar papel pra limpar. Eu resolvi passar o dedo pra sentir como era. Quando ele voltou, eu estava esfregando os dedos e cheirando. Ele também resolveu cheirar. Então perguntou será se faz mal. Isso já levando o dedo até a boca. Eu fiquei sem atitude. Mas senti vontade de saber também e resolvi lamber. A gente ficou se olhando um tempo e do nada ele resolveu lamber a mão toda. E foi a primeira vez que eu senti vontade de engolir porra. Aquele cadinho no chão. Eu olhei pra ele e passei o dedo nela e chupei. Depois que fiz isso, meu coração disparou e eu não consegui mais parar. Eu praticamente limpei o chão com meu dedo, lambendo a porra dele. E a gente ficou rindo. Então ele disse que queria fazer de novo. Eu disse pra fazer. Mas ele disse que estava dando uma sensação ruim. Eu comecei a me tocar. Disse que talvez eu também conseguisse um pouco. E mais de meia hora tentando. Nada. Até que minha irmã chegou da faculdade. E a gente ajeitou tudo.
Alguns dias depois, estávamos novamente eu e ele no meu quarto. E assim que minha mãe foi fofocar na vizinha, a gente já foi colocando o pau pra fora. Dessa vez, ao ver o pau dele, eu senti uma vontade tão grande de tocar nele, de segurar ele. Mas tinha vergonha. E alguns minutos depois, ele começou a sentir aquilo de novo. E meu coração disparou. Parei de alisar o meu e fiquei olhando para o pau dele. Aquilo parceria agradável de se ver. Comecei a tremer. E sabendo que aquela coisa ia sair a qualquer momento, e eu queria engolir aquilo, quase que instintivamente eu me abaixei e segurei o pau dele. Ele tentou sair, perguntando o que era o que eu estava fazendo. Mas eu fui com a minha boca e a minha mão igual um desesperado. E quando senti o pau dele na minha boca, aí sim eu senti meu pau duro como nunca. Senti sair aquele óleo. Então parei pra olhar. E fiquei feliz. Mostrei pra ele e ele riu. Esfreguei meu pau e brotou mais. Só que a mão dele foi levando a minha cabeça e a minha boca de volta para o seu pau. E eu voltei a chupar. Não fazia ideia do que fazer. Mas só ficava chupando igual chupeta mesmo, segurando com as duas mãos. Então o Márcio começou a tremer as pernas. E eu fui ficando sem ar de tanta vontade de sentir aquilo vindo na minha boca. E então eu tomei a minha primeira gozada na boca direto da fonte. Ele tirou a minha boca, dizendo que queria ver saindo. E veio um jato no meu rosto. Foi a primeira vez que eu vi um jato de porra. E eu seguida veio outro. Eu voltei a botar na boca. A porra escorria no meu rosto. Eu passei a mão e lambi. E de repente, a voz da minha mãe. Aquela correria, pra contar a se sentar de frente para a televisão e fingir que estávamos jogando. Mas meu rosto estava sujo, e ele limpou com uma meia minha. O chão também estava. Só deu tempo de limpar, a minha mãe apareceu. Mas só perguntou se eu sabia do gravador. Eu disse que estava emprestado.
Eu e Márcio vivemos muitas safadezas. Ele se tornou meu macho. E até hoje, mesmo a gente estando casados, sempre que dá, eu me torno mulherzinha dele. Ele foi e sempre será meu único macho.

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