meu cunhado se casou com minha
irmã. Dois anos depois, ela já estava
grávida, e, como só tinha eu de
irmão, eu ia pra casa dela ajudá-la
com o neném, já que meu cunhado
trabalhava.
Sempre o achei um pedaço de
homem, apesar de, na época, eu
nunca haver tido contato físico com
outro macho. Tudo era só na
imaginação.
Meu cunhado tinha 1,75 m de altura.
Era forte, peito cabeludo, voz bem
grossa, tinha um lindo cavanhaque e
olhos verdes. Como se não bastasse,
quando vestia um calção e ficava
mais à vontade, dava pra ver que sua
vara era bem grande.
Certo dia, minha irmã teve de ir ao
médico, e a fechadura de sua casa
estava com defeito. Fiquei lá,
esperando meu cunhado chegar, já
que o imóvel não podia mesmo ficar
sozinho.
Não demorou muito. Pouco depois
que minha irmã saiu, meu cunhado
chegou. Dei o recado de minha irmã e
disse aonde ela tinha ido. Ele
respondeu que não era pra eu ir
embora naquela hora. Ainda queria
tomar banho, e depois eu podia ir.
Então, ele tirou a roupa sem qualquer
pudor na minha frente e ficou só de
cueca. Dava pra ver a forma de sua
pica, já meio dura. Ele notou que eu
olhava sem parar (e podia ser
diferente?) e começou a pegar nela.
Em seguida, entrou no chuveiro.
Fiquei imaginando várias loucuras na
minha cabeça. Já tinha percebido
que ele gostava muito de ficar
olhando minha bunda, já que ela é
um pouco arrebitada, e que havia
gostado de saber que estávamos
sozinhos. Também notei que ele, de
propósito, havia esquecido de levar a
toalha.
Não demorou, e me chamou. Pediu
que eu a levasse pra ele - e, quando
cheguei perto do banheiro, abriu a
porta toda e se mostrou, totalmente
pelado e de pau duro! Eu me
assustei, e ele percebeu. “O que foi?”,
perguntou. Quis saber se eu tinha
gostado de olhar. Eu, meio sem jeito,
lhe dei as costas, mas ele pediu que
esperasse.
Disse que, desde que minha irmã
ficou grávida, nunca mais tinha
trepado, que não queria trair minha
irmã com outra mulher e que estava
no maior atraso...
Nisso, me puxou e disse que sabia
que eu o queria tanto quanto ele me
queria. Então, me abraçou e me
beijou o pescoço. Meus gemidos
denunciaram minha vontade. Fui ao
delírio!
Resolvi me abaixar ali dentro do
banheiro mesmo e comecei a chupar
o cacete dele, que devia ter uns 20
cm de puro tesão.
Nunca tinha chupado, mas aprendi
rapidinho. Ele gemia e dizia que eu
chupava muito gostoso e, com a
mão, empurrava minha cabeça contra
sua pica para que eu engolisse
tudinho - mas era muito grande, e me
engasguei!
Meu cunhado aproveitou a pausa e
começou a tirar minhas roupas. Disse
que eu tinha uma bundinha linda e
que sempre desejou comê-la,
enquanto eu continuava a chupá-lo.
Ele gozou feito um louco, tudo dentro
da minha boca!
Achei que houvesse acabado, mas
me enganei. De repente, ele me botou
de quatro, apoiado no vaso sanitário,
e abriu minha bunda.
Quando viu que meu cuzinho era
muito apertadinho e virgem, foi à
loucura e me perguntou como eu
tinha me mantido virgem tendo uma
bunda tão gostosinha. Eu respondi
que estava esperando o cara certo e
que o tinha escolhido. Aí, ele pirou:
caiu de língua no meu cuzinho!
Aquilo me deixou louco! Foi o
primeiro cunete que recebi, e a
sensação foi de eu estar nas nuvens.
Eu gemia de tesão com aquela língua
me invadindo.
Então, ele me levou ao quarto onde
eu dormia quando ia visitar minha
irmã e disse que um cuzinho como
aquele não podia ser comido em
qualquer lugar: me pôs deitado em
cima da cama, usou uma pomada
que foi buscar no seu quarto e disse
que era pra eu relaxar.
Aos poucos, introduziu seu dedo com
um pouco de lubrificante e, estando
eu de costas, deitou-se sobre mim e
me beijou...
Depois, começou a me penetrar aos
poucos. Primeiro, enfiou a cabecinha
- e depois foi metendo centímetro por
centímetro, nervo por nervo. Quando
ele enfiou um pouquinho mais com
força, eu dei um grito - que foi
abafado com um beijo seu!
Nisso, a dor foi se misturando ao
tesão, e eu já não sabia mais onde
começava uma e terminava o outro.
Só sei que sentia uma coisa deliciosa,
um prazer imenso. Então, ele
começou a socar o meu cuzinho
devagar; depois, mais rápido; e eu só
gemia e queria mais, pedia para ele
me possuir como se fosse sua fêmea.
Meu cunhado resolveu, então, me pôr
de quatro - e começou a me bombar
mais forte. Eu grunhia naquela que
era minha primeira vara.
Ele também urrava de prazer, dizendo
que era o primeiro cu que ele
descabaçava. Aquilo era novo pra
mim, mas ele me ensinou tudinho.
Então, me pôs de frango assado e
depois começou a uivar feito um
louco.
Eu não entendia o porquê do uivo -
mas ele continuava a me penetrar.
Então, ele me pôs de ladinho e
continuou me penetrando com mais
entusiasmo.
Alguns minutos depois, uivou de novo
e me beijou com uma força de tirar o
fôlego. Perguntei por que ele uivava
daquele jeito, e ele me disse que,
cada vez que ele uivava, era que
tinha gozado.
Então, nos beijamos nos limpamos e
fomos para o banheiro tomar banho -
e lá trepamos mais uma vez.
Depois que me vesti, ele me disse que
aquilo seria nosso segredo e que eu
não podia contar pra ninguém. Ainda
continuamos a transar algumas
vezes, mas, um dia, ele foi promovido
e teve de se mudar para outra cidade
com minha irmã.
Eu fiquei aqui, só na saudade, pois
ainda não fui visitá-los - mas lembro
sempre, com muito tesão, de tudo
que aconteceu.