— Vai me deixar assim é? — falou Carlos exibindo seu pau duro na calça.
— O que você acha Helena? Ele merece alguma coisa? — No banco de traz do carro só faço rir e não respondo nada.
Eu ali de expectadora privilegiada vejo a cena: Mara na frente da casa dela, com o marido esperando, ela abre a calça do Carlos e tira seu pau pra fora:
— Nossa! o negócio é grande, maior que o do meu marido. — comentou ela sobre o pau do Carlos que analisei e não chega nem perto do tamanho do pau do meu filho Victor.
Ela começa um belo boquete, revezando o boquete e uma punheta. Ora chupava, ora olhava pra minha com cara de puta. Eu adorando a cena, nunca tinha passado por isso, fiquei com água na boca. A bebida tem um efeito afrodisíaco em mim muito forte. Carlos gozou na boca dela. Ela se despediu da gente, saiu cuspindo a porra do Carlos que se limpava dentro do carro. A safada ia chegar em casa com a boca gozada por outro homem. Eu pensando que não sou apenas eu que tenho minhas loucuras. Todo mundo tem. Apesar que antes desses acontecimentos narrados minha vida era mais normal. Agora Carlos segue pra me deixar em casa, desce do carro e na porta da minha casa pega na minha mão e me puxa para ele. Me dá um beijo gostoso quando a porta da minha casa abre:
— Algum problema aí mãe? — Victor nos surpreende.
— Problema nenhum. O Carlos só veio me deixar em casa, mas já tá indo embora. — Carlos entendeu e foi em direção ao seu carro.
Estou pegando fogo, a bebida, a cena do boquete no carro, o amasso na frente de casa. Eu tava implorando por sexo. Victor me esperando na porta. Carlos ainda se dirigia para o carro. Puxo meu filho para dentro, escoro a porta e empurro ele para ficar escorado nela:
— Não fala nada. — falei pra Victor enquanto me abaixava e abaixava seu short e sua cueca. Fiquei desejando um boquete, por isso dizem que nós mulheres somos invejosas. Comecei um boquete no meu filho sem nenhum tipo de nojo, seu pau que de início tava mole foi endurecendo e ficando uma grande pedra com veias. Victor puxa minha cabeça para seu pau e fala:
— Que delícia mãe, já comi sua buceta, já chupei ela, agora estou sentindo essa boca maravilhosa no meu pau. Chupa mãe, se a senhora quisesse eu não saía com nenhuma mulher. Nenhuma se compara com a senhora. É a mais deliciosa de todas.
Eu ouvindo e me empolgando, acelerei o boquete que ele começa a gemer alto e dá uma farta gozada na minha boca. Pra não engolir a porra dele e nem sujar a casa, abro a porta e vou cuspir a porra do meu filho na frente de casa. Para minha surpresa, Carlos ainda tá no carro falando ao celular e me ver cuspindo a porra. Como estava um pouco longe, não sei se ele percebeu do que se tratava. Simulei um vômito:
— Tá tudo bem? — Me pergunta Carlos tirando o celular do ouvido.
— Tá sim, só bebi um pouco demais e deu vontade de vomitar. Mas estou bem, obrigada. — Dei tchau e entrei mais uma vez para casa.
Victor já havia se recolhido. Pensei em bater no seu quarto, eu queria ser comida. Não fui, entrei no meu quarto, fechei a porta, tirei a roupa e comecei a me masturbar. Perto de gozar ouço a maçaneta virando, Victor tentando entrar. Não fui abrir, acelerei minha siririca e gozei. O remorso dessa vez foi bem menor. Nos acostumamos até com o absurdo. No outro dia, não comentamos sobre. No entanto, não havia mais aquele clima estranho. Nos falamos normal. Apesar que eu não sei mais o significado desse palavra.