- É seu namorado?
- Que isso pai... É só um amigo.
- Mas ele parece gostar muito de você.
Gabriel ficou com o rosto muito vermelho.
- Eu também gosto muito do Osvaldo.
Estava dirigindo e não resisti.
- Você já teve contato mais intimo com alguém?
- Não pai... Nunca...
- É natural você se relacionar com algum rapaz... Não tem nada de errado nisso.
- Eu sei pai; mas acho que o problema sou eu...
- Por quê?...
- Tenho medo!
E Gabriel acabou que foi se abrindo aos poucos, confessando que o Osvaldo até tinha chamado ele pra ir até sua casa.
- E por que não foi?
- Não ia ter ninguém na casa dele; os pais trabalham.
- Se você gosta dele, deveria ter ido.
Algumas semanas depois, notei que Gabriel e o tal de Osvaldo estavam mais intimo um do outro, mesmo disfarçando na frente dos outros colegas. Terminado o ensino médio, tive que levar o Gabriel pra fazer a inscrição em uma faculdade onde ele pretendia fazer jornalismo. Como era longe, tivemos que ficar em um hotel de um dia pro outro; e foi o próprio Gabriel quem pediu pra ficarmos juntos. Já tinha visto meu filho trajando camisolas femininas dentro de casa, mas ali naquele quarto com duas camas de solteiro é que fui reparar o quanto ele estava bonito naquela camisola transparente que dava pra ver que usava até calcinha. Eu deitado em uma cama e ele na outra, estávamos assistindo a TV quando ele me perguntou se podia deitar um pouco comigo... Devia ter negado. Gabriel além de deitar no meu lado, ainda colocou sua cabeça sobre meu peito. Sem ter assunto, acabei entrando em um campo muito perigoso ao perguntar sobre o Osvaldo.
- Acho que ele vai mudar pra outra cidade.
- E vocês estavam tendo algum relacionamento?
- Sim pai; eu e ele estávamos namorando.
- Na casa dele?
- É... E os pais dele sabiam de tudo.
- De tudo o quê?
- A pai... A gente ficava trancado no quarto dele.
- Que legal filho... Então vocês transavam mesmo os pais dele estando em casa?
- Nossa pai... Não falei nada de transar.
- Desculpe filho... Não quis ser grosseiro.
E ele debruçado sobre seu braço e olhando pra mim fazendo cara de triste.
- Só que agora vamos ter que terminar, já que ele vai embora.
- É uma pena... Mas logo você arruma outro.
- Mas eu gosto é dele pai... Vai ser difícil me relacionar com outra pessoa.
De repente comecei a imaginar meu filho pelado e sendo enrabado pelo tal de Osvaldo... Comecei a ter uma ereção, e ele que voltou a deitar no meu peito acabou percebendo.
- Tá tudo bem pai?
Gabriel fazia carinho com a mão na minha barriga bem próximo ao meu short do pijama onde o volume já estava bem alto... E Gabriel quase enfiando a mão pra dentro do meu pijama.
- Sabe que o Osvaldo foi o único homem que me viu sem roupa?
Era uma lógica, já que foi o primeiro e único com quem ele se relacionou mais intimamente.
- Mas já lhe disse Gabriel; você vai acabar se relacionando com algum outro rapaz.
Quando senti que Gabriel estava realmente colocando a mão por dentro do meu short.
- Não faça isso Gabriel... Eu sou o seu pai.
- Deixa pai... Só quero ver como ele é.
- Tá bom... Mas ninguém vai poder ficar sabendo, ok?
E ele enfiou a mão segurando meu pau que estava duro... Tive que empurrar meu short junto com a cueca pra aliviar a pressão que meu pau fazia na mão do meu filho.
- Lindo pai... Muito lindo...
Apesar de tudo que não estava acreditando que meu filho estava tomando todas aquelas iniciativas... Gelei quando ele foi aproximando o rosto e começou a beijar meu pau e a dar algumas lambidas.
- Que isso Gabriel... Nós não podemos fazer isso.
- Além do Osvaldo, só com você vou ter coragem pra fazer isso.
E ele abocanhou minha piroca e fez o melhor boquete da minha vida... Resolvi aproveitar.
- Chuuuupa Gabriel... Chuuuuupa... Oooooooh meu Deus!...
Na hora que senti que ia gozar, pedi pra ele soltar meu pau e pegando minha cueca esperei sair todo meu gozo.
- Caramba filho... Nunca pensei que isso fosse acontecer.
- Faz tempo que eu tinha vontade de fazer isso...
Permaneci pelado da cintura pra baixo e Gabriel voltou e deitar no meu peito, chegando a cochilar por uns 20 minutos mais ou menos. Enquanto ele cochilava, comecei a imaginar muitas coisas que poderiam acontecer dali pra frente, pois estava sentindo tesão pelo meu filho gay. Ele acordou, foi ao banheiro e quando voltou.
- Vem cá com o papai, vem!...
Enfiei minhas mãos por baixo da camisola e fui tirando sua calcinha.
- Deixa ver sua bundinha!...
E Gabriel segurando a camisola na cintura virou de costas pra mim... Comecei a dar beijos nas suas nádegas e logo fui sentindo meu pau ficar duro novamente.
- Quer dar a bundinha pro papai, quer?
- É o que eu mais quero...
Gabriel foi ficar de joelhos sobre sua cama, e após dar uma molhadinha no meu pau com um pouco de saliva, encostei no seu cuzinho e fui empurrando pra dentro.
- Uhmmmmmm... Uhmmmmmm paaaaiiii... Mete... Meeeete... Aaaaaiiii que gostooooso!!!!
Depois de alguns minutos, fiquei parado com meu pau todo dentro do cuzinho do meu filho e fui gozando. Voltamos pra casa e passei de vez em quando ir no quarto do Gabriel, pra ele chupar meu pau ou me dar sua bundinha.