Oi, meu nome é Mariana, tenho 33 anos. Sou casada com o Maurício, também de 33 anos. Temos um filho adolescente de 14 anos, o Lucas. Temos uma loja de material de construção e trabalho lá com meu marido, apesar de que ele é quem mais participa - é o dono e também o funcionário mais participativo (temos outros 3 funcionários).
Tempo desse, me permiti tirar umas férias - esse é o lado bom de ser a patroa. Meu marido continuou indo para a loja como sempre fez. Era período de férias do Lucas também e aproveitamos para ficar em casa, dormir até mais tarde e assistir filmes - somos bastante caseiros, por sinal.
Sempre fomos uma família muito bem educada. Nunca (nunca mesmo) falamos um palavrão. Nem eu, nem meu marido e muito menos o Lucas. Sempre fomos bem de boa, mas extremamente educados com relação à linguagem.
Lucas estava naquela idade do perigo. Hormônios pipocando, espinhas aparecendo, bigodinho ralo, pelinhos no braço e masturbação constante. Constante mesmo! Nas férias, ele ficava boa parte do tempo trancado no quarto e eu sabia perfeitamente do que se tratava. Quando eu entrava no quarto, era aquele cheiro forte de porra e eu também via os lençóis com aquela gosma branca de cheiro forte.
Achava aquilo bem nojento, mas sabia que era típico da idade. Todo adolescente vê sexo em tudo, até nas coisas mais bobas do mundo. Vez ou outra, eu também entrava no quarto e o pegava em flagrante, com o pinto na mão. Ele tentava esconder no lençol, mas ninguém é tolo de não entender o que se passava por ali. E ele ficava bravo demais comigo:
- Poxa, mãe! Bata na porta antes. - E tentava disfarçar como se estivesse mexendo no controle remoto.
- Olhe como você fala comigo, Lucas. Me respeite que eu sou sua mãe. E, quando quiser privacidade, feche a porta com chave.
E emendei:
- Filho, isso é normal. Todo garoto da sua idade faz isso sempre. A mamãe sabe disso.
E ele tentando controlar a irritação:
- Pare com isso, mãe. Conversa chata!
Segurei o riso e percebi que isso o enfureceu ainda mais. Ele ficou vermelho de raiva e de vergonha e começou a querer mudar os canais da TV de uma vez só.
Certo dia, meu marido já havia saído para trabalhar. Eu acordei e já fui logo tomar meu banho para preparar o café. Sabia que Lucas, nas férias, só acordaria umas 10h ou 11h. Eram 8h.
Quando abro a porta do banheiro, tamanha foi minha surpresa. Lucas estava se masturbando bem rápido. Mas isso não era o mais impressionante.
Ele estava se masturbando enquanto cheirava minha calcinha. Isso mesmo: minha calcinha!
Minha reação foi imediata:
- Lucas, o que é isso???!!! Que falta de respeito é essa?! - Disse, gritando.
- Mãe, mãe, não era não, mãe. Mãe, mãe. - Ele disse sem conseguir formar uma frase direito. Estava todo confuso, com os olhos cheios de lágrima e tremendo bastante.
- Não era não o quê, Lucas. Você estava se masturbando cheirando minha calcinha. Ficou doido, Lucas?! - Eu disse, aos gritos.
Nesse momento, ele já havia jogado a minha calcinha. O garoto estava em pânico, se tremia todo, estava vermelho, chorando.
- Mãe, desculpe, mãe. Desculpe, por favor.
- Saia daqui, Lucas. Saia daqui agora!!! - Gritei, determinando.
Ele se ajoelhou e tudo mais, mas eu estava com muita raiva, muito ódio, muita indignação, sei lá. Era inadmissível meu filho fazer uma coisa daquela. Achei a maior falta de respeito do mundo e minha vontade era de dar uma surra até esfolá-lo vivo.
Lucas saiu do banheiro e correu para o quarto. Eu fiquei sem saber como agir. Mal consegui abrir o chuveiro para poder tomar banho. Porém, enquanto tomava banho, fui me acalmando, relaxando e tentando entender que o que se passava na cabeça de Lucas tinha a ver com a questão da idade. Ainda estava nervosa, mas bem mais calma que quando vi a cena.
Fui fazer o café e Lucas continuava trancado no banheiro. Assim que fiz toda a comida, coloquei a mesa e chamei Lucas, que me respondeu do quarto que não ia vir porque estava com fome.
- Eu estou mandando você vir, Lucas. Isso não é um pedido. É uma ordem! - Gritei, firme.
Lucas veio de cabeça baixa e mal conseguindo andar tamanha a vergonha que estava sentindo. Ele sentou na cadeira e nem tinha coragem de olhar pra mim.
Coloquei o café dele e ele mal pegava o sanduíche e o café com leite.
- Coma, Lucas.
- Não quero, mãe.
- Eu mandei você comer, Lucas. Coma!
E ele começou a comer sem vontade. Era perceptível que ele estava com um misto de vergonha, medo, nervosismo e tudo mais que pudesse imaginar. Eu comia e olhava para ele cabisbaixo, ainda chorando em silêncio e fungando, coisa típica daquelas crianças choronas. Comecei a quebrar o silêncio.
- Você acha certo o que você fez, Lucas?
- Não, mãe. Desculpa, por favor, mãe.
- Lucas, eu sei que se masturbar é coisa normal na sua idade. Eu sei e respeito o seu espaço e o seu momento. Mas o que você fez é muito errado. É inadmissível que você se masturbe cheirando minha calcinha. Eu sou sua mãe!!!
Lucas começou a chorar ainda mais, em silêncio. Já havia interrompido a refeição. Peguei no queixo dele e levantei seu rosto.
- A mamãe perdoa você, de verdade. Mas me prometa que isso nunca mais vai acontecer, Lucas.
- Prometo.
- Outra coisa: sempre que quiser conversar sobre essas coisas de sexo, pode procurar a mamãe, entendeu?
- Entendi, mãe.
- E entenda: se masturbar é normal. Continue fazendo, que é até saudável. Agora, dê cá um abraço na mamãe.
Ele ficou sem jeito e coube a mim levantá-lo da cadeira e dar aquele abraço de compreensão, coisa de mãe com adolescente quando faz besteira.
Quando ele estava indo para o quarto, ainda voltou, olhou pra mim e reforçou o pedido de desculpas, com os olhos mais vermelhos que tudo.
- Está desculpado, meu filho. Esqueça!
Ele foi para o quarto e eu fui lavar a louça. Nesse momento, já não estava mais enraivada. Pelo contrário: estava bem compreensiva com o que meu filho tinha feito. E comecei a me perguntar: na verdade, ele não fez nada demais. Calcinha é apenas uma peça de roupa boba, mas que é algo excitante pra os homens (coisa de homem mesmo).
Assim que terminei a louça, fui até o banheiro e peguei a calcinha que Lucas tinha cheirado e a outra, a que eu estava vestindo antes do banho. Peguei as duas, fui até o quarto de Lucas, bati na porta. Ele autorizou que eu entrasse.
Abri a porta e nem entrei. Apenas joguei as duas calcinhas pra ele e disse:
- Pode continuar o que você estava fazendo. Isso vai ser segredo nosso.
Ele nem acreditou. Ficou sem saber se pegava as calcinhas ou não. Eu emendei:
- Vai pegar as calcinhas ou não?
- É sério, mãe? - Ele estava incrédulo.
- O que você acha, hein, mocinho?! Agora, na hora que for gozar, vê se goza nas calcinhas mesmo. É melhor do que no lençol. Agora, continue o que eu interrompi e não demore muito porque vou colocar a roupa pra lavar. Não vou te atrapalhar mais.
Disse isso, sorri pra ele e fechei a porta. E, sinceramente, comecei a gostar disso. E decidi que o incentivaria na masturbação. Comecei a imaginar como o Lucas deveria estar com minhas duas calcinhas.
Dei um tempo e fui até seu quarto. Bati na porta e ele disse pra eu entrar.
- E aí, mocinho, terminou o serviço?
- Já, mãe.
Peguei as duas calcinhas e estavam banhadas de porra, como eu jamais tinha visto, nem mesmo com meu marido.
- Caramba, garotinho, aproveitou bem, hein!
- Desculpa, mãe.
- Que desculpa, Lucas! Era pra fazer isso mesmo. Continue assim. E, olhe: eu sempre vou deixar calcinhas no banheiro. Pode pegar quando quiser. Se quiser também, pode ir lá no meu quarto, na gaveta das calcinhas, e escolher quantas você quiser. Só não deixe seu pai ver nem saber. Isso será segredo nosso, entendeu?
- É sério, mãe?
- Claro que é sério. A mamãe vai incentivar suas masturbações a partir de agora. E vê se deixa de vergonha comigo.
(Essa história continuará, se vocês quiserem.)