As primeiras semanas de trabalho foram muito exaustivas, até “colocar a casa em ordem”, mas eu tinha plena consciência de que aquilo faria parte do desafio. Passado um mês da minha promoção, minha rotina já havia se alinhado e como minha nova sede era próxima ao local de trabalho de Rebeca, muitas vezes era possível almoçarmos juntos.
Em uma dessas ocasiões, eu e minha esposa fomos a um restaurante japonês. Depois de almoçar, eu ainda tinha algum tempo até o início de uma reunião com clientes naquela tarde, então convidei Rebeca para ir até minha sala, para conhecer o ambiente. Chegando na empresa, fomos direto para o elevador e apertei o botão do sexto andar. As portas já estavam se fechando, quando alguém segurou a porta e foi entrando. Era Luiz, um dos meus novos funcionários. Logo que entrou, me cumprimentou e foi logo dizendo:
- Boa tarde, Edu! Já te encaminhei o relatório que me pediu, para a reunião…
Ele interrompeu a frase abruptamente, ao perceber a presença de Rebeca. Continuou sem jeito.
- Desculpa, não vi que estava acompanhado.
- Sem problemas. Essa é minha esposa, Rebeca. E amor, esse é o…
- Luiz. - completou ela. - Eu sei. Já nos conhecemos.
Dizendo isso, Rebeca estendeu a mão para cumprimentar o rapaz, que ficou vermelho ao apertar sua mão. Fiquei intrigado com o ocorrido e tão logo o Luiz desceu do elevador, no quarto andar, falei à Rebeca:
- Que mundo pequeno, amor! De onde se conhecem?
- Se bem te conheço, vai gostar de saber. - respondeu ela, com um sorriso malicioso. - O Luiz é um ex namorado.
Nessa altura, já estávamos entrando na minha sala.
- É sério isso? Que ironia do destino! Fui logo virar chefe de um ex seu.
- Pois é. Deve ser um sinal.
- Um sinal? de quê?
- Para uma reaproximação… Por que não? Ele tinha uma pegada gostosa.
- Safada. Não me provoca que vou ficar de pau duro. Tenho uma reunião daqui a pouco.
Ela ignorou meu pedido e continuou a provocação.
- O Lu vai participar da reunião também?
- Lu? A intimidade voltou rápido, ein?
- Gato, ele já foi bem íntimo de todas as minhas partes íntimas.
- Você é uma cachorra, Rebeca.
- E você um boizinho. Me responde, corno, o Luiz vai ou não vai participar da reunião?
- Não, não vai.
- Então vou dar pra ele, posso?
- Você está brincando, né?
- Por que estaria, amor? Você me conhece. Fiquei excitada em rever meu ex. E ainda mais excitada em saber que ele é seu funcionário. E eu te conheço. Ficou de pau duro só de imaginar, estou certa?
Estava. Claro que estava certa.
- Tá bom, Rebeca. Vou chamar ele aqui. Podem usar meu banheiro. Mas pelo amor de deus, sejam discretos.
- Seu desejo é uma ordem, senhor diretor.
Enquanto eu pegava o telefone, Rebeca veio para perto de mim e começou a acariciar meu pau por cima da calça. Liguei no ramal de Luiz e pedi para ele subir. Disse que precisava de uma ajuda dele antes da reunião. Sem desconfiar de nada, ele veio. Quando entrou na sala e deu de cara com Rebeca, arregalou os olhos, espantado.
- Eduardo, eu…
- Calma Luiz, está tudo bem. Rebeca já me contou sobre vocês. Sente aí, precisamos conversar.
Ele se sentou na cadeira de frente para mim e Rebeca lentamente saiu do meu lado, indo para trás do ex namorado.
- Nós namoramos faz tempo, não tem mais nada…
- Luiz, já te falei, sem problemas. Não esquenta a cabeça com isso.
Nesse momento, Rebeca já estava atrás dele e delicadamente começou a deslizar sua mão, acariciando o peito de Luiz. Ele ficou vermelho de vergonha. Continuei.
- Nem todo mundo sabe disso… Mas eu e Rebeca temos um relacionamento… Liberal.
Luiz continuou mudo. Rebeca continuou as carícias. Eu prossegui:
- Se souber ser discreto, pode se aproveitar disso, se é que me entende.
Rebeca então se curvou e sussurrou no ouvido do rapaz:
- Me fode? Estou molhadinha de tesão.
Nisso o telefone da minha mesa tocou. Era a secretária, informando que os clientes haviam chegado para a reunião. Fiz um sinal com a cabeça, indicando para os dois a direção do banheiro. Rebeca, sem demora, puxou Luiz pelas mãos e os dois entraram no toalete.
- Eu aviso quando puderem sair. Aproveitem!
Aquilo era uma loucura. Mas uma loucura daquelas que me deixam louco de tesão. Com as mãos nos bolsos, ajeitei o pau dentro da cueca para disfarçar a ereção e fui receber os clientes. Eram três caras de terno, os acomodei em cadeiras e voltei para trás da minha mesa para conduzir a reunião. Foi difícil manter a concentração e os minutos pareciam levar horas para passar.
Depois de quase quarenta minutos, finalmente encerramos o assunto e me despedi deles. Para aumentar a emoção, antes de ir embora um deles perguntou se podia usar o banheiro e tive que inventar que estava em manutenção, indicando para que ele fosse no da recepção. Quando os três enfim se foram, bati na porta do banheiro e falei, ansioso e curioso:
- Já acabou, podem sair.
A porta rapidamente se abriu e Luiz saiu apressado de dentro.
- Vou pra minha sala - disse ele, sem olhar diretamente nos meus olhos.
- Luiz!
Já quase saindo, ele se virou e olhou pra mim.
- Se perguntarem, diga que estava em reunião comigo. Eles gostaram da proposta e depois de negociarmos, decidiram fazer um aditamento no contrato para atender mais duas lojas.
Ele acenou que sim com a cabeça e saiu. Tranquei a porta da sala e fechei as persianas.
- Amor? Está aí?
Rebeca então surgiu, saindo da porta do banheiro apenas de calcinha e sutiã. Veio em minha direção e me deu um beijo de língua, molhado e sensual. Se apoiou na minha mesa e puxou uma de minhas mãos, colocando-a dentro de sua calcinha. Pude sentir seus lábios úmidos e a porra ainda quente de Luiz escorrendo pelos meus dedos.
- Ele não perdeu o jeito, corninho. Me fodeu gostoso.
Fervendo de tesão, empurrei minhas coisas para o lado e coloquei Rebeca deitada sobre a mesa. Puxei sua calcinha pra baixo e caí de boca. Segurei firmemente em suas pernas enquanto chupava e lambia seu clitoris. Com as duas mãos segurando meus cabelos e pressionando meu rosto contra seu corpo, ela gemia intensamente:
- Isso, corno, me chupa... Lambe essa bucetinha arrombada... Sei que você adora uma buceta usada…
Intensifiquei o ritmo, motivado pelas provocações. Aproveitei para colocar dois dedos em sua buceta e começar um vai e vem que acompanhava os movimentos da minha língua. As falas de Rebeca foram substituídas por gemidos abafados e ofegantes e quando ela atingiu o ápice, senti suas pernas pressionarem minha cabeça e suas mão tentando me empurrar para longe do clitóris inchado e sensível.
Com ela ainda deitada, me pus de pé, abri o cinto e abaixei as calças. Meu cacete duro como pedra pulou para fora da cueca, sedento.
- Você é uma vadia!
- Do jeitinho que você gosta!
Encaixei meu pau naquela buceta melada e comecei a foder, rápida e intensamente. Ela me direcionou um olhar safado e disse:
- Foi muito bom matar as saudades do Luiz. Mas melhor ainda é você me comendo cheia de porra dele.
Mudei ela de posição, puxando-a para fora da mesa. Ela se debruçou e empinou a bunda. Me encaixei por trás e voltei a meter com vontade. Ao som de gemidos abafados, segurei seus cabelos e os puxei para trás, fazendo com que ela arqueasse as costas e empinasse ainda mais a bunda. Sem parar de socar, sussurrei:
- Eu te amo, vadia. Minha sala estará sempre a sua disposição para quando quiser trepar com o Luiz.
- Eu te amo, corninho. Me enche de porra, vai.
Puxei com força os cabelos de Rebeca e comecei a gozar, despejando diversos jatos de porra, que se misturaram com a de Luiz. Enquanto eu me recompunha, Rebeca voltou ao banheiro, limpou o excesso de porra e se vestiu. Antes de ir embora, demos mais um beijo de língua, daqueles bem excitantes.
Antes de encerrar o expediente, fiz questão de chamar o Luiz na minha sala. Falei para ele que desde que ele colaborasse e soubesse ser discreto, não teríamos problemas e ele poderia foder com minha esposa sempre que eles quisessem. Ele, que não é bobo nem nada, pareceu gostar da ideia.