Meu irmão e eu estuprados pelo nosso pai

Por: nu-enas-1 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Meu nome é Wesley, 22 anos, mulato, alto e magro, mas definido. Nasci em uma comunidade (favela) aqui do Rio. Sempre fomos muito pobres, ao ponto de muitas vezes ter de ir para o asfalto, pedir dinheiro nos faróis. Eu tenho um irmão dois anos mais novo, o Will, também mulato e alto, mas mais malhado que eu. Desde pequenos sempre fomos muito unidos, principalmente depois que nosso pai começou a abusar de nós. Na época tínhamos 9 e 7 anos. Nossa mãe ficava fora de casa a semana toda, pois trabalhava como doméstica para uma família rica num bairro distante e, por isso, dormia lá, aparecendo só aos fins de semana em casa.
O primeiro abuso aconteceu com meu irmão. Numa noite, nosso pai, um negro parrudo, alto, chegou muito bêbado em casa, perambulou um pouco pelo barraco, tomando mais alguns goles de cachaça e foi se sentar perto do Will no sofá. Percebi que ele apertava muito seu pau por cima do calção e de repente começou a alisar as coxas do meu irmão.
-- Vira essa bunda pra mim, filho – ordenou ele. Meu irmão me olhou assustado, mas nem ele nem eu tínhamos coragem de não obedecer. Will então virou de lado no sofá e nosso pai passou a apalpar a bunda dele com uma das mãos e com a outra ficava se masturbando por cima do calção. Sem cerimônia, enfiou a mão para dentro do calção do meu irmão, alisando sua bunda agora pele com pele. Meu irmão me olhou com os olhos arregalados e com medo, mas eu não conseguia me mexer.
-- Aaaaiiii, - gritou ele, de repente. Nosso pai havia enfiado metade do dedo indicador em seu cu.
-- Não grita, moleque, vai acordar todos os vizinhos – ordenou nosso pai. – Levanta e tira toda a roupa.
-- Pra quê? – perguntou Will.
-- Só faz o que tô mandando, pirralho.
Will obedeceu, mas ainda muito assustado, assim como eu.
-- Agora fica de joelhos no sofá e coloca a cara no sofá também – mandou ele. Meu irmão fez como mandou. Agora estava com a bunda empinada, apontando para nosso pai, que se levantou, cambaleando, e tirou sua pica para fora do calção. O mastro preto dele estava muito duro e apontando levemente para cima. Nosso pai se ajeito atrás da bunda do Will e tentou forçar seu pau para dentro do cu dele, mas não tinha jeito de ele conseguir penetrar.
-- Wesley, pega o pote de margarina na geladeira. Anda logo – ordenou nosso pai. Claro que obedeci. Ele só abriu o pote e enfiou a pica dura para dentro da margarina. Quando tirou, estava toda lambuzada. – Agora vai lá tapar a boca do seu irmão. Não deixe ele gritar.
Obedeci sem questionar. Mais uma vez ele posicionou o pau na entrada do cu do Will, segurou ele pelo quadril e empurrou tudo de uma vez para dentro. Meu irmão chorava e berrava de dor, chegou inclusive a morder minha mão, mas eu não soltava sua boca por nada.
Nosso pai então começou a socar sua pica no cu do Will, com movimentos de vai e vem bruscos e frenéticos. Depois de algumas estocadas, pude sentir um cheiro de merda no ar, meu irmão tinha se cagado, mas nosso pai não se importou.
A situação durou uns 5 minutos, talvez, até que nosso pai deu uma última socada no cu do Will e soltou um urro de prazer. Ele tinha gozado dentro do cu de seu filho. Assim que ele tirou o pau de dentro do cu do meu irmão, pude ver que sua pica suja de merda e de sangue. Ele simplesmente se levantou e foi ao banheiro, tomar um banho.
Will ainda chorava sem parar, mas não se mexeu da posição. Eu o abracei e tentei acalmá-lo. Depois que nosso pai saiu do banho, levei o Will para o banheiro e mandei ele tomar um banho também. Fiquei lá junto com ele, mas nenhum dos dois falou nada. Nosso pai agiu como se nada tivesse acontecido e simplesmente mandou que fôssemos dormir. Já deitados (dormíamos na mesma cama) abracei ele mais uma vez.
No dia seguinte, foi a minha vez de satisfazer nosso pai. E não foi muito diferente. Agora meu irmão e eu éramos o alívio sexual do nosso pai, sempre que ele precisava e nossa mãe não estava. E assim foi pelos próximos 3 ou 4 anos, até que ele foi morto pelos traficantes da comunidade, por causa de uma dívida de drogas.
Hoje tanto meu irmão como eu entendemos, que, o que ele fazia, é parte da natureza, principalmente na relação entre pais e filhos. E somos muito gratos por tudo que ele nos ensinou.

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