Relatei na minha última publicação da brotheragem que tive com o meu irmão na trilha do camping que ficamos na serra gaúcha, aos curiosos que queiram ver as mídias, deixarei o link nos comentários, aos que gostam de ler, entrem no meu perfil e leiam o último relato.
Bom, vocês sabem que a putaria está vinte e quatro horas por dia tanto na minha cabeça quanto na de Thiago, a gente tinha tempo de sobra ainda pras nossas brincadeiras digamos assim hehehe.
Ficamos lá sentados entre a trilha e o rio paranhama, com os paus meia bomba pra fora da bermuda, a mão ainda com resquícios de porra, o celular na mão e os olhos e ouvidos atentos na trilha. Vocês sabem bem que a gente curte uma coisa proibida, pública... Mas na hora do tesão, assim que a gente goza o bagulho fica doido, aquela coisa na mente de: E se formos pegos? E aí mesmo tempo um: Foda-se eu quero gozar.
É exatamente isso que nos torna tão parecidos e tão safados. Um dá tesão pro outro, um gosta de pegar no pau, chupar e sentir o corpo do outro sem culpa alguma. Claro que já houve culpa, já teve o sentimento de pecado, errado e esquisito. Mas a gente já teve tantas experiências juntos que hoje em dia é normal simplesmente chegar, meter a mão no pau do outro e gozar sem culpa alguma, dando espaço apenas pro tesão.
O filha da mãe do meu irmão é tão filha da puta que deixou a frase cravada na minha cabeça meus amigos, lembro exatamente o que ele me falou:
- Aguenta mais?
- Agora guri
Bah, pensa num tesão incontrolável que me dá lembrar de tudo, vir aqui relatar a vocês e ainda por cima disponibilizar as mídias para os curiosos, o que já é lei nas nossas putarias: Compartilhar com outros irmãos que compactuam com o mesmo meio de prazer que a gente.
Thiago botou o celular pra gravar escorado, pegou no meu pau e começou a bater uma pra mim, só de lembrar já fico duro feito pedra, bah! Sabe aquela sensação pós gozada quando o pau fica duro? Aquela dor misturada com prazer! Exatamente a sensação que eu senti enquanto ele apertava meu pau e batia uma pra mim, deixando a glande coberta pelo prepúcio e em seguida descoberta. O barulho específico de punheta, o cheiro de pau de macho exalando misturado com porra e suor. Eu confesso que fiquei atordoado, atento a tudo kkkk no outro lado do rio, na trilha, no mato... Tava doido de tesão, mas o receio de ser pego só aumentou!
Peguei no pau do puto do meu irmão, bem semelhante ao meu, aos que já viram, sabem a beleza da qual estou falando: grossinho, branco, veiudo e uncut assim como o meu.
Apertei com vontade e comecei a bater uma pra ele. A respiração do guri cadê vez mais falhada, rápida e barulhenta. Não resisti nem um pouco, tirei a mão dele do meu pau, me inclinei e coloquei o pau dele na boca. Aquele gosto salgado específico,a cabeça do pau dele preenchendo minha boca e o cheiro dos pentelhos dele bem próximo do meu nariz. Bah gurizada, pensa num bagulho de maluco!!! Nunca resisto, sempre tenho o que relatar, parar, bater uma e voltar a relatar de tanto tesão que me dá pensar nas putarias que eu já fiz com ele...
Lembro de ter sugado a cabeça do pau dele do jeito que ele me ensinou e faz em mim, um bagulho de maluco, chega a contorcer as pernas de tesão! Ele levantou, eu fiquei de joelhos na frente dele e o puto bateu com o pau na minha cara, normalmente sou eu quem faço ele de putinha, vocês sabem bem disso, mas dessa vez eu deixei o guri aproveitar depois da mão amiga que ele me deu anteriormente.
Chupei o pau dele com vontade, como não fazia a tempos! Lambi toda a base, a cabeça, prepúcio, as bolas... Tudo isso segurando na bunda dele, apertando e cravando as unhas pra deixar bem marcado o meu território.
Enquanto chupava o puto eu batia uma pra mim, a dor pós gozada que eu estava sentindo antes sumiu e deu lugar só pro pazer, e pensa num tesão que eu tava com a minha boca cheia pelo pau do meu irmão.
Nossas respirações ficaram cada vez mais pesadas, nossa broderagem barulhenta e nosso tesão nas alturas. Senti que o puto tava forçando o pau contra minha boca e sabia que ele tava perto. Aumentei a velocidade da minha punheta até se tir que tava perto e suguei com vontade o pau do puto, não deu outra meus amigos. Ele deu duas paradas na minha boca, o pau escapou e terminou de gozar no meu rosto, do lado da boca. Sentir a porra dele quente n onej rosto e uma mistura de doce e amarga na minha boca me deu um tesão do caralho que eu só fechei o olho e escutando a respiração pesada dele e sentindo o cheiro da porra dele eu gozei gostoso nas folhas que estavam embaixo de mim. Foi do caralho!!! Digo e repito, gozar no mato é uma experiência única, sem explicações.... O melhor de tudo é a leveza depois da gozada, a se sacão de satisfação, por hora.
Apoiei minha cabeça na virilha do Thiago com o pau dele do lado do meu rosto, ainda gozado e respira do fundo. Ele só passou a mão na minha cabeça, riu e logo se sentou. O puto é tao safado que passou o dedo indicador no meu rosto, pegou a própria porra e tomou.
Vocês sabem, eu amo meu irmão, não me sinto culpado, me sinto bem, leve e confortável com a forma que vivemos... Se tu já realizou esse desejo tu me entende, é libertador!
Esta história é real, em breve contarei outras aventuras com o meu irmão... Se curtiu o relato não esquece de comentar e se teve uma experiencia parecida me chama no X lá na bio tem o link com alguns videos das nossas aventuras atuais, nossas fotos e videos transando e muito mais se for de seu interesse assistir. deixarei abaixo os links do meu X e do Priv onde contém nossas putarias... O link está também no meu perfil na parte sobre mim.