Ele adora lamber minha buceta depois que ele goza. Até tenho orgasmo com suas lambidas.
Chego a pegar sua cabeça e esfregar seu rosto na minha buceta. Seu nariz faz o papel do pinto.
Já não aguentava mais ficar sem orgasmo enquanto transávamos. Resolvi arrumar um Ricardão. Imaginava um homem bem dotado e que me fizesse gozar.
Um dia no supermercado um homem moreno mexeu comigo, me chamava de gostosa. Continuei a andar pelos corredores e deu de cara com ele novamente. Não tinha ninguém no corredor. Ele sorriu e levou a mão no seu volume para eu ver. Realmente era volumoso.
Falei com ele que era casada - respondeu ele: melhor ainda. Adoro uma buceta usada.
Se quiser podemos ir num motelzinho aqui perto. Você vai gostar. Aposto que seu marido não tem o pau que tenho.
Falei: vai caminhando na frente que te acompanho atrás. Seja bem discreto.
Ele entrou e me esperou.
No quarto ele retirou toda a roupa. Assustei com sua ferramenta. Um verdadeiro jegue.
Como o pinto dele era muito grande fiquei com medo dele me machucar. Pedi para ele deitar e eu faria por cima. Assim eu controlava o ritmo das penetrações.
Assim fiz. Deitei por cima dele e peguei sua tora e coloquei bem na portinha de minha buceta, já estava bem molhada, fui abaixando o corpo e aquela tora entrando.
O homem gemia e falava que delicia. Passei a subir e descer o corpo bem lentamente sentia aquela tora me preencher toda. Como estava gostoso.
Eu já queria gozar naquela lingüiça de outro homem.
Acelerei os movimentos sobre o corpo e logo entrei em transe. Me derreti toda.
O homem pedia para não parar e senti um jato no fundo de minha buceta.
Levantei e vesti minha roupa. Deixei para tomar um banho em casa.
Pedi licença ao homem, que nem o nome dele soube. Saí rápido do motelzinho e deixei ele lá.
Tenho saudade daquela rola. Não sei como encontrá-lo.
Quem sabe outro dia alguém como ele me acha em algum lugar, estando sozinha e com tesão.