__Fique Dalva...não fuja de mim outra vez... - disse me puxando em sua direção. Sem me virar, caminhei de costas para ele e topando com a cama, me sentei.
__Preciso ir...não posso ficar aqui...seu irmão...
__Ele uma hora dessa já deve estar no trabalho...Olhe para mim...vamos, não tenha medo...
__Se cubra por favor.
__...pronto, agora olhe para mim...deixe-me ver como você esta linda...meu irmão é um cara de sorte, pois pode desfrutar de tudo isso que você tem...quem me dera poder fazer o mesmo, seria o homem mais feliz da terra.
__Você não devia falar isso a sua cunhada, sou a mulher do seu irmão, devia me respeitar.
__Não estou faltando com o respeito, apenas a admirando...vendo o que estou vendo sob essa camisola...
Olhei para mim mesma e vi que ele se referia aos seios que sem sutiã, deixavam as formas bem visíveis, principalmente o escuro de onde saiam os mamilo, que já apontavam no tecido fino. Procurei cobri-los com um mão e o braço mas ele Rui, me impediu...
__São lindos, não os esconda de mim...gostaria de os ver sem a camisola para turvar a imagem dos mesmos...
Estava dominada por aquele cara e sem pensar, tirei a camisola o deixando frente a frente com os pomos entumescidos. Devo ter ficado vermelha, pois minha face se encontrava afogueada e disso ele se prevaleceu para me pedir que tirasse a calcinha. Estava confiante e desejosa de acabar com tudo de imediato e por isso, fiz o que ele pediu e para dar a ele a certeza de cooperaria com o que desejasse, levei minha mão para debaixo da coberta a procura de seu pau. Encontrei aquele "obelisco" pulsante e o envolvi com meus dedos. Rui, me puxou para si e nossas bocas se uniram em um beijo delicioso. Depois disso sua boca foi para meu pescoço, descendo para os seio onde os lábios envolveram um de meus mamilos, passando a suga-lo, enquanto uma mão de meu cuinhado se ocupava de acariciar o outro. Alisei o pau dele que parecia querer ficar maior do que já era e aquela vontade insana de o ter na boca foi crescendo e quando ele deixou meu seio, me contorci para o lado e para trás e fiquei cara a cara com aquela linda rola, Afastei os cabelos que caiam sobre ela e passei a beija-la carinhosamente, sentindo que uma mão de Rui me afastava as pernas e se insinuava rumo a minha boceta que latejava. Ele impaciente, me forçou a cabeça em sua rola e eu abrindo a boca fui a inserindo dentro dela, fechando no meio do caminho e depois abrindo para a que a glande fosse mais fundo e tocasse a minha garganta. Ouvi o gemido de Rui, que se contorceu e ao mesmo tempo tocou em minha boceta que á aquela altura estava bem molhada, já escorrendo para fora o meu melaço. Me deitei ao lado dele na beira da cama e lancei uma das pernas sobre seu corpo, oferecendo a minha xoxotas para que ele fizesse o que desejasse. Rui, me endireitou sobre seu corpo, no famoso 69 e caiu de boca em minha xoxota. Gemi, estranguladamente com a pica na boca e me acomodei melhor , para que me chupasse a vontade. A língua trabalhava em toda a área que me dava enorme prazer, da boca de vagina ao grelo endurecido. Na minha boca o caralho recebia uma massagem plena dos lábios cerrados sobre ele e eu mantinha um rebolado com pressão no rosto de meu cunhado, que me chupava fazendo muito barulho. Esquecera de meu marido e só pensava em mim, no meu prazer, quase que individual, então depois de o chupar muito, tirei a boca da rola, me ergui e após ficar de joelhos sobre o corpo, levei a minha boceta até o pau e depois de o encaixar na entrada da vagina, arreei o corpo sobre o mesmo , me penetrando até senti os pelos na bunda. então passei a cavalgar, com lentidão, aumentando os movimentos com o passar do tempo, até que ficou incontrolável, em meio aos gozos que estava tendo. Apertava meus seios, ansiosa para que os gozos acontecessem. Rui, depois de algum tempo, me obrigou a me deitar sobre seu corpo e colocando os pés para o alto, passou a me foder com uma rapidez que apenas me dava tempo de sentir aquele calor delicioso do orgasmo, para me preparar para outro. Suas mãos seguravam meus seios e dedos apertavam os mamilos, me fazendo contorcer de prazer. Ele era bom, muito bom no que fazia, o que me deixava mais contente por saber que era trudo que eu queria depois das indiretas do meu marido, que dera a entender que se seu irmão me quisesse, ela não ligaria se eu desse para ele. Meu marido tinha me jogado nos braços e pau do seu irmão e eu resolvera aproveitar para ter o melhor de toadas as foda com o mesmo. Estávamos molhados de suor, quando ele me deixou cair de lado, sem tirar a pica de dentro, continuando a fustigas minha boceta com sua deliciosa rola. Sentir seu resfolegar junto a minha orelha, a boca que procurva um dos seios e o sugava,fazia parte daquela foda, até que que...
__Vamos brincar no outro buraquinho? - perguntou ele sussurrando b em dentro de minha orelha.
__No cu?
__Sim, no cuzinho delicioso e que esta bem molhadinho...
__Vai doer...
__Quando meu mano, come ele, doe?
__Um pouco e a pica dele é mais fina que a sua... não quero...
__Ahh, vamos tentar...olha...vamos fazer o seguinte... eu vou tirar da sua boceta e vou colocar no seu cu, se doer, você pode recuar a bunda e eu paro...te juro!
__Marcelo diz a mesma coisa...mas não para...
__Se eu não parar você pode fazer o escândalo que quiser e nunca mais olhar para mim...vamos fazer outra coisa...se não parar eu te prometo que vou sair da cama vestir minha roupa e ir embora da sua casa...
__N-não quero que você vá! - disse eu, levando a mão atrás pegando a rola a retirando da boceta e encaminhando-a ao cu. Fechei os olhos e apertei a rola a puxando para me penetrar o cu. Fui sentindo as pregas irem se expandindo e uma dor aguda, começou a tomar conta de mim, do meu rabo mas, eu não podia expressar aquele sofrimento físico que tomava conta do meu cu. Encostei mais ainda a bunda na pica e a cabeça foi entrando, estremecei e Rui, parou de empurrar a rola, parecia que ele estava querendo levar a sério o prometido já começando a recuar, mas eu o prendi ali firme no que já estava dentro do meu cu. Não podia deixar ele perceber que estava doendo para caralho e reunindo toda disposição que tinha, empurrei a bunda de um só vez na rola, a fazendo me penetrar profundamente. Não deixei Rui ver, que eu estava mordendo o travesseiro, para suportar a dor no cu.
__Nossa que cu gosto você tem...esta doendo ?
__N-não, apenas deixe eu me acostumar com ele no meu cu...
__Ave! Que cu...você é deliciosa, abre mais a bunda, abre...deixa eu ver como esta...nossa, esta quase que tudo dentro.Gostosona - disse começando a alisar minha coxa até a bunda, levou a mão até meu seio e o acariciou pegando no bico o torcendo. Me distraia e eu sentia que minha pregas se acomodavam em torno da rola e já não doía tanto como no inicio. Fui eu que iniciei os movimentos e ele acompanhou em poucos instantes eu já saboreava o prazer da pica no cu, que explodiu em uma chuva de porra grandiosa, me inundando o reto. Depois de nossos gozos ainda permanecemos engatados por um longo tempo. Depois de uma bela chupada na rola que acabara de sair do meu cu, me levantei, peguei minhas roupas, a calcinha e a camisola e de posse da bandeja fria de café sai do quarto. Felix e emocionadamente molhada em todos os buracos, fui tomar um banho, porém retendo no rabo a porra de Rui, até a hora que desse. Eu precisava, era dar um jeito de facilitar uma foda, que Marcelo pudesse ver!