Eu, Luiz Roberto, casado com Liliam, há 13 anos. Não temos filhos, por problema dela e não meu, mais isso nunca foi empecilho entre nós.
Tenho 34 anos de idade e a Liliam, 32 anos de idade.
Trabalho numa empresa de ônibus, que faz interior São Paulo e vice-versa. É uma empresa grande, onde tem muitos motoristas, uns conhecidos, outros colegas e outros amigos mesmo.
Meu horário de saída para São Paulo é às 18:00 horas, sempre chego na capital em torno das 22:00 horas. Durmo em São Paulo e no outro dia às 9:00 horas, volto com destino à minha cidade.
Na semana passada, quando estava indo para São Paulo, já rodado 1 hora e 20 minutos, uma pedra atirada pelo pneu de outro veículo, estourou o para-brisa do mês ônibus. Tive que parar e pedir socorro na empresa.
Passados algum tempo, após eu ter colocado quase todos os passageiros em outros ônibus de empresas diferentes, pois é assim que agimos quando por ventura um carro quebra, uns socorrem os outros.
Com este acontecimento, acabei chegando em minha casa as 22:00 horas e pouco., ao abrir a porta, escutei risadas e alguém falando.
Não fiz mais nenhum barulho, as risadas e conversas vinham do quarto. A porta de nosso quarto tem um fissura ,onde se vê tanto de dentro para fora, como de fora para dentro.
Não acreditei; o Aristeu, meu melhor amigo na empresa estava transando com minha esposa. Os risos eram porque ela com a boca tentava alcançar o pênis dele, que estava duro como um ferro, e ele se esquivava.
Eu pasmado ali a tudo assistindo. Vi quando ela abracou o pênis dele inteirinho dentro da boca e começou a chupá-lo, como se fosse um sorvete.
Eu não acreditava no que estava vendo. Rapidamente ele gozou na boca dela. E deitou de costas para se refazer. Em poucos minutos ele deitou-a de bruços e enfiou seu pênis no cusinho dela, que gemia muito, mais se auto masturbava. Passados algum tempo se deliraram novamente.
Bem ele trassou a Liliam de todos os jeitos. Meu pênis ficou duro, fui no banheiro e me masturbei e sai vagarosamente e fui para um bar, encher a cara.
Agora estou num dilema, não sei se faço papel de inferiorizado e corno quando encontrar com meu amigo na empresa, se separo de minha esposa ou se aceito a traição numa boa e até participo dela. Se alguém quiser me ajudar dando me uma alternativa eu agradeço.
Meu melhor amigo
Sua imaginação também tem espaço aqui.
Escreva o seu conto