Meu namorado e mamãe

Por: ivan-soares-282 04/07/2026 1235 leituras
Capa do conto
   

        Passo a contar uma história narrada por amiga. Karla não sabe escrever eróticos, daí o seu pedido.
        “Minha amiga é   Loura, corpo perfeito, delgado e esguio e perfeitamente definido, graças a muitas horas de prática e estudo de balé. Olhos verdes escuros, cabelos nos ombros, sempre com jeans justos, blusa leve e tênis para jogar vôlei.
        Certa tarde, após voltar da escola, viu seu namorado saindo da sua casa. Estranhou o fato, pois não havia combinado encontrar com ele. Entrando, foi até a cozinha, bebeu água e não viu a mãe. Procurou e chamou, estava no banho. Quando saiu, sua aparência era estranha, falava muito, talvez para disfarçar o nervosismo. Foi para o quarto, vestir-se. Karla entrou no banheiro e foi direto na cesta de roupa usada. Esperta, apanhou a tanga que a mãe tinha usado e notou que estava molhada, fora lavada rápido, mas ainda mantinha um líquido que ela identificou logo como sendo esperma.
        Não falou no assunto com a mãe. Lancharam, viram televisão e Karla ligou para Raul, seu namorado que não iria encontrar hoje, por causa de estudos para provas no colégio. A mãe ouvia tudo e prestava atenção.
        Também loura, 35 anos e dona de um corpo escultural, Gina estava em plena forma e era desejada por muitos que a conheciam. Parecia demais com a filha, que herdou tanto sua parte física, como mental e espiritual. Adorava sexo.
        Passados dois dias, Karla saiu cedo da escola e correu para casa. Entrou sem fazer o menor barulho e ouviu os sussurros vindos do quarto da mãe. A porta estava parcialmente fechada, mas por uma fresta ela viu ambos, mãe e namorado, nus e se abraçando forte num beijo apertado. As coxas perfeitas de Gina estavam sendo tocadas firmes pelo pau grande de Raul. Era o seu ponto forte: ele tinha a fama de ter um caralho privilegiado, e saber usar muito bem, o que facilitava muito seu ofício de comer lindas e gostosas garotas e mulheres.
        Gina ficou de joelhos, olhou firme para o cacete duro e atacou faminta, beijando, mordendo, chupando, engolindo, mamando. Estava possuída por um desejo incontrolável, segurava Raul pelas pernas e engolia tudo o que aguentava do pau do namorado da filha. Num movimento rápido, soltou o rapaz e ficou de quatro, suplicando ser enrabada, o que ela adorava e estava viciada. Veada assumida.
        Raul abriu a gaveta da mesa de cabeceira e pegou o tubo de KY, lubrificante especial para ser usado no coito anal. Não passou a pomada no seu pau. Ficou massageando o cu da mãe da namorada, que gemia, rebolava e não parava de pedir mais. Enquanto isto, ele acariciava e namorava tanto a bunda como o cuzinho de Gina, sentindo uma paixão louca pelo que via. Adorava namorar um cuzinho, as mulheres ficam excitadas, rebolam, deixam que o relaxamento tome conta, para o esfíncter ficar livre. Raul beijava a bunda aflita para ser possuída, e dava pequenos sopros no cuzinho da linda mulher, que entrava em êxtase, mas sem gozar.   
Quando terminou a massagem com a pomada, o cuzinho de Gina, vermelho e mostrando que não era virgem, por estar um pouco largo, sem contudo ser arrombado como de uma atriz pornô, a mulher gemia e implorava “mete, querido, bota na sua putinha, enfia este pau gostoso no meu rabo, enfia tudo”. Foi o que aconteceu. Raul levantou o quadril dela, segurou firme sua cintura e encostou a cabeça bem na entradinha do cuzinho da linda mulher que estava esperando tudo no fundo da bundinha. Gostava de sentir as bolas batendo nas suas pernas, mostrando que havia engolido a vara toda.
        Lentamente, o pau dele entrou profundamente naquele cuzinho meio largo, enquanto ela dava gritos de prazer e virava o rosto para ser beijada na boca. Quando entrou tudo, a trepada foi selvagem, ela fazia pressão contra o corpo do namorado da filha, e ele fodia sem parar o cuzinho avermelhado. Ela não cessava de pedir e dizer “bota tuuuudooo, enfia fundo, me arromba, esporra meu cu, veeeeem, este pau enorme está me rasgando, enteeeeerra” e ele obedecia com prazer, enfiando até o talo no rabo de Gina, quando segurou a cintura dela com mais força, meteu até não poder mais e louco berrou “vou esporraaaaaar”, soltando jatos e mais jatos quentes no fundo do cu de Gina, que parecia ter enlouquecido, rebolando demais, estava como uma puta profissional sendo violentamente enrabada. Urraram de prazer quando gozaram juntos.
        Terminado o gozo dos dois, trocaram um longo beijo na boca, enquanto minha amiga Karla, excitada e furiosa com o que vira, não conseguiu mais do que correr para o quarto e pensar como seria a vingança... “

                                

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