- Vai pro seu quarto filha... Tenho que arrumar algumas coisas antes de dormir.
Dois dias depois aconteceu exatamente igual. Só que eu estava de camisola curta, e ele, novamente com o braço sobre meu colo mexeu tanto com o braço que a camisola subiu um pouco deixando aparecendo um pedaço da minha calcinha onde ele ficou com o cotovelo encostando e até fazendo um pouco de pressão na minha xoxota... Novamente percebi o volume crescer na sua bermuda; mas ele logo saiu do sofá me deixando sozinha. Foi no dia seguinte quando entrei no quarto do meu pai; após ele descer pra loja, encontrei uma calcinha caída ao lado da cama... Era a minha calcinha que eu tinha usado no dia anterior quando tomei banho e a deixei dentro do balaio de roupas sujas. Coloquei-a no mesmo lugar e na parte da tarde ela reapareceu dentro do balaio. Passei a prestar atenção nas minhas calcinhas usadas que eu deixava no banheiro, e percebia que ela sumia de um dia pro outro ou apenas não estava como tinha deixado dentro do balaio... Sabia que meu pai estava usando minhas calcinhas pra alguma coisa, e pesquisando na internet descobri que alguns homens gostavam de cheirar calcinhas pra ficar excitado e até se masturbar usando-a em torno do pinto... Aquela descoberta me deixou chocada e muito pensativa; será que meu pai tinha alguma tara por mim? Mesmo assim continuei ficando juntinho dele, no sofá, com ele sempre dando um jeito de encostar o braço e até a mão na minha xoxotinha e nos meus peitinhos cada vez mais descarado. Adorando aquele tipo de contato com meu pai resolvi ser um pouco mais audaciosa e acabei colocando uma calcinha bastante transparente e uma camisola bem curta que mal chegava no meio das minhas coxas. O expediente na loja já tinha terminado a muito tempo mas meu pai não subia e já começava a escurecer. Fui pra área e resolvi descer até a loja.
- Pai, você taí?...
- Estou Júlia!...
Ele sentado na cadeira mexia com alguns papeis sobre a mesa, e assim que cheguei do seu lado ele me olhou de cima em baixo.
- Já de camisola tão cedo?
- Estava te esperando pai!...
Dei a entender que estava vestida daquela maneira pra poder ficar com ele no sofá... Lógico que ele sabia que eu gostava quando ficava bolinando minha xoxota por cima da calcinha e até meus peitinhos. Ele sorriu e me pegando pela cintura me levantou do chão me fazendo ficar sentada sobre a mesa bem na sua frente... Imediatamente coloquei minha mão entre minhas pernas pra tapar minha calcinha que a camisola não conseguia cobrir. Ele me olhando e novamente sorrindo.
- Tá com vergonha de mim?...
- Kkkkkk... Você vai ver minha calcinha!...
- Não posso ver, não?...
- Kkkkkk... Ela é muito transparente pai!...
- Ué... Tem problema você deixar ver?...
Na realidade eu não estava com um pingo de vergonha do meu pai... Ao contrário, estava gostando de como as coisas estavam acontecendo. Tirei minha mão, e sempre rindo:
- Kkkkkk... Você tá vendo tudo, não tá?
Ele empurrando mais a camisola pra cima.
- Um pouquinho só... Você deixa tirar sua calcinha, pra poder ver melhor?
- Kkkkkkk... Você vai tirar minha calcinha, vai?...
Ele com as duas mãos começou a puxar que tive que mexer meu corpo para um lado e para o outro pra ele conseguir tirá-la... Ele ainda me fazendo abrir um pouco mais as pernas e olhando pra minha bucetinha que tinha pentelhos loiros bem ralinhos.
- Linda sua bucetinha filha... Posso passar o dedo?
Balancei a cabeça consentindo, e logo ele começou a passar os dedos lentamente fazendo ficar molhadinha.
- Aaaaahhhuuuuuunnn... Aaaaaahhhuummmmm... Nossa pai... É muito gostoso!...
Ele me puxando mais pra frente enfiou o rosto no meio das minhas pernas e primeiro senti cheirando minha bucetinha antes de começar a passar a língua... Eu ficava tentando ver meu pai lambendo e chupando minha bucetinha, mas, um tesão tão grande foi tomando conta do meu corpo que fui me deitando sobre a mesa começando a ter um incrível orgasmo... Na verdade o meu primeiro orgasmo com um homem. Fiquei algum tempo toda largada sobre a mesa, e quando fui levantado vi meu pai abrindo e arriando sua calça... Meus olhos ficaram fixos naquele pinto enorme enquanto descia da mesa.
- O que você vai fazer pai?...
Ele me fazendo virar de costas pra ele e me reclinar sobe a mesa.
- Não estou aguentando filha... Vou ter que fazer isso com você!...
- Não pai... Não... É perigoso!...
- Vou tomar cuidado... Não se preocupe.
Nem bem ele encostou seu pinto na minha bucetinha fui sentindo ir entrando muito apertado, alargando meus lábios vaginais.
- Ai pai... Aaaaiii... Aaaaaiii... Não... Não... Oooooh meu Deus!...
E meu pai depois de enfiar tudo, fazendo seus pentelhos encostar nas minhas nádegas começou a bombar num ritmo cada vez mais rápido.
- Calma filha... Calma... Já vai terminar!...
Meu medo foi diminuindo e por uns dez minutos fiquei sentindo o pinto do meu pai indo e vindo dentro da minha bucetinha que acabei gozando naquele dia pela segunda vez.
- Não para... Não para... Tá gostoso pai... Mais... Maaaaiiiisss!!!!
Meu pai ainda ficou por mais um minuto socando, até tirar da minha buceta e pegar um cinzeiro pra aparar todo seu gozo. Voltei a sentar sobre a mesa e recebendo um abraço e um beijo no rosto.
- Está tudo bem?...
- Tá sim pai!...
- Não vai ficar com raiva de mim?...
- Claro que não!...
- Você aceita ser minha namorada?
- Kkkkk... Eu pai? Sua namorada? Lógico que aceito!...
Ele tinha seu pinto ainda meio duro encostando na minha perna... Levei a mão fazendo carinho.
- Você enfiou isso tudo em mim, foi?...
Levei meu primeiro beijo na boca com meu pai.
- Enfiei sim... Estava muito apertadinha, mas consegui colocar tudo; você gostou?
- Gostei muito pai... Mas vou ser sua namorada, de verdade?...
- De verdade, mas ninguém vai poder saber; não quer?
Pendurei no seu pescoço pra que ele me beijasse mais.
- Claro que eu quero pai... Pode deixar que não vou contar pra ninguém!...
Ele me deu mais beijos e foi tirando minha camisola e depois meu sutiã... Depois fui abrindo sua camisa pra ficarmos sem nenhuma roupa naquele pequeno cubículo. Ele sentado na cadeira e eu na sua frente.
- Você é linda filha... Que corpo maravilhoso.
Eu não me considerava nenhuma maravilha, mas sabia que não era feia e que tinha um corpinho até que bem jeitoso. Já meu pai, nos seus 41 anos tinha um belo físico além de ser um homem bonito e muito charmoso: alto com +- 1,80 m., também loiro, barriga tanquinho e com uma pica de +- 18 cm... Deliciosa. Quando fui sentar no seu colo ele com as mãos na minha bunda foi me fazendo descer e botar minha bucetinha bem em cima da sua pica dura... Minha xota foi recebendo seu pau duro.
- Uuuuiiiii... Uuuuuiiiii... Tá entrando pai... Tá ennnnntrannnndo!!!!
Ao sentar nas coxas do meu pai com seu pinto todo dentro de mim, ele ainda com as duas mãos na minha bunda começou a me fazer subir e descer... Adorei ficar quicando com minha bucetinha na sua piroca... Ele me fez levantar e sem tirar seu pau da minha buceta deu algumas socadas antes de me mandar deitar sobre a mesa. Meu pai enfiou tudo novamente na minha bucetinha e ficou por quase vinte minutos metendo que acabei tendo mais dois orgasmos antes dele tirar e gozar novamente dentro do cinzeiro... Quando subimos pra casa eu estava com minhas pernas bambas. Em uma semana meu pai deve ter metido na minha buceta mais de vinte vezes, me fazendo gozar feito uma cadelinha no cio. Ele que também gostava muito de chupar minha bucetinha, me ensinou a chupar seu pinto e a receber todo seu gozo na boca. Mesmo durante o horário normal que ele ficava na loja ele subia rapidamente pra casa só me darmos uma trepadinha. Alguns meses de muito namoro e sexo com meu pai, ele veio conversar comigo sobre minha mãe voltar pra casa. Lógico que eu sentia falta e saudades da minha mãe; mas achava que meu pai não deveria aceita-la depois do que ela fez. Meu pai disse que ela estava passando muitas dificuldades em Minas, e que ele gostaria de aceita-la de volta. Quando questionei sobre nós dois meu pai disse que não ia mudar em nada nosso relacionamento, e mesmo minha mãe sabendo ela nunca ia contar pra ninguém já que ele sabia de coisas muito piores, que ela fez no tempo que ainda namoravam... Só que ele não quis me contar. Minha mãe voltou e foi dormir no terceiro quarto que meu pai arrumou pra ela. E ele, mesmo com ela em casa me chamava pro seu quarto e fazíamos sexo do mesmo jeito de antes. Só que ele também passou a se trancar no quarto com minha mãe, e passei a ouvir por trás da porta os dois trepando feito dois animais raivosos... Percebi que quando transava com meu pai ela também ficava ouvindo por trás da porta. Em uma conversa franca com minha mãe fiquei sabendo que ela quando nova chegou a transar com seu pai (meu avô) e que meu pai mesmo sabendo aceitou casar com ela. Hoje, nos duas transamos normalmente com meu pai sem nenhum ciúme uma da outra.