Meu pai safado 7

Por: andre-385 • 24/07/2026 • 1673 leituras
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No dia seguinte acordei com meu pai me abraçando, senti seu corpo nu abraçado em mim. Na mesma hora, senti um dor horrível no meu cu e dei um grito. Meu pai acordou assustado, eu disse o que estava sentindo e ele ficou triste. Disse que era assim mesmo, a primeira vez dói muito e continua doendo por muitos dias, não tinha jeito. Ele ainda disse que foi carinhoso comigo, porque poderia ser pior.
Mandou eu me virar e olhou o meu cu, disse que tava vermelho, mas que tava machucado. Levantou-se, pegou uma pomada no armário e me deu para ficar passando no meu cu até ele parar de doer. Fomos tomar banho e gritei de dor quando a água passava pelo meu cuzinho. Após o banho, ele passou a pomada e fomos tomar café da manhã e fazer nossas coisas.
Quando ele voltou do serviço perguntou como eu estava e disse que estava melhor. Jantamos, vimos televisão e fomos deitar. Meu pai me chamou pra ir dormir com ele novamente. Eu estava muito sensível e fiquei com medo, mas ele garantiu que não faria nada.
Deitamos e ele me abraçou, começou a perguntar se eu nunca tinha feito nada com ninguém e como eu tinha começado a gostar de homens e tal e fui dizendo o que eu sentia. Ele estava deitado de costas e eu deitado no peito dele. De repente, ele pegou a minha mão e levou até o seu pau, senti que tava duro e ele falou no meu ouvido que tava com muito tesão, perguntou se eu não queria ajudá-lo.
Eu esqueci totalmente a dor e disse que sim. Abaixei, tirei seu pau duro da cueca e comecei a chupá-lo. Meu pai foi me dizendo como fazer e fui indo com toda a calma, dando atenção a todas as partes do pau dele, desde a base até a cabeça, depois as bolas dele. Depois de um tempo, ele gozou na minha boca.
Em seguida ele me puxou e me beijou com a boca toda suja:
- Que delicia, filho! Sua boca é uma delicia.
Enquanto ele me beijava, eu sinto ele enfiando a mão dentro da minha cueca e começando a me masturbar. Ele tinha muita habilidade com as mãos e ficava mandando eu gozar na mão dele. Em pouco tempo, eu comecei a sentir as vibrações dentro de mim e finalmente gozei na mão dele gemendo alto.
- Isso, filhão! Gozou gostoso na mão do seu pai safado.
Ele levantou a mão e começou a lamber a minha porra na mão dele.
- Que delicia, filhão!

Passamos a transar todos os dias mais ou menos assim, até que eu não sentia mais meu cuzinho doer.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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