Beto me viu e disse: -Ah, agora entendi porque aquele puto chegou atrasado. Tá sozinho aí, muleque?
Respondi: -Sim.
Beto deu meia volta e vi ele e meu Tio conversando. Parecia que meu Tio tava brigando com ele, mas não dava pra escutar nada. Depois de um tempo volta os dois e meu Tio abre a porta e diz: -Sobe, Beto.
Meu Tio vira para mim e fala: -Não quero ver beijo. Entendeu? Agora chupa esse filho da puta.
Beto já tava alisando a rola por cima da bermuda. Comecei a passar a boca no pau dele que tava durão. Abri o zíper e tirei só a pica do Beto e comecei a mamar. Passava a língua na cabeça da rola e depois engolia toda até sentir a cabeça na minha garganta. Beto delirava quando eu fazia isso.
Parava de chupar o pau dele e ficava brincando com a ponta da língua. Envolvia a cabeça da rola dele e de repente engolia de vez. Fiz isso quatro vezes e ele não aguentou. Beto começou a gemer alto, quase gritando ele falava: -To gozando, porra. Que boca do caralho.
Num movimento muito rápido eu ainda com a boca cheia de gala e a barba toda melada, Beto baixou e me deu um beijo de tirar o fôlego. Ele sugava a própria porra da minha boca e engolia tudo. Quando olhei pra meu Tio ele já tava subindo no caminhão e expulsando Beto da cabine. Beto quase caí do caminhão e ainda saiu fechando a bermuda que tava aberta.
Meu Tio olhou pra mim e disse: -Eu disse sem beijar.
Eu respondi: -E o que é que tem? Tu não me beija mesmo. Tá preocupado com que?
Nessa hora meu Tio me segurou forte pela camisa. Achei que ele ia começar a me bater. Chegou perto de mim e falou: -Porra. Tu é foda. Você é só meu. Me arrependo do dia que levei Beto naquela viagem.
Meu Tio parecia sincero e realmente arrependido de ter me apresentado o amigo dele. Mas ele não parou e ainda continuava me puxando pela gola da camisa. Eu tentava me soltar e ele ficava cada vez mais violento. Quando de repente ele me puxa e começa a me beijar. Eu fiquei sem reação e retribuí o beijo. Ele era diferente do Beto. Meu Tio me beijava com carinho, saboreando cada parte da minha boca. Senti o pau dele ficando duro na minha barriga. E ele sarrava enquanto me beijava com carinho, passava a mão nas minhas costas e descia até a bunda. Ele chegou no meu ouvido e falou: -Você agora é só meu. Não vá fazer mais nada com outro macho, principalmente quando viajar hoje com meu irmão.
Eu só falei: -Ta maluco? Vou viajar com me padrasto.
Assim que falei isso coloquei meu Tio sentado na cadeira do caminhão e subi nele. Ficava beijando enquanto ele sarrava a rola dele durona em meu cuzinho. O safado me beijava e tentava meter sem camisinha, mas eu sempre escapava. Perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que não. Então ajoelhei e comecei a chupar o seu pau. Chupava com vontade do jeito que ele gostava. Cheirava a rola dele do saco até a cabeça e ficava passando a língua como se fosse um picolé. Sugava a cabeça do pau como se quisesse engolir e deixava bem babada.
Não demorou muito eu sentia as pernas dele tremendo e ele sussurrando baixinho: -Isso, puto safado do Tio.
Ele se arrumou e saiu do caminhão. Enquanto eu tentava me limpar com uma toalha que ele tinha, vi ele chegando perto do escritório. Falou com algumas pessoas, conversou com o Beto, mas sem brigar nem nada. Olhei o relógio e já era quase 14h. Já era pra tá em casa fazia tempo.
Meu Tio voltou pro caminhão e disse que ia me deixar em casa. Quando chegou ele soltou uma bomba: -Falei pro meu irmão que te comi.
Na hora eu fiquei desesperado. Um medo percorreu meu corpo e eu falei pra ele: -Se isso for verdade, nunca mais fico com você.
Na hora meu Tio começou a chorar me pedindo desculpas. Eu não acreditava no que tava acontecendo. Imediatamente entendi o motivo da viagem. Meu Padrasto deveria querer conversar comigo alguma coisa. Fiquei muito nervoso enquanto meu Tio só chorava e pedia perdão. Saí do caminhão sem falar nada pra ele e fui em direção a minha casa.
Quando entrei meu Padrasto tava assistindo televisão. Ele me viu e disse: -Cheguei mais cedo do trabalho. Arruma a mochila que vamos viajar agora de tarde.
Fui em direção ao meu quarto. Organizei a mochila e parti para viagem com gostinho da gala do meu Tio ainda na minha boca.