Naquele dia um vizinho começou a tocar um funk tão alto que nem conseguia ouvir meus pensamentos. Meu filho chorava com barulho ensurdecedor. Felizmente ele não entendia aquela letra que era indecente. Peguei o menino e o levei para a minha amiga, apenas três casas da minha, e pedi para ela tomar conta porque ia quebrar o pau com o vizinho. Na conversa não adiantava. Vários moradores da rua tentaram e até já saiu briga, mas o desgraçado insistia alegando que durante o dia não havia lei do silêncio.
Toquei a campainha, bati na porta, chamei pelo nome, e nada. Forcei a porta e ela se abriu. Entrei na casa que tremia com o barulho ensurdecedor. Não conhecia a casa e fui entrando em cada cômodo até encontrar o quarto do canalha. Abri a porta e vi o rapaz na frente do computador. Ele via um vídeo de sacanagem e se masturbava. Com aquele barulho, ele não percebeu minha presença e continuava mexendo o cacete. Meu vizinho era um rapaz desempregado de uns 22 anos, negro, magro e alto. Chamava-se Carlos mas era chamado de Juninho. Fiquei impressionada com seu cacete. Ele tinha fama de ser muito bem dotado e algumas garotas tinham medo dele dele. Seus 25 cm de rola muito grossa realmente assustavam. Fiquei sem ação por um instante. A falta de sexo fez eu perder a cabeça e aproximei-me dele. Alisei seu peito e ele tomou um susto enorme, quase caindo da cadeira. Segurei seu cacete e abaixei para chupá-lo. Juninho abriu um sorriso e passou a empurrar minha cabeça para baixo fazendo seu pau bater na minha garganta. Por mais que tentasse, não conseguia engolir alguns centímetros além do cabeção. Parei o boquete pois meu queixo doía. Eu tirei o vestido que usava e mostrei meu corpão. Gostava de usar o mesmo tamanho de roupas de baixo da época que era magrinho. O sutiã parecia que ia estourar com o volume que segurava e a calcinha ficava totalmente enfiava na bunda e na xoxota. Juninho abriu meu sutiã e libertou meus melões do aperto. Ele chupou um com muito esmero, depois o outro com a mesma dedicação. Teve dificuldade para abaixar minha calcinha devido o aperto, mas quando viu minha xoxota depilada, abriu um sorriso. Deitei na cama e ela caiu de boca na minha boceta sedenta e melada. Eu gemia alto, mas com o som, nem ele conseguia ouvir. Gozei rapidinho na sua boca e voltei a chupar seu cacete. Fiquei de quatro e senti sua vara penetrar minha xoxota. Que delícia! Estava matando a fome de rola que me afligia a dias. Juninho socava forte e fundo. Eu rebolava na sua rola sem parar. Sentia o pau bater no fundo da xoxota, preenchendo-me toda. Minha boceta estava sendo arrombada. Estava acostumada com os 18 cm do meu marido, e além disso, a diferença da grossura era enorme. Juninho metia feito um cavalo e fez eu gozar novamente. Continuei de quatro, parada, apenas recebendo suas deliciosas cravadas na bucinha. Juninho enfiou um dedo no meu cuzinho. Meu marido é culpado por eu sentir tesão no cu. Antes de namorá-lo, morria de medo de dar a bundinha, mas meu marido não só conseguiu comer meu cuzinho como fez eu tomar gosto pela coisa. Só que aquentar o pau do Juninho no cu seria outra história. Como dizem, quem tem cu tem medo, e o pau do Juninho colocava medo até na bicha mais arrombada. Infelizmente (ou felizmente) o Juninho não não estava nem aí para ditados populares, ele tirou o pau da minha xoxota e colocou no meu cu. O cabeção nem havia entrado e eu estava esperneando de dor. Tentei fugir mas ele me segurou deixando-me debruçada na cama. Eu gritava a plenos pulmões mas era inútil, pois com aquele barulho nem eu conseguia ouvir. Não sei como ele pegou o gel, mas senti que passava no meu rego. Ele voltou a forçar o pau na minha bunda. A dor parecia que ia me matar. Tentei fugir mas não consegui. Minha visão escureceu por um tempo e as pernas ficaram moles. Seu pau penetrou meu cuzinho até ficar todo dentro. A dor era tamanha que eu tentava respirar com cuidado para aliviar. Eu chorava de desespero. Juninho comia meu cu sem dó, enfiando até o talo. Ele não gozava fácil. Ficou socando por um bom tempo. Eu estava acostumando com o estupro anal e a dor não incomodava tanto. Foi então que me peguei mexendo o quadril. O tesão tomava conta do meu corpo. Comecei a força a bunda para cima na tentativa de ficar de quatro. Ele percebeu e ajudou. Fiquei de quatro e forçava a bunda para trás. A dor, de intensa e torturante, virou um tempero para meu tesão no rabo. Foram mais alguns minutos de um louco prazer masoquista. Juninho começou a meter mais rápido e mais fundo. Comecei a tocar siririca e senti que minha xoxota estava melada de porra. Ele havia gozado na xoxota sem que eu percebesse e como seu pau continuou duro, continuou metendo. Quando gozei senti ele cravar seu cacete no meu cu e seu pau latejar. Juninho gozou junto e encheu meu cu de porra.
Caímos deitados na cama e seu pau amoleceu dentro do meu cu. Naturalmente escapou e a porra escorreu para fora. Demorei um pouco para recuperar o fôlego e pedi para ele baixar o som. Ele desligou o aparelho e perguntou o que eu queria falar. Falei que estava ali para pedir para ele ouvir a música mais baixo. Ele ficou bravo e mandou eu tomar no cu. Respondi que já havia tomado. Ele riu e disse que ia ouvir mas baixo.
Saí de sua casa mancando de dor na bunda. Entrei em casa, tomei dois dorflex e esperei uns 20 minutos para fazer efeito, então fui buscar meu filho. Levou dois dias para eu sentar direito e quase uma semana para meu cu sarar. Quando meu marido voltou, percebeu que meu cuzinho estava mais largo. Falei que senti tanto sua falta que enfiei o consolo no cuzinho. O consolo foi um presente dele e era bem grandão, não tão grande que o pau do Juninho mas quase. O corno acreditou.
Toda vez que Juninho coloca o som nas alturas, pulo o muro (para não dar bandeira) e faço ele abaixar o som. Meu cuzinho vibra quando ouço funk.