Na volta pra casa, encontro um garoto deitado num ponto de ônibus. Olhando de longe, percebi que o conhecia. Ao me aproximar, vi que era aquele garoto Pedro com quem havia tido uma transa há um tempo atrás. Tentei acordá-lo e percebi que ele estava muito bêbado. Não podia deixar aquele menino ali, o peguei no colo, levei até meu carro e já que não sabia muito bem onde ele morava, decidi levá-lo para casa. Chegando lá, o despi, dei um banho para tirar o cheiro de álcool, vesti uma de minhas camisetas velhas nele e o coloquei pra deitar no sofá. Enquanto isso, ele dizia palavras difíceis de entender e sem muito sentido. Resolvi deixá-lo ali mesmo e fui dormir.
Na manhã seguinte, quando acordei, apenas usando um shorts, fui até a sala para verificar meu visitante. Pra minha grande surpresa, ele não estava lá. A chave não estava na porta mas ela continuava trancada, foi quando olhei em direção à janela da sacada, que estava totalmente aberta. Naquele momento gelei, pensei na hora que o menino tinha acordado e se jogado pela janela, já que ele estava bêbado e sem racionar direito. Fui correndo verificar.
- Espero que você não se importe de eu ter aberto um pouco, estava com muito calor. – disse uma voz atrás de mim.
Quando me viro, era o Pedro, enrolado em uma toalha, com o cabelo todo molhado.
- E espero que não se importe de eu ter tomado um banho também.
- Não, claro que não. – disse, sem saber o que mais dizer.
- Como vim parar em sua casa? Por acaso nós não transamos né?
- Nãoo, você estava muito bêbado, te encontrei num ponto de ônibus e decidi trazê-lo até em casa. – expliquei.
- Nossa, que vergonha. Eu passei dos limites ontem. Mas muito obrigado, mal nos conhecemos e você tomou conta de mim. – ele veio então me abraçar.
Porém nesse espaço de tempo, a toalha dele havia caido e ele me abraçou pelado sem perceber. Que delícia foi sentir aquele moço ali, peladinho me abraçando, ficamos ali por alguns segundos, suficiente para que o pau dele subisse às alturas e o meu começasse a dar sinal de vida.
- Mil desculpas!! – disse ele, tentando esconder o pinto.
Não sei o que tinha dado em mim, mas me abaixei e comecei a chupá-lo. O tesão estava gritando de mais, chupava aquele cara branquinho e delicinha feito um louco. Ele gemia muito alto e quando menos esperava recebo um jato de porra na minha boca. Era bem docinha a dele, eu então engoli tudo.
Quando me levantei, ele estava com um puta cara de safado. Comecei a observá-lo melhor. Desde a última vez que ficamos, o seu corpo tinha melhorado um bocado, estava cada vez mais gostosinho. Eu então abaixei o meu shorts e o abracei. Nós dois estávamos pelados, com nossos paus se tocando, foi quando comecei a me esfregar nele.
- Achei que você não fosse me querer mais. Fico pensando direto no sexo que nós tivemos, queria muito repetir a dose. – Ele disse.
O peguei pelo braço, levei até minha cama e ficamos ali agarradinhos o dia todo. De uma maneira bem fofa, trocamos muitas poucas palavras, estávamos apenas curtindo o corpo um do outro. Às vezes trocavamos uns beijos, às vezes eu dava uma chupada no pau dele que ficou duro o tempo inteiro, assim como ele dava umas chupadas no meu. Foi tudo sem penatração mesmo, apenas dois caras se curtindo demais.
Eis que ouvimos o telefone dele tocar na sala. Ele se levanta, dá uma rebolada pra mim com aquele bundinha branca empinada, e vai atender. Logo mais ele volta com uma cara triste.
- Tenho que ir, minha mãe estava preocupada por eu não ter atendido nenhuma das outras ligações dela.
- Tudo bem, foi bom te ter aqui. Vamos marcar de outro dia nos aproveitarmos mais.
- Com certeza.
Assim que ele saiu, fui tomar um banho. Voltei então pra minha cama e voltei a deitar pelado mesmo. Fechei meus olhos por um tempo, pensando quão bom tinha sido ficar com o Pedro aquele dia.
Meu pau estava ficando duríssimo e de repente sinto uma boca molhada o abocanhando. Achei que era Pedro que tinha voltado e apenas aproveitei o momento com os olhos fechados, enquanto soltava uns gemidinhos. Resolvi retribuir a gala que ele tinha soltado e gozei muito na boca dele. Segundos depois sinto um corpo subir e me abraçar. O que estranhei era que era um corpo bem maior e mais peludo que o do Pedro.
- Que saudade eu estava desse pau. – disse uma voz muito bem conhecida minha.
- ROBERTO????????? – me esquivo dele tão rápido que acabo caindo da cama. – Como você entrou aqui? O que você está fazendo aqui?
- Sua porta estava aberta. Passei pelo corredor e quando fui fechá-la decidi entrar pra ver se você estava por aqui. E ganhei uma bela de uma surpresa.
- Pois eu ganhei uma belo de um susto!!!
- Vai dizer que você não sentia falta dessa minha boquinha te chupando. Você até deixou eu ir até o fim.
- É porque achei que fosse outra pessoa!! – gritei.
- Quem? Aquele fortão que trabalha no bar? Me trocou por um baita de um gostosão hein.
- Para sua informação, nós terminanos. E não, não era ele.
- Hummm, cheio dos contatinhos então.
- Minha vida não te interessa. Agora, você pode fazer o favor de sair da minha casa, por favor.
- Não vou sair até que você me dê um beijo. – ele disse fazendo biquinho.
- Não irei mesmo! Vou interfonar agora para sua mulher para dizer que você está aqui.
- Pode ir e aproveita pra colocar uma roupa. – ele riu.
Foi então que percebi que continuava pelado. Coloquei uma cueca e corri em direção ao interfone.
- Esqueci de te avisar que ela vai ficar o dia inteiro fora, então você não vai conseguir falar com a Carol tão cedo. – ele apareceu ao meu lado.
Desliguei o interfone com força e como percebi que não iria conseguir me livrar dele tão cedo, me tranquei no meu quarto. Ele percebendo que não era bem vindo, decidiu ir embora.
A partir daquele dia, comecei a me aproximar demais do Pedro. Nós nos víamos praticamente todos os dias e estávamos cada vez mais apaixonados. Comecei a esquecer do Roberto aos poucos. Ele sempre me via junto ao Pedro, e nas primeiras vezes, eu percebia a tristeza em seus olhos, mas com o tempo, ele passou a nos ignorar. Alguns meses depois, ele e a Carol se mudaram, foram para outra cidade pelo o que o porteiro havia me dito. Percebi que o que eu sentia pelo Roberto era uma paixão boba e que jamais daria certo, pois ele sempre sumia, não me dava satisfação e corria atrás de mim somente quando estava carente. Foi melhor assim. Hoje eu estou feliz e espero que ele também encontre a felicidade dele.