Meu Zeca

Por: omicron-epta-2 13/07/2026 8036 leituras
Capa do conto
Esse fato ocorreu de verdade na minha vida, era jovem e inocente, nunca havia namorado sério e muito menos feito sexo. Todo fim de semana jogava bola na casa de um amigo na rua que tinha um campinho, ele era bem mais velho que a tropa mas gostava de estar junto da gente. O nome dele era José Carlos, Zeca para os íntimos.

Um dia o Zeca me chamou para ficar depois do jogo pq queria me mostrar umas revistas mas eu não deveria comentar com ninguém. Assim fiz e fomos até seu quarto. O Zeca morava só com sua mãe velhinha. Sentamos em sua cama e ele trouxe umas revistas e quando abri vi que eram pornô. Fiquei louco, nunca havia visto uma dessas e ele sabia, por isso havia me chamado. Fiquei de pau duro e ele tb mas não aconteceu nada além disso nesse dia. O Zeca me falou, Luiz sempre que vc quiser ver essas revistas é só ficar depois do jogo que eu te mostro mas não se esqueça não pode contar a ninguém. Eu na maior inocência fiquei feliz e não percebi nenhuma outra intenção nele.

Nas próximas vezes a coisa se repetiu mas ele começou a sugerir que batêssemos punheta vendo as revistas, eu na maior secura topei e gozávamos no chão mesmo e depois ele limpava pra sua mãe não perceber nada. Ele fez tudo com muita paciência e calma e depois de várias vezes dessa punheta gostosa ele me propôs um bater punheta no pau do outro, disse que era muito gostoso e que já havia feito com outro garoto e os dois curtiram muito. Me assustei e disse que não era viado mas ele com toda sua experiência me convenceu que fazer isso não me faria um viadinho e além do mais aquilo tudo era um segredo nosso.

Relutei mas acabei topando e o pior é que gostei, não só de sentir a mão dele no meu pau como sentir o pau dele na minha mão. Eu estava em extase com tudo que vinha acontecendo comigo, era tudo novidade e ele sabia como me conduzir pra onde era o desejo dele. Até o dia que propôs ficarmos pelados, essa acabei aceitando rápido, os dois pelados e um batendo punheta no pau do outro vendo revistas pornô, era porra para todos os lados. Isso já havia se passado uns 3 meses de brincadeiras gostosas e eu confiava muito nele, a descoberta do prazer me fez esquecer de todos os meus amigos, não queria saber de mais nada do que ficar no quarto dele brincando e gozando.

Um certo dia estávamos pelados vendo as revistas e me virei por algum motivo quando senti ele se encostar na minha bunda com seu pau duro, levei um baita susto e briguei com ele, falei que isso eu nunca deixaria ele fazer que eu não era viado e que apesar de novo sabia que isso era coisa de viado. Fiquei quase um mês sem ir na casa dele jogar futebol e claro de ir no quarto dele. Mas as lembranças de tudo que já havíamos feito não saíam da minha cabeça, vivia batendo punhetas em casa lembrando dele. Mesmo o fato dele se encostar em mim tb me deixava excitado e isso me perturbava, tudo que eu havia aprendido na vida que era errado e não deveria fazer mas não conseguia esquecer.

Um dia voltei pra jogar bola e o Zeca me recebeu com um sorriso enorme. No fim da partida ele me chamou para conversarmos e acabei contando que não conseguia esquecer das coisas que fazíamos e que morria de saudades. Meu coração nessa hora parecia que ia sair pela boca, era uma mistura de medo e tesão. Depois que todos foram embora subimos pro seu quarto e sentados na cama dele, me explicou que o que eu estava sentindo era normal, mesmo ele sendo um homem, pra eu não ter vergonha e que nada aconteceria que eu não quisesse. Fui relaxando e quando percebi ele já tinha tirado toda a minha roupa e fazia carinhos no meu peito, pernas, pau, rosto e beijava meu pescoço. Eu não tinha forças para relutar ainda mais ele sussurrando coisas gostosas no meu ouvido. Deitei na sua cama enquanto ele tirava sua roupa, vi seu pau duro e morri de desejos por ele, queria segurar, apertar e fazer ele jorrar porra como antes. Delicadamente ele me botou de lado na cama e beijou minhas costas e foi descendo até chegar na minha bunda. Me arrepiei todo, nunca havia sentido algo parecido. Mordiscou minha bunda e abriu levemente para poder enfiar sua língua no meu cu, eu dei um grito de tesão que o Zeca se assustou, cuidado com a mamãe Luiz ela pode nos atrapalhar. No instinto fiquei de 4 e facilitei pra lamber meu cu, rebolava e queria mais. Ele veio no meu ouvido e falou, vc vai sentir algo muito melhor que tudo até agora. O Zeca encostou a pica dele no meu cu e ficou esfregando mas quando tentou enfiar eu não deixei, o medo foi maior que o tesão e a vontade. Respeitou a minha vontade e não enfiou mas me deu pra mamar coisa que adorei fazer.

Durante quase 4 anos eu frequentei o quarto dele mas nunca fui penetrado, era um esfregação danada, os dois pelados e muito gozo inclusive na minha boca. O Zeca adorava gozar na portinha do meu cu eu estando de 4. Anos depois me arrependi fortemente de ter pedido a ele pra não penetrar meu cu mas resolvi essa minha carência com outro amigo, mas isso fica para o próximo conto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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