Meus Garanhões Africanos me fuderam sem dó, amei

Por: carla-371 • 10/07/2026 • 296381 leituras
Capa do conto
Resolvi participar de um grupo da igreja, que ajuda imigrantes, com cursos rápidos e cestas básicas, fui designada a trabalhar com um grupo de africanos, fugindo da fome e buscando emprego. Com ajuda de terapeutas, conseguimos nos aproximar e para melhorar a auto estima deles, resolvi contratá-los para construir uma edícula na minha casa, como seria destinado a festas e confraternizações exigi um primor de obra. Para mim, estava sendo uma loucura ver todos aqueles homens, trabalhando apenas de bermuda, com seus corpos suados, vigorosos e cheios de vida, depois de alguns dias, eu estava me acabando me masturbando, sem me satisfazer, estava ficando louca. Tinha que tomar medidas drásticas, de manhã eles já estavam trabalhando, tomei um banho e vesti uma minissaia e uma regatinha, sem lingerie, dei bom dia a todos, e percebi que todos eles me devoravam com os olhos, como fazia todos o dias, pedi ajuda para trazer o café da manhã deles, até uma varanda, provoquei ao extremo, agindo como um puta louca por paus, curvando-me bem na cara deles, mostrando meus peitinhos, cusinho e xaninha lisinhos, quanto mais eu percebia seus paus durissimos, mais eu judiava deles, esbarrando neles, expondo minha nudez sem pudor nenhum a todos eles, antes de terminarmos o café, eles me despiram e me colocaram deitada sobre a mesa, enquanto vários deles ficaram me acariciando, chupando, apertando todo meu corpo, outros me serviram seus paus durissimos, que eram chupados por mim, com muita vontade, usando mãos e boca, eu delirava com aqueles paus magnificos, me perdia com aquelas jebas grossas e compridas, todas prontinhas para me fuder, minha buceta e cusinho melados numa mistura de saliva e meu mel, cada vez mais ansiavam por serem devorados por aquelas jebas, supliquei gritei, implorei que me devorassem sem dó, socassem os paus em mim, sem dó, arrebentando minhas pregas, gritei quando dois deles meteram em mim, assim que sincronizaram os movimentos fui a loucura total, os machos me seguravam com força, marcando meu corpo todo, davam tapas fortes no meu rosto, bumbum, coxas, com suas mãos fortes, calejadas e enormes, aquelas jebas maravilhosas socando forte no mais profundo de mim, arrancando de mim, gritos, espasmos, orgasmos, quase me fazendo desfalecer, deixando-me doida, louca, exigia, xingava, que não parassem de me fuderem, cada garanhão se serviu de mim, várias vezes, não sei como eles conseguiam se recuperar tão rápido depois de gozarem horrores, praticamente seus paus não amoleciam, gozavam fundo, rios de esperma escorriam para fora de mim, e eu não me satisfazia, exigia mais e mais, estava no paraiso das putas, me servindo de homens que há tempos não trepavam, servindo suas porras quentinhas, para meu prazer, me sentia um deposito de porra, engolindo com prazer, melando meu corpo inteiro, perdi a noção de tudo, até a nossa exaustão completa, quando passou o frenesi do sexo, as dores no corpo, a ardência dos meus buraquinhos, vieram forte. Mas não deixei isso me incomodar, pedi ajuda a eles, e entramos na piscina, lavaram-me com cuidado e carinho, meu cusinho e xaninha arderam muito em contato com a água e não conseguia falar direito de tanta jeba que chupei. Estava feliz de ter conseguido dar conta de todos eles, e pensando como seriam os próximos dias, a obra iria demorar...   

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