Meus pais me venderam
Relembrando minha infância, vivíamos modestamente, meus pais se matavam de trabalhar para no final do mês, mal termos comida em casa, depois que meu pai virou alcoólatra a conta na vendinha foi nas alturas, meus pais brigavam todo dia e o clima só piorava, foi quando o patrão do meu pai apareceu em casa e propôs aos meus pais para que eu fosse amante dele, em troca meu pai ganharia o suficiente para vivermos bem. No dia seguinte de manhã, matei aula e fui recebida por ele numa sala enorme e mais cinco outros homens me comendo com os olhos, meu dono rasgou toda minha roupa me deixando nua e exposta a todos eles, meu corpo ainda em formação mal tinha peitos, mesmo assim via seus paus duríssimos loucos para me comerem. Meu dono se aproximou e beijou-me na boca, variando a intensidade começou de leve até chegar ao beijo de tirar o ar, enquanto suas mãos e boca me apalpavam e chupavam inteira, do rosto até os pés, minha xaninha foi alisada, beijada, chupada de todo o jeito, até ficar toda babada, ele me encheu de gel lubrificante e no seu pau, esfregou aquela jeba na entrada da minha xana tantas vezes que eu já reclamava para ter ele todinho dentro de mim, eu estava deitada no chão com minhas pernas abertas e a xana exposta, até receber gloriosamente seu pau duro, grosso e viril que me penetrou com cuidado, avançando pouco a pouco, até me deflorar, arrebentando meu cabaço, aguentei a dor, estranhamente senti prazer, muito prazer, meu corpo não me obedecia, sentia que estava no ar, e a cada vez que o pau era socado para o mais profundo de mim, eu sentia um prazer se avolumando, expandindo até eu gritar meu orgasmo, contraí tanto minha xana que ele não aguentou mais e ejaculou enchendo minhas entranhas com sua porra quente, meu corpo estava mole, quase desmaiada, recuperando o folego, depois de um tempo vi meu dono se aproximando com o pau duríssimo e de banho tomado, beijou-me com vontade, alisando-me com mãos quentes e carinhosas, me pôs de quatro e chupou demoradamente meu cusinho, passou um gel, acariciando a entradinha do meu rabinho por um bom tempo e depois pouco a pouco seu pau duríssimo arregaçou minhas pregas, com calma e sem pressa foi deflorando meu cusinho, sentia que estava sendo rasgada ao meio, gritei minha dor, aos poucos a dor diminui até que ficou suportável, depois de várias socadas senti que estava com todo seu pau dentro de mim, breve pausa, mais saliva e me senti no paraíso sendo empalada por meu dono, já recebi socadas frenéticas, aquela jeba era socada com força e decisão, sacudindo meu corpo com força, meu dono segurava-me tão forte que com certeza meu corpo estava tomado de hematomas, eu sentia apenas o prazer se aproximando, novamente fui sacudida por um orgasmo fortíssimo, meu dono continuou me comendo até gozar bem gostoso, assim que ele tirou seu pau de mim, os outros homens se chegaram e sem dó socaram seus paus em mim, boca, rabinho e xana, tudo ao mesmo tempo, não conseguia recuperar o folego, fui fudida por todos eles juntos, apenas quando meu dono ordenava, apenas ele me comia. Depois de ser comida por todos, meu corpo todo doía, minha xana e rabinho estavam ardendo muito, fui banhada e deixada sozinha num quarto para me restabelecer. A partir daquele dia, a minha rotina era escola no período da manhã e depois do almoço após um banho caprichado era servida para homens doidos para me comerem.
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