MIL TRANSAS

Por: andre-389 • 12/07/2026 • 2164 leituras
Capa do conto
No relato a seguir, mudo nomes de pessoas e luga­res e omito o meu próprio nome, para manter o sigilo.

Eu tinha ido para Bú­zios, passar o fim de sema­na na casa de um colega. Eu e ele já tínhamos nos prometido que sairíamos à caça de garotas.

Acordamos no sábado e fomos para uma prainha, perto da casa dele. Vimos duas garotas gostosas pa­cas, sentadas sozinhas na areia. Eu falei para o César, para irmos falar com elas. Ele me respondeu que não iria e eu fui sozinho, achando estranha a reação do colega. Perto das garo­tas, cocei o saco. Sem dis­farçar, encarei as duas. Uma delas, a loirinha, sor­riu para mim e eu fui pra luta.

Depois de longo papo, consegui ficar sozinho com a loira. A outra, que era meio puritana, resolveu ir para casa, falar com a mãe da minha nova garota. Fofo­car que ele estava falando comigo, um estranho. Beth (minha nova amiga) me dis­se para não esquentar.

Eu estava com o caralho totalmente duro e via que ela não tirava os olhos de meu membro. Daí, eu re­solvi abrir o verbo, e falei que queria foder com ela, de qualquer jeito. Ela me disse que só estava esperan­do eu falar isso para me con­vidar a ir até o seu carro.

Nós fomos até o veículo e eu dirigi até um local mais isolado. No caminho, Beth já havia posto a mão no meu pau e masturbava a mim e a ela. Eu enlou­queci com a visão daquela boceta. Pulei sobre a fê­mea e fui chupando a sua buça, até ela gozar, na mi­nha cara. Eu sorvi aquele líquido todinho. Depois, foi ela que meteu a sua bo­ca no meu pau. Ela beijou, chupou e acariciou, até que eu quis enfiar no seu cu. Beth arriou a roupa e ficou de quatro, abrindo a bunda com as duas mãos. Eu enfiei o pau de uma só vez. Ela gritou, mas não ti­rei o membro. Eu sou lou­quinho por um bom cu.

Depois de ter gozado tu­dinho no rabo dela, eu a fiz se virar. Como eu estava com o pau ainda duro, en­fiei com toda força na sua boceta. Ela me apertava e beijava e pedia mais. Goza­mos.

Nos vestimos e eu voltei à casa de meu colega. Cé­sar me esperava, porém não deu atenção ao que lhe contei. Seus pais haviam ido à casa de uma tia e lá almoçariam.

Eu fui tomar um banho, no que César me seguiu. Quando eu entrei no ba­nheiro e ele veio atrás, per­guntei o que ele queria. Ele me pediu para tocarmos punheta juntos. Eu falei que ia fingir que não tinha escutado. Porém, ele repe­tiu e ainda falou que queria transar comigo … Que só havia me convidado para transarmos. Eu, que sempre gostei de um traseíro e de ser chupado, falei que ia permitir que rolasse algo entre nós, porque ele tinha me proporcionado a foda com a Beth.

Ele foi pegando o meu pau, que já estava duro, com as carícias que ele passou a fazer com a lín­gua. Ele me chupou todi­nho e me deixou doidão. Eu virei-o e enfiei o caralho no seu cu (virgem, segundo ele). Eu delirei. Seu ânus espremia o meu caralho, de todos os lados. Eu custei, mas gozei. E como gozei.

Quando tirei o pau de dentro de César, ele ainda veio chupá-Io, dizendo que queria limpá-Io para mim. Ele chupou e sugou e eu percebi que ele gostava de mamar meu pau.

No resto do fim de sema­na, quase não saímos, pois as chupadas do César me levavam às alturas. A noite de sábado foi incrível. Ele não parou de me lamber. Chegou a dormir com o meu caralho na boca. E co­mo eu fodi o seu cu.

O fim de semana termi­nou e tivemos de voltar. De vez em quando, nos fins de semana, vamos a sua casa de praia e até colocamos Beth nas nossas fantasias. M.A. C - Rio de Janeiro, RJ

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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