_ Tira a mão. Ajoelha! (Ordenei.)
_ Certo. Senhor. (Respondeu com aquele jeito de homem sério.)
_ Agora pode pegar.
E ele pegou. Mandei apertar mais forte. E mais forte. E mais forte ainda.
_ É assim que um macho pega numa rola grande! Falei pra ele.
_ Posso mamar? (Ele pediu.)
_ Mama. Abre a boca!
E aí recebi um boquete gostoso. Ficamos nisso um bom tempo. Mas eu queria humilhar aquele cara.
_ Tira sua roupa toda. Tira a cueca. (Ordenei)
Aí subiu um cheiro de homem suado. Passava a mão no suvaco dele e enfiava na boca dele. Dei alguns tapas na cara para marcar. Ele não dizia nada, só me encarava. Fiz ele deitar no sofá e sentei com a rola na boca dele. Penetrando aquela boca. Fodi um pouco.
_ Abre a boca! (Lancei um cuspe lá dentro.)
Ele obedecia a tudo, com certa rigidez, mas obedecia. Perguntei se queria mais e ele implorava por mais humilhação. Confesso que eu estava louco pra gozar. Mas não iria gozar antes dele. Deitei no sofá. De pau pra cima e mandei ele me oferecer o rabo. Mostrar o cu. Ele não queria. Mas fiquei ordenando. Até que ele abriu o cuzão na minha cara. Uma pena não ter deixado eu penetrar o dedo. Perdi um pouco a paciência. Falei que ele tinha que me obedecer. Peguei a cueca para vestir. Ele falou que toparia o que eu quisesse, exceto que envolvesse o cu dele. Foi aí que tive a ideia de mandar ele ir para o banheiro.
_ Entra no box e ajoelha. (Mandei e ele obedeceu.)
Com meu pau explodindo de tesão soltei um mijão quente no peito peludo daquele senhor. Encharquei os pelos. Ele começou a uivar de prazer. Parecia estar em êxtase. Falou que ia gozar. Eu o impedi metendo o pé no pau dele. Mandei levantar. Agarrei as bolas dele forte e falei que escravo não goza. Mandei vestir a cueca, todo mijado. E sentar na privada. Aí vendo aquele homem, com aparência sério, pai e avô, soltei minha gozada na cara dele. Espalhei a porra no corpo todo.
Aquele homem agradeceu tanto pela putaria que fizemos que resolvi escrever sobre. Espero que tenham gostado. Infelizmente não consegui tirar foto.