MINHA AMIGA TRAVECO, ME COLOCOU NUMA FRIA (final)

Por: gabriel-298 • 14/07/2026 • 63752 leituras
Capa do conto
MINHA AMIGA TRAVECO, ME COLOCOU NUMA FRIA (final)


Comecei a perder a razão e com ela a noção do perigo. A merda, é que quando tocam no meu bumbum eu não resisto...isso é que é foda! Pareço mesmo uma puta!
Fiquei sentindo a língua dele no meu pobre cuzinho. Ficando com tesão e mêdo também comecei a sentir dois dedos dele na minha xaninha enquanto o meu anelzinho era sugado pela sua boca. Minha xaninha pingava de tesão e ficando doida com tudo aquilo gozei algumas vezes. Então, ele parou de me chupar se levantou e ficou lambendo o meu pescoço enquanto deixava o cacete duro encostado na minha bundinha, amassando as minhas polpinhas de encontro aquela tora negra que já estava a ponto de explodir.
Dizia no meu ouvido: - Eu sei que tu góixta de dar o cu! Tu é puta, safada, cadela! Sente como a minha rola tá dura, sente!
Eu de olhos fechados e mordendo os lábios, apoiada com as mãos na mesa ficava as vezes na ponta dos pés sentindo, ele me encochar com tanta força e quase me tirar do chão com aquele mastro colado no meu bumbum.
E quando ele me abraçou por trás, colocando as duas mãos nos meus seios e fazendo as minhas costas colarem no peito dele, naquela hora eu tive certeza de que seria comida. Pela primeira vez, depois que ele tinha acabado com ela, ouvi a Mayumi dizer lá do sofá: -
Ai, gente! Vendo vocês dois ai desse jeito, fiquei com vontade de dar de novo!
Ele virou pra ela e respondeu: - É, né! Bichinha, filha da puta! Tu quase cacou no meu caralho de tanto que chorô e agora tá dizendo issu? Pois deixa eu fuder tua amiguinha que foi te fuder de novo! Vem cá! Chupa meu caralho!
Ela estava excitada, com cara de safada e adorando. E mesmo andando com as pernas um pouquinho abertas, ela foi pra cima dele, segurou aquela baita cacete negro bem firme, se ajeitou de joelhos perto de nós e caiu de boca naquela tora. Começou a mamar aquela vara enorme, molhada da minha xaninha que ele já tinha dado algumas pinceladas, me deixando doida.
Aquilo já cheirava forte, cheiro de cacete e de xaninha e ainda por cima, pingando baba da boca dela.
Enquanto ele me beijava eu ouvia ela falar, entre uma chupada e outra: - Me enrraba, de novo! Come a sua menininha puta, rasga o meu cuzinho, aperta forte meus peitinhos acaba comigo, me come, me fode! Me faz ser a sua princesinha! Eu já não tenho mais namorado, mesmo!
Mas ele só riu e disse : - Fica quieta e chupa! Chupa que depois da tua amiguinha aqui, eu vou te rasgar todinha. Vou deixar teu cu, igual a uma flor!
Aos poucos ela foi engolindo e saboreando aquele cacete delicioso, deixando ele todinho babado e molhadinho para mim, chupou por uns 5 minutos.
Quando ela soltou aquela tora negra, abri bem as minhas pernas, e o tarado do negão veio por trás e começou a me penetrar. Nossa!, É muito gostoso sentir a minha xaninha toda se abrindo para receber um cacete duro e delicioso daquele. Assim que a cabeçona me penetrou, o cara ficou beijando a minha nuca e dizendo no meu ouvido: - Tua buceta vai engolir todinho o meu caralho! Todinho! Tu aguenta? Gemi, dizendo que não sabia. Mas, aos poucos fui sentindo os labios da minha xaninha irem se abrindo, sendo separados e alargados como se um pedaço de pau estivesse entrando ali, de tão duro e grosso que aquilo estava. Eu gemi baixinho, dando uns gritinhos histéricos. E ele falou: - Calma! Não vou meter tudo se não tu não vai aguentar!
A Mayumi muito da safada, olhou pra gente e falou: - É, a vantagem de dar o cu é que dá pra engolir o pau quase todo. Ainda bem que não tenho buceta! Ela disse aquilo e ficou excitadíssima vendo o negão comer a minha xaninha e ver o cacete dele entrando de mim. Tanto, que começou a passar as mãos nas costas e nos braços enormes dele dizendo: - Meu cuzinho tá louco de vontade de você outra vez, sabia? Você é tão forte! Tem uma pegada...afff! Só eu sei!
E enquanto ele metia aquilo na minha xaninha ela ainda segurou na parte que não tinha entrado em mim e continuou: - Olha só esse pau! Grande, grosso, cheia de veias estufadas...ahhhh...eu quero! Come logo ela e vem me comer de novo! Por favor!
Ouvindo aquilo e sentindo o cacete dele em mim eu gozei várias vezes.
Enquanto ele bombava na minha xaninha, ia massageando o meu cuzinho com seu dedo, as vezes ele enfiava o dedo no meu buraquinho depois de passar ela na minha xaninha. Era uma delicia, tirava o dedo todo lanbuzado do meu gozo e enfiava no meu cuzinho.
Eu jogava a minha bundinha pra trás e rebolava mo dedo dele, como se estivesse no cio.
Com a tora na minha xaninha e o dedo no meu anelzinho eu fiqei doidinha. Desde a hora que vi ele enrrabando a Mayumis senti um desejo, uma vontade de dar o meu cuzinho pra ele. Acho que não se agüentando mais, virou o meu rosto pra trás, me deu um beijo muito gostoso na boca e começou a sussurrar: - Tu é gostozinha! Quero te fazer de puta! Quero foder teu rabo! Quero ver a tua cara com meu caralho nesse teu cu, safada! Eu tremia muito e apesar de assustada, queria muito, me arrepiei e virei-me de costas para olhar a Mayumi ela falou: - Dá seu cu pra ele amiga! Você vai adorar! Eu dei e tô louca de vontade de dar novamente! Enquanto eu gemia e dizia baixinho: - Não sei! Acho que não vai ser uma boa! Ele cravou dois dedos no meu anelzinho, que fiz biquinho e urrei de tanto tesão: - Não! Não! Assim, não! Não quero assim! Para! Come a minha amiga! Ela quer dar pra você! E ele muito safado, respondeu: - E quem disse que não vou fuder também a tua amiga? É que teu cu eu ainda não comi! Vai! Para de frêiscura e fica de quatro ali no sofá! E foi tirando aquele cacete todo babado de dentro da minha xaninha, me fazendo estremecer.
Fui até o sofá, coloquei os joelhos no assento e abracei o encosto deixando a minha bundinha empinada pra trás, já esperando ele chegar.
Ele parou atrás de mim, em pé, posicionando aquela tora enorme na portinha do meu cuzinho e eu fiquei com medo de não agüentar, mas estava tomada pelo tesão e iria em frente nem que fosse pra ser toda rasgada e machucada, como a minha amiga. A Mayumi nessa hora falou: - Isso amiga! Abre bem o seu cu que não dói muito!
Começou a pincelar a cabeça da sua tora na entrada do meu anelzinho e foi forçando a entrada, eu tentava resistir mas era em vão. Ele falou: - Calma! Relaxa que dá tudo certo! Fazendo beicinho, respondi: - Mas é muito grosso! Ele riu e respondeu como um tarado: - Tu caga mais grosso que isso! Vai aguentar!
E então ele começou a me penetrar bem devagarinho, senti meu cuzinho ir se abrindo, se alargando, e as minhas preguinhas irem se esticando uma a uma, parecia que estava perdendo a virgindade no cuzinho novamente. Agitada, comecei a gemer e instintivamente comecei também a rebolar a bundinha naquela tora que se aproveitando, foi sumindo lentamente dentro de mim até eu sentir parte da sua barriga encostar na minha bundinha.
Urrando de dor e prazer eu sentia aquele cacetão latejando de tão duro, dentro do meu cuzinho. Quando as veias se estufavam parecia que alargava mais ainda o meu buraquinho. Ai ele passou os braços pela lateral do meu corpo, segurou meus seios e começou a morder a minha orelha e ao mesmo tempo me chamando de putinha, cadelinha, vadia, vagabunda, dizendo que eu ia sair toda arrombadinha dali. Eu não agüentei e gozei com aquele mastro negro cravado no meu anelzinho, como nunca tinha gozado antes.
A minha amiga, disse: - Uau! Amiga, você aguenta sossegada uma pica dessas no cu, heim! Nem chorou como eu! Parece que nasceu pra dar o cu! Olha só, tá lindo ver esse caralho negro na sua bunda branquinha, toda enfiada no seu cu rosado, sabia?
Alguns minutos depois, eu comecei a rebolar e empurrar a bundinha pra trás, foi o que ele mais queria porque lentamente enterrou e tirou a tora do meu rabinho fazendo um vai e vem muito doido. Alucinada eu gritava, urrava, xingava: - Ai! Ai! Ui! Meu cuzinho tá ficando alargado, não vou aguentar, mais!
Ele cravou as mãos na minha cintura, me segurou forte e quase gritando falou: - Vai aguentar, sim! Já tá aguentando! Agora eu vou é meter nesse teu cu apertado, até encher ele de porra!
Eu estava louca e ele bombava forte e me dava mordidinhas na orelha, me chamando toda hora de cachorra, vadia, piranha, vagabunda, puta, ordinária, sem-vergonha, engolidora de pica, tipo essa coisas. A Mayumi com um dedo nos lábios, dizia pra colocar mais pilha: - Nossa, amiga! Teu cu tá parecendo uma boca toda aberta! Hum, como queria ser eu, ai de novo!
Eu gozava e sentia calafrios pelo corpo todo. Então, ele tirou o cacetão e disse pra mim se preparar que ia me encher de porra; nessa hora eu passei a mão no meu cuzinho e ele estava bem largo, todo aberto. Mau tirei a mão, ele já enfiou aquela tora de novo me arrancando gemidos fortes e senti jatos de porra inundando o meu buraquinho.
Ai, ele virou pra minha amiga e gritou: - Vem aqui! Chupa minha pica e deixa ela limpinha! A Mayumi veio e tirou o cacetão dele do meu buraquinho e enfiou na boca como se fôsse um picolé. Depois, mesmo sem poder andar direito, fui recolhendo a miha roupa e me vestindo enquanto a Mayumi terminava de chupar o cacete dele. Quando ela acabou, foi logo dizendo: - Pôxa! Eu queria de nôvo, né? Ele segurou ela pelos cabelos e respondeu: - Pois então tu volta aqui outra hora, que o meu caralho vai estar te esperando!
Disse isso e foi abrindo a porta do quartinho onde estava o namorado dela e gritando: - Agora tu pode sair e ir embora, seu merda! Já comi tudo que é cu aqui! Vai!,. Vai!, vai! Pega teu rumo se não ainda como o teu cu, também!
Já prontas pra ir embora a Mayumi, virou pra ele e ainda falou: - Pois fique sabendo que eu ia adorar ver! Esse meu ex, nunca me mereceu mesmo! Seria bom se ele toma-se no cu! Até isso, eu tive que fazer pra livrar a dele!.
Depois de caminharmos até o carro com dificuldade, entramos e fomos embora! No banco de trás o namorado dela não falava nada, só chorava de cabeça baixa por saber que já tinha perdido ela pra sempre.
Quando ela me deixou em casa, ainda falou: - Obrigada, amiga! Depois dessa surra de pica você me provou mais uma vez o quanto a nossa amizade é forte! Te adoro!. E eu, rindo, mas com o cuzinho todo ardido respondi: - Só você mesma, pra me colocar nessa fria! Mas acabei adorando!

bjus
Cinthia

                                

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados