Oi pessoal, resolvi escrever aqui umas aventuras que tive no meu tempo de colégio, onde estudava na minha classe uma menina que vou chamá-la de Mi, apenas Mi. Ela era uma menina magra, pele clara, cabelos negros cacheados, olhos castanhos escuros, uma bundinha redondinha e deliciosa, ela tem 1,70 m.
Bom, tudo começou quando fui transferido por minha família, de uma escola particular para uma escola publica de minha cidade. Chegando à sala, não conhecia ninguém, sentei no fundo e fiquei ali. Era curso noturno. Em poucos dias já estava entrosado com a galera e a Mi ficava me dando mole e eu como nunca fui muito atirado, ficava apenas na minha e esperando um sinal mais claro para partir para o ataque. Comecei a ficar muito popular no colégio, a galera da sala ficava ao meu redor o tempo todo e eu como pseudo revoltado por ter que estudar em escola publica, ficava ali só de zoação e aprontando. Não estudava e às sextas feiras costumava levar bebidas alcoólicas para o colégio. Rapinho tive seguidores a minha volta. O Cristiano tocava violão e sempre levava, a Vilma e a Sandra eram da turma e tinha o Evaldo que era um camarada legal. Como eu não tinha dificuldades com as disciplinas, eu nem me preocupava com as matérias e nisso, fui levando a galera para o buraco. Pulávamos a janela da sala e íamos para uma quadra de esportes e ficávamos tomando as bebidas que eu levava e cantando junto com o Cristiano. Saiamos bêbados para casa. A Mi sentava mais a frente da sala e eu só no fundo. O Cristiano ficava ao meu lado com o violão encostado na parede. Com poucos dias ela estava sentando ao meu lado com a escrivaninha colada a minha. Ficavamos conversando amenidades durante as aulas. Num dia a Mi disse que a chefe dela que era dona do salão que ela trabalhava estava pedindo que ela dormisse em sua casa para olhar seu filho, porque ela iria sair com um namorado e voltaria apenas no dia seguinte, ou seja, ia dar com a mão na cabeça para não perder o juízo. Quando ela para mim, me ofereci para ficar na casa de sua chefe com ela, mas era de brincadeira. A Mi ligou para uma colega dela, que era baba do menino e disse que iria me levar com ela para lá e se ela não se importasse. A colega dela aceitou e pediu apena que disfarçasse para evitar comentários de visinhos. Passei em minha casa e peguei uma bermuda e fomos para a casa da chefe da Mi. Chegando ficamos conversando com a colega dela e elas arrumaram os quartos para dor mirmos, sendo um para ela e o garoto e o outro para eu ou a Mi e a sala ficaria disponível também. Ficamos assistindo TV num sofá de três lugares enquanto a colega da Mi e o garoto dormiam. O cansaço nos pegou e a Mi deitou em meu colo e assim ficava olhando a TV e eu de pau duro olhando aquele corpinho gostoso a minha frente só de short e camisetinha, como ela tinha uns peitinhos durinhos e pequenos, dava para ver aquele biquinhos apontando na blusinha. Comecei fazendo carinhos nos cabelos dela e assistindo a TV.
Tomei coragem e mandei aquela pergunta de adolescentes, estou a fim de te dar um beijo, posso? Ela fazendo cú doce disse, acho melhor não. Continuei os carinhos na cabeça dela e insisti no beijo e ela acabou aceitando. Demos um beijo bem gostoso e continuamos assim um bom tempo. Acabamos deitando, eu no canto do sofá e ela na beirada, fiquei encoxando ela e beijando seu pescoço e a boca e passando as mãos em sua barriga e coxas, tentando não ser invasivo de primeira mão. Ficamos na sala por mais uns minutos e a Mi foi me levar ao quarto para mostrar onde eu iria dormir. Abracei ela por trás e falei que queria que ela dormisse comigo e ela ficou fazendo charme. Para confortá-la, falei para ficar numa boa, afinal, não iria rolar nada, além de dormir. Ela foi à sala e apanhou os cobertores e deitou numa cama ao lado. Ficamos conversando baixo para não atrapalhar o sono de sua colega que dormia ao lado. Como estávamos sem sono, pedi que ela deitasse comigo na cama e ela aceitou. Deitou e retomamos os beijos. Comecei a avançar as mão por todo corpo dela e ela arrepiava de tesão e chupava minha língua com tanta voracidade que estava até doendo um pouco. Virei meu corpo por cima do corpo dela e fiquei entre as pernas dela e comecei a roçar meu pau que já estava quase estourando a bermuda ela urrando de tesão no meu ouvido, ficamos nessa ralação até gozarmos, minha bermuda ficou toda encharcada de porra e bateu aquele cansaço, porra, trepar cansa menos que sarrar. Fomos dormir na mesma cama e no dia seguinte tive que acordar cedo e sair para os visinhos não perceberem. Chegando em casa, tomei um banho e desmaiei.
No colégio, a noite, cheguei e ela estava me olhando com os olhos brilhando. Sentamos ao lado e começamos a conversar. Ela me disse que adorou a noite que passamos juntos, claro que emendei um papo para uma próxima e ela toda interessada perguntando quando e onde. Fiquei sem resposta na hora e disse que iria aprontar uma oportunidade.
No outro dia, a Mi apareceu em minha casa para estudar, ficamos estudando e minha mãe vigiando a gente. No outro dia combinei com ela para irmos a biblioteca publica, terreno neutro. Peguei com meu irmão a moto dele e chegando na biblioteca, nem entramos e fomos passear de moto, eu com 19 anos e sem habilitação e ela com 17 anos na época. Fomos para uma região fora da cidade e encontramos um riacho bonito, sentamos ali e ficamos conversando e claro dando uns beijos. A Mi me confessou que tinha um namorado e quando ela falou o nome do camarada, fiquei surpreso, era um cara babaca que jogava no mesmo time que eu, uma equipe amadora da cidade, Adauto era seu nome. E ai perguntei se ela queria continuar a ficar comigo assim mesmo e ela respondeu de imediato que sim, sem fazer rodeios. Ela confidenciou que queria que o seu namorado transasse com ela e argumentou que estavam namorando a muito tempo e já era hora. Ela disse que o cara deu uma comida mau dada nela e nunca mais rolou, ela disse com essas palavras:
-Adauto, já não está na hora da gente ter mais intimidade? Ele disse que não e ela insistiu. Estou com vontade e queria iniciar a vida sexual. Ele topou e fomos na casa dele, a família não estava lá e ele colocou um colchão no chão do quarto dele e ele chegou com o pau duro e colocou-me nua no colchão e entrou no meio de minhas perna e meteu aquele pau com tudo, a minha sorte foi que estava molhada e o pau dele é meio pequeno.
-Poxa Mi, ai foi ruim não é?
-Foi sim, mas pelo menos iniciei.
-E ai como ficou?
-Ele gozou nas minhas coxas, vestiu a roupa e acabou.
-Caralho! E depois vocês transaram de novo?
-Não, nunca mais.
O papo foi ficando melhor e ela foi se soltando e começamos a beijar com tesão. Ela estava facinha e eu com o pau quase furando a calça. Descemos um pouco mais junto ao lago e tomei coragem e tirei a minha camisa e tirando a dela, tirei seu sultien e cai de boca naqueles peitinhos durinhos, ela urrava de tesão e eu investindo mais e logo estávamos pelados no meio do mato. Peguei a blusa dela e a minha e forrei a grama e deitei ela de pernas abertas, passei a lamber o lóbulo da orelha e fiquei passando as mãos em seu corpo, senti a mão dela no meu pau e ela me puxou para cima do corpo dela e encaixou o meu pau em sua buceta. Empurrei ela bem devagar e estava muito apertada, mesmo com dificuldade entrou cada centímetro. Repousei meu corpo sobre o dela e fiquei sentindo o meu pau todo dentro dela, ela disse no meu ouvido bem baixinho, vai... comecei a bombar bem suavemente enquanto ela gemia no meu ouvido, ficamos num papai mamãe suave. A Mi gozou e foi sua primeira vez ela passou as penas em volta de minha cintura e me puxou para junto dela de forma que meu pau ficava bem atolado em sua buceta e ela me molhou o pau todo. Ela relaxou e comecei a bombar de novo, comecei a meter com mais força e velocidade e quando estava para gozar, ela pediu para gozar fora porque ela não tomava anti concepcional. Tirei meu pau daquela buceta apertada e derramei minha porra nas coxas dela e escorreu para a camisa dela que estava sob a bunda dela. Ela se levantou e disse: Caramba, essa camisa é do Adauto, puta que pariu.
Pegamos a camisa e lavamos a área da manchada, vestimos e fomos para casa e a noite, quando estávamos na sala de aula, perguntei a ela se não estava coçando as pernas, ela disse que sim e eu também estava, ficamos a aula toda coçando e aquela galera nossa desconfiou da situação coincidente. Marcamos mais para outro dia. Depois conto como foi....